sexta-feira, 24 de maio de 2013

Na verdade, é uma pontinha de inveja o que sinto. Quando tiver 70 anos quero cagar nas convenções fashionistas como ela.

O dia em que Carolina Herrera experimentou o look pirata à Camões por via da bandolete da Paulinha

Depois do do Cláudio Ramos, estou viciada no blog da Paula Bobone. 

10 comentários:

Pedro disse...

Digam o que disserem, deve divertir-se horrores. E sim, isso é digno de inveja.

Jibóia Cega disse...

Respect! Eu tenho um livro dela autografado!

São João disse...

A Paula Bobone não leva a moda muito sério e isso é extremamente saudável. O Cláudio Ramos, por outro lado, leva demasiado a sério o styling das suas virilhas.

Solana disse...

Tenho a dizer querida Pólo, que já era seguidora atenta do bLogue Da Senhora.

Cris and Crafts disse...

Sem palavras :) Bjs

Xuxi disse...

hahahhhha Sao Joao mas uma virilha deve ser sempre levada a serio...
ursa melher, deixa de ser modesta, ok? tu ja cagas nas convencoes sociais, as fashionista-caganista e as outras sim?? tenho dito!

Opinante disse...

Imparável!

Luísa Santos disse...

gosto especialmente do header a piscar. o que vale é que não sofro de epilepsia.

Pitú disse...

Por acaso é senhora que nao gosto mesmo nada e me irrita! Mesmo sem conhecer ;)

Helena disse...

No ano passado, embarquei na Air France num voo Lisboa Paris com a Ana Bobone. Ela vinha à minha frente na fila de embarque.
Após a desilusão dela não ter ficado na zona business, vejo-a a preparar-se para se sentar uma fila atrás da minha.
Ela tentou colocar o seu trolley de tecido militar na bagageira, mas não estava a conseguir. Eis que aparece uma hospedeira e lhe começa a falar em francês (as hospedeiras da Air France, falam sempre em francês primeiro). O que se seguiu foi surreal, 10 minutos de abordagem em francês, em que a Paula Bobone para não dar parte fraca respondia aleatoriamente oui/non, mas que na prática só evidenciava que não percebia patavina do que a hospedeira lhe pedia em Francês. Do género, se lhe perguntasse se lhe podia carregar a mala, Paula respondia que Oui, mas depois ficava alapada à mala e não deixava que a hospedeira lhe pegasse. Se lhe perguntava se queria fazer as coisas sozinha, a Paula Bobone respondia que "non".
A hospedeira perante a cena de manicómio, lá se lembrou de mudar de idioma, e num inglês com sotaque lá conseguiu que a Paula Bobone a percebesse (mal mas melhor do que em francês), e colocasse a mala na bagageira.
Diga-se que a Paula Bobone também vinha acompanhada e nem daquela boca companheira saiu uma palavrita de auxílio, ficando também ela todo o tempo aberta de espanto perante tão invulgares idiomas.
Neste dia descobri que o Jet Set português que diz que vai a Paris como quem vai à casa de banho, não percebe o básico de francês e nem sabe o que são valises....
Devem lá ir só para comprar clutches...



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