Diagnóstico feito, estive internada uns dias à espera de uma ressonância magnética que viesse confirmar o diagnóstico. Entretanto, com o efeito da medicação, os movimentos regressaram, as dores atenuaram e eu só estive internada para poder passar à frente na fila de espera do maldito exame. Sim, ocupei uma cama mais dois dias que o previsto porque só assim me davam prioridade para fazer uma ressonância magnética.
Ainda aleguei que tinha estado grávida recentemente, que podia levar a Ana ao colo ou que, efectivamente, estava com mobilidade reduzida mas, aparentemente, não constituiam motivos de prioridade. Internada é que era.
Chegou o dia e lá fui eu ser ressonada. A coisa começou mal logo à entrada: à porta os avisos diabólicos! Não se podia
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