... as pessoas que leram os livros da Alice Vieira na infância (e até têm um preferido*) e os outros.
(* por aqui: "Úrsula, a maior!")
quarta-feira, 31 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Amizade à prova de praseodímio
Foi num dos nossos restaurantes preferidos. A mesa estava cheia de desconhecidos, amigos de amigos, a conversar entre margaritas e burritos, música de mariachis e fajitas de pollo, quando ele entrou.
Parecia um desenho animado em termos de fisionomia e indumentária, uma personagem-tipo de um livro do Eça. Quando falava, num tom teatral, agravava-se a formação do estereótipo. Sentou-se perto de mim e da minha amiga Xana, que fez as honras da casa e mo apresentou : "Protásio" de sua graça.
Eu queria dizer alguma coisa mas ainda estava a digerir aquilo tudo, demasiado incrédula e confusa, e só me saiu um "Portásio?". A Xana, num momento que ficará para sempre na história da nossa amizade de 15 anos, quis disfarçar a minha cara de parva e desconversar, saindo-se com um "Olha, podia ser Praseodímio", naquela que se tornou a nossa maior private joke de sempre.
E, depois de rirmos, literalmente, até às lágrimas com a saída da bicha, trocámos de papéis e deixámos toda a gente confusa e intrigada, vitoriosas por termos mapas de referência semelhantes, códigos secretos que uma infância a ler nos permite.
E percebemos, claramente que o Mundo se divide entre quem sabe que Praseodímio podia ter sido uma personagem de um livro infantil e quem acredita que é apenas um elemento químico.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
Os Açores... na festa da Ana!
Quando comecei a organizar a festa da Ana, queria ter o condão te poder trazer a Lisboa todos os leitores queridos do meu blog.
Impossibilitada de o fazer alegrei-me quando percebi que a Marisa Barroca e a Isabel Coimbra faziam diligências para encontrar um autocarro que me trouxesse as gentes do Norte. Percebi que a Fatima Agostinho podia fazer um car sharing trazendo a Daniela Braz do Algarve. Vem uma menina do Alentejo, outra de Coimbra, a Daniela Ferreira de Bragança. A Luz vem do Funchal!
No entanto, porque tenho um tipo dos Açores cá em casa, conheço o peso da insularidade. E sabia que era quase impossível trazer leitoras dos Açores para nos ajudarem a apagar a vela!
No entanto, tal como fiz para muitos lados, tentei fazer alguma coisa. E eis que me chegou esta resposta:
"Cara Pólo Norte,
nome do Grupo SATA, acuso a receção da sua mensagem de e-mail e agradeço o seu pedido que mereceu a nossa melhor atenção.
Gostaria de lhe transmitir que o seu pedido se enquadra na ativa postura de responsabilidade social que assumimos, pelo que estaremos em condições de oferecer o nosso apoio com a cedência das duas viagens solicitadas no percurso Ponta Delgada/Lisboa/Ponta Delgada. "
E foi assim, que graças à SATA, a Ana recebeu uma das cartas mais bonitas que uma criança pode receber.
A Corisca Ruim e a Carlinha vêm à festa da Ana!
Obrigada, SATA! Ficámos de coração cheio!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Angola? Done!
"Tanto tempo andei a congeminar a quadripolarização e hoje, sem contar, a coisa deu-se! (Mais depressa te tivesse eu enviado o email de ontem...)
Ora aqui tens, querida Ursa: a Portuguesita já com cores de África (bem sei que não parece, mas acredita em mim!) no candongueiro, a dominar uma Cuca (cerveja nacional)!
Comentário do motorista: "Tia, vê lá, não vai me vender em Portugal!". Portanto, olha, diz que o moço não está a venda! ;)
Ora aqui tens, querida Ursa: a Portuguesita já com cores de África (bem sei que não parece, mas acredita em mim!) no candongueiro, a dominar uma Cuca (cerveja nacional)!
Comentário do motorista: "Tia, vê lá, não vai me vender em Portugal!". Portanto, olha, diz que o moço não está a venda! ;)
Beijinhos!"
Obrigada e um granda beijo aí para a banda, "tia" Susana!
Pólo Norte <3 you!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
O Mundo divide-se entre...
... as pessoas que, ao deixar cair pão, este cai com a margarina para cima e as que o respectivo pão cai com a manteiga para baixo.
domingo, 21 de julho de 2013
Mónaco? Uh lá lá!
Um grande bisous para os chiques e giros Filipa e Pedro que cumpriram a "dolorosa" tarefa de quadripolarizar o Mónaco...
Pólo Norte inveja-vos- é certo!- mas <3 you!
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Toda a gente tem uma segunda cidade
Não tenho raízes lá. Nem familiares para visitar. Nem mortos para colocar flores no primeiro de Novembro. Não é terra da minha mãe, pai ou avós. Não tenho quaisquer raízes na minha segunda cidade, excepto as memórias frescas e salgadas de Verões ininterruptos.
Perto da rua da colónia de férias, se fossemos sempre rente ao muro da D. Armanda, sem estragar as hortenses, vendiam-se suspiros na padaria e a primeira vez que bebi um ginger-ale foi no Pára-Raios, o café do lado. Nunca deixei de gostar de ginger-ales.
Para a ria ia-se a pé, e eu tinha um colete verde que não me deixava afogar. E os ombros do meu pai, a mergulharmos aos dois. E gostava de apanhar pequenos caranguejos, nas areias movediças daquele braço de mar, para logo a seguir os soltar.
Aveiro é a minha segunda cidade. Foi em Aveiro que assisti ao meu primeiro luau. O meu primeiro beijo foi dado no cenário da praia da Vagueira, num entardecer de Julho de 1992. Na mesma praia onde procurei fadinhas do mar, noites estreladas da minha infância, de pés a brincar na areia do mar, mãos a coleccionarem conchas. Ao longe, os touros a puxarem as redes, enquanto mordiscava um gelado da Camy comprado na tasca do Toni e da Lúcia.
O farol da Barra marcava o sítio onde o mar se via mais alto, perto da Lua mais bonita que alguma vez vi. E os meus sonhos, Julho após Julho, tinham as cores das casas da Costa Nova e a doçura das tripas com ovos moles.
Em Aveiro, as pessoas são mais bonitas, mais temperadas e gostosas, como se as salinas lhes dessem um gostinho ao ser e um travozinho ao sotaque, nortenho mas não tanto. E são leves e esvoaçantes e fáceis de trato, como se tivessem alma de bicicleta, sempre a girar,
Aveiro é a minha segunda cidade, sem razões nem raízes, sem que nada o fizesse prever porque as nossas cidades também somos nós que as escolhemos, por fim.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A vida em perspectiva durante um alisamento marroquino
Tirei a manhã para mim. Tinha escrito que não fosse a necessidade de domar de vez o meu cabelo, encontrar um novo emprego que me faça feliz, comprar uma máquina fotográfica nova e andar de balão arriscaria a dizer que a vida, até, não me corre nada, mas mesmo nada mal.Comecei pelo mais fácil: fui fazer um alisamento marroquino.
Dei por mim em silencio durante três longas horas e meia enquanto, madeixa a madeixa, me impregnavam um químico no cabelo e depois, novamente, madeixa a madeixa, me pranchavam o mesmo. A vida ali, em perspectiva, no espelho de um cabeleireiro kitch.
Sou uma mulher. Na primeira manhâ dos meus 33 anos percebi que não me posso esconder. Posso ter cara de miúda, humor duvidoso de adolescente mas a vida fez de mim uma mulher. Cresci à força de não pensar muito nesse crescimento. O tempo, efectivamente, passou. Não sou uma senhora, ser uma senhora deve ser muito chato, mas sou uma mulher. Gosto do que vejo reflectivo no espelho, da pessoa em que me tornei.
A minha vida já foi como o meu cabelo: eriçava-se muito facilmente. Por mais que a penteasse com as mãos, por mais que insistisse com escovas diversas, a estúpida criava nós nas pontas e, depois, de repente, já estava todo embaraçada, às vezes, um ninho de ratos.
Durante muito tempo, na vida como nos cabelos, fui resistente a cortar os nós, tinha medo do cabelo mais curto, de outra moldura para o rosto, de perder a minha identidade, de mudar tanto que depois não me reconhecesse no espelho. Nessas alturas, agarrava na prancha, altas temperaturas e fazia o tratamento de choque, alisava a minha vida, como o meu cabelo, à força e à velocidade da energia. Do calor.
Aos 33 anos, aceito cortar as pontas, sem grandes lamentos. Corto tudo o que pode provocar nós e dificuldade em desembaraçar. Anseio pelo ar saudável, pescoço mais fresco, sentimento de leveza.
Aos 33 anos sei o que quero da vida, sem grandes tentativas nem erros, atitudes assertivas e sem medo do compromisso, do irreversível, pelo menos a médio prazo. O alisamento marroquino dura mais ou menos 4 meses. E o cabelo, como a vida, está, exactamente, da forma que eu quero e gosto.
Estou mesmo contente. É que o cabelo é uma coisa muito importante para uma mulher.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Quem tem medo do Lobo Mau? A partir de agora eu!
"Não me convences com o teu paleio de chacha, deves-te achar a última bolacha!". Pura poesia!
Os meus amigos podem não ser melhores que os vossos, mas terão certamente um sentido de humor mais peculiar # 17
Só quer é mama e poleiro, mama e poleiro. Quem me manda a mim dar-lhe o nome Pedro no actual contexto político?"
da minha amiga Xana, mãe do Pedro de 1 mês
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Com amigos destes, quem precisa de inimigos...
"Tenho acompanhado um debate profundo sobre genética em 2blogs conhecidos. Cansado de tanta desinformação a ser trocada, ofereci-me para resolver o debate combinando ciência, empirismo e especulação, na escola do Prós e Contras.
Disclaimer: A miuda é a cara do pai. Dito isto, resta-me ser imparcial como manda a ética da investigação:
Reparei que os ascendentes em causa localizam o pomo ( grande, percentil 90 ) da discórdia na cabeça. Todas parecenças reclamadas por ambas as partes são disputadas do pescoço para cima. Qualidades importantes como a capacidade de ter rins ou a presença de um duodeno forte e saudável como o do avô ou um figado resistente como a bisavó de Badajoz são menosprezados em relação, por exemplo, ao nariz ( 2 buracos com 5 mm cada, abertos para passar o ar entre o lado de dentro e o lado de fora da cabeça).
Este estudo chegou à conclusão que ambos os progenitores são pai e mãe do sujeito em causa, i.e. a miuda não é filha do padeiro e nota-se."
domingo, 14 de julho de 2013
A três dias dos 33
A vida não me corre mal.
Tenho todos os meus amores resolvidos, até o mais antigo, o que de não ser amor se tornou amor. Este ano não me telefonará no aniversário, como não o faz há seis anos seguidos, e já não faz mal porque de não querer resolver uma história, quiçá à força de a perpetuar, de ficar para sempre no ar tudo o que poderíamos ter sido, constatamos que não fomos nada e matou-nos porque as histórias que não se resolvem, assim ficam resolvidas.
Não devo desculpas a ninguém. Estou de bem com o Mundo e mesmo que o Mundo não esteja inteiramente de bem comigo, o problemas não sou eu, são vocês. Durmo, todos os dias, de consciência tranquila, em paz e não há preço que pague isso.
Tenho os livros que gosto de ler nas estantes. Tenho mais que uma estante, é verdade, todas cheias de livros. Tenho livros de sempre, livros que cheiram a passado, ao meu passado, livros rabiscados, rasurados, sublinhados, imaculados e venerados. Livros autografados, livros cujas histórias fizeram a minha história, livros cuja a minha história na altura em que os li pela primeira vez os transformaram noutra história.
Não tenho interrogações existenciais, não tenho suspeitas ou dúvidas, não tenho questões de fundo por resolver. Rodeio-me das pessoas que me fazem bem e quando não mo fazem afasto-as ou afasto-me, sem grandes intelectualizações, sem raivas nem revoltas, sem zangas ou agitações, só porque sim, porque tem que ser, porque quero viver tranquila.
Tenho os amigos que me escolheram e que escolhi. Muitas vezes perto, outras mais longe, umas mais presentes e outras, por força da vida, mais distantes mas sei que isto é como um iô-iô e a única coisa que posso fazer é não largar o fio do brinquedo. Amigos novos, frescos e cheios de coisas por descobrir, amigos antigos cheios de vida vivida no plural comigo, histórias partilhadas, gente que entra e fica, instalando-se aqui, em mim, como se eu tivesse um puff dentro do meu coração.
Tenho gavetas e discos externos cheios de fotografias de memórias de viagens e máscaras na parede do corredor, que trouxe de muitos sítios e que me trouxeram para casa muitos dos sítios onde os meus amigos as compararam. Tenho aventuras para contar, histórias para partilhar em mesas de almoços de sardinhas com pimentos assados e sangria fresquinha.
Tenho uma família que se mantém família, presente nos dias melhores e nos piores, que pica ponto nos meus dias sem obrigação, só porque ama. E quem ama quer ficar perto.
Tenho a minha mãe que transformei numa avó inanarrável. tenho uma mãe com duplo papel, tão meiga, tão resmungona, tão sensível e mau feitio, tão minha mãe, tão avó da Ana, tão completa, afinal.
Tenho uma filha que dorme, neste momento, numa cama de princesa com dossel. Que sabe observar, que se ri de forma seleccionada, que tem um olhar que perscruta, umas mãos pequeninas mas que seguram todo o meu Mundo. Tenho uma filha saudável, bonita e bem humorada e isso é meio caminho andado para ela poder vir a ser o que ela quiser. Feliz, quero-o eu.
Tenho um marido que me escolheu, que se deixou ser escolhido, que viveu comigo tempos difíceis, tempos bravos e que agora, vê finalmente florir uma relação, cuja semente custou a pegar, uma planta que não se decidia se precisava mais de água ou de sol, que demorou a crescer rente à estaca, direitinha e viçosa, mas que agora, vê florir a flor mais fresca e especial, o plural a três que somos nós.
Tenho os meus mortos enterrados na terra mas vivos, dia após dia, nos meus passos, no meu sangue e na minha história. Reconciliei-me com a raiva da morte e transformei-a numa saudade que se pronuncia em voz baixinha, para não se cutucar.
Tenho o céu luminoso de Cascais. E tenho o mar. Porque o mar é já ali,
Acho que é isto o final feliz, esperando que não esteja para breve o final, mas querendo que continue esta tranquilidade morna e doce, tépida e adocicada. Esta "ram-ram" bom e demorado. Esta vida em velocidade de cruzeiro.
Não fosse a necessidade de domar de vez o meu cabelo, encontrar um novo emprego que me faça feliz, comprar uma máquina fotográfica nova e andar de balão e arriscaria a dizer que a vida, até, não me corre nada, mas mesmo nada mal.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Tenho tantas saudades de Bruges...
"Ursa, é com imenso prazer q envio esta foto para aumentar a cruzada quadripolar! Envio-te a foto da Bélgica, Brugges, onde moro à ano e meio.
Sigo diariamente o quadripolaridades e é tão boa a maneira como através da escrita me mantém conectada ao meu país. Obrigada pelos seus posts!
Quando vier a Brugges não hesite em contactar! Terei todo o prazer de tomar um cafezinho! assim, com um muito obrigado, lhe envio a foto do : I love Pólo Norte & Ursa!
Um beijinho,
Ana Marques"
Ana, não sabes onde te meteste! Eu quando aí voltar cravo-te um café meeeesmo!
Beijinhos!
terça-feira, 9 de julho de 2013
A festa da Ana: o conceito de marcas amigas
Andamos nos preparativos para a festa da Ana. Depois do Clube VII foi a vez de muitas marcas se quererem associar à festa. Mas não são marcas quaisquer são mesmo as minhas marcas preferidas.
Por exemplo, a Sacolinha. lembram-se da Sacolinha? Durante a gravidez da Ana eu "desejava" as bolas de Berlim recheadas com doce de leite da Sacolinha. Para dizer a verdade eu desejo sempre, mesmo que não estando grávida. Pois, a Sacolinha ofereceu um patrocínio de pão e pastelaria diversa para a festa da Ana.
Depois a H3. Toda a gente sabe que eu sou mega fâ da H3. E a H3 retribuiu, ofertando limonada a rodos para matar a sede de todos os convidados da festa! Já disse que adoro a H3?
Ainda a Blueberry, que tem os meus gelados de iogurte preferidos. A Filipa da Blueberry ofereceu-se para levar uma máquina daquelas grandes de gelado de iogurte para a festa e vai distribui-lo pelos mais pequenos. Wow!
O Espaço Açores, só por causa das tosses- tumbas!- ofereceu 100 Kimas de maracujá para os primeiros 100 novos dadores (nota-se que estamos com expectativas muito elevadas?).
Depois da maravilhosa entrevista na RFM a Confraria da Empada chegou-se à frente ofertando empadas. Muuuuitas empadas! Vai ficar toda a gente empadado até mais não!
A Dalimar ofereceu 15 kilos de batas fritas, nem mais nem menos. Vai ser a loucura!
A Padaria D'Avó, a dar uma lição a uma certa padaria cujo nome não pronuncio mas que não gosto nem com côco por cima, doou pão saloio para a festa! E os Lacticínios das Marinhas irão providenciar o queijinho para que as sandochas fiquem top! Nham nham!
O portal SAPO fez questão de dar destaque à festa da Ana e a RFM é a rádio mais querida do mundo, tendo convidado a ursa para ir falar à telefonia na sexta-feira passada e fazendo updates regulares na sua emissão acerca da festa da Ana.
Não quero saber grande coisa da responsabilidade social, das normas que a atestam nas empresas, do marketing social e afins. Aqui o que me interessa é agradecer não às marcas, mas às pessoas que estão por detrás das marcas. porque é este capital humano que faz a diferen4a entre marcas e marcas-amigas.
Obrigada à Ana, à Sílvia Capelas, à Joana Bica e ao Sr. Fábio, à Rita Afonso, à Catarina Valério, à Inês Tomé, à Filipa Catarino, à Carolina Ferreira, à Carla Rocha, ao Pedro Simões e a todos com quem a minha memória está a falhar!
Obrigada a todos! Abraçar-vos-ei, ai vivo, no dia 10 de Agosto.
O Espaço Açores, só por causa das tosses- tumbas!- ofereceu 100 Kimas de maracujá para os primeiros 100 novos dadores (nota-se que estamos com expectativas muito elevadas?).
Depois da maravilhosa entrevista na RFM a Confraria da Empada chegou-se à frente ofertando empadas. Muuuuitas empadas! Vai ficar toda a gente empadado até mais não!
A Dalimar ofereceu 15 kilos de batas fritas, nem mais nem menos. Vai ser a loucura!
A Padaria D'Avó, a dar uma lição a uma certa padaria cujo nome não pronuncio mas que não gosto nem com côco por cima, doou pão saloio para a festa! E os Lacticínios das Marinhas irão providenciar o queijinho para que as sandochas fiquem top! Nham nham!
O portal SAPO fez questão de dar destaque à festa da Ana e a RFM é a rádio mais querida do mundo, tendo convidado a ursa para ir falar à telefonia na sexta-feira passada e fazendo updates regulares na sua emissão acerca da festa da Ana.
Não quero saber grande coisa da responsabilidade social, das normas que a atestam nas empresas, do marketing social e afins. Aqui o que me interessa é agradecer não às marcas, mas às pessoas que estão por detrás das marcas. porque é este capital humano que faz a diferen4a entre marcas e marcas-amigas.
Obrigada à Ana, à Sílvia Capelas, à Joana Bica e ao Sr. Fábio, à Rita Afonso, à Catarina Valério, à Inês Tomé, à Filipa Catarino, à Carolina Ferreira, à Carla Rocha, ao Pedro Simões e a todos com quem a minha memória está a falhar!
Obrigada a todos! Abraçar-vos-ei, ai vivo, no dia 10 de Agosto.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Os meus amigos podem não ser melhores que os vossos, mas terão certamente um sentido de humor mais peculiar # 16
Experientes que somos em assaltar castelos pelas traseiras e vedações quando os mesmos estão fechados, a minha amiga Catarina está ansiosa por uma nova aventura.
E a precisar MESMO de férias.
(E a loira sou eu?)
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sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
A festa da Ana: os geeks já poderão usar o Foursquare!
A ideia é simples e não vou gastar tempo aqui a explicá-la (para quem ainda não sabe leia aqui o descritivo): a miúda vai celebrar um ano de vida e vamos oferecer uma festa a todos os que se queiram juntar. Em troca os convidados deverão oferecer uma de duas prendas: inscreverem-se como potenciais dadores de medula óssea ou doar sangue nesse dia. Teremos uma maravilhosa equipa do IPS a trabalhar ao sábado para que isso aconteça.
Quando, meio inconsequente como sempre, lancei a ideia, não tinha nada bem definido. Era assim uma ideia, como muitas que me surgem todos os dias. Mas esta ideia só começou a ganhar forma porque eu tenho este blog, e os leitores deste blog quando eu digo "mata", dizem a seguir um valente "esfola".
Faltava-me tudo: comida, bebida, animação para os miúdos e, pior que tudo, faltava-me um espaço. O homem cá de casa acenava com a cabeça: "metes-te em cada alhada!". Estupor! Mal sabia que ele também havia de estar metido até ao pescoço...
A verdade é que somos pais de primeira viagem e nunca organizámos uma festa de aniversário infantil na sala da nossa casa quanto mais uma assim, com a dimensão que esta foi adquirindo.
Mais uma vez, os quadripolares não me deixam ficar mal e, quando menos esperava, logo durante os primeiros dias em que a ideia fervilhava, recebi um email do Clube VII (clube sétimo, é assim que se diz, ok?).
Acertadas as agulhas fui conhecer o espaço. Tenho que ser honesta: a última vez que entrei num ginásio tinha oito anos, num sarau de ginástica, e deixaram-me participar por simpatia. Usava aparelhos e botas ortopédicas e tinha tanto jeito para ginástica como um hipopótamo para fazer ballet. No sarau de ginástica, as melhores atletas ganharam medalhas de cartolina mas eu, obviamente, não ganhei nada. Talvez por isto, a memória que eu tenho de ginásios não é a melhor.Aliás, não era.
Quando entrei no Clube VII ia de pé atrás. Mas, gente, estava enganada, muuuuito enganada.
O Clube VII não é um ginásio. É um Clube. Daquele giros como vemos nas telenovelas brasileiras mas sem "piruas" a apanhar sol no "piscinão ondje cada merrrrgulho é um flash!". É um clube despretensioso e fresco onde, também se faz desporto. Mas é mais: tem uma cafetaria gira, tem piscina para bebés, organiza festas de pijama, festas de aniversário e workshops. Para além de ter gente mesmo gira lá dentro, mas gira não do género que nos olha de alto a baixo a medir com o olhar o IMC. Gente gira e simpática, ainda por cima, já viram a heresia?!
Por isso, não podia achar que há melhor sítio para dar lugar à festa da Ana que este sítio, no meio da natureza, ali ao lado da Estufa Fria, em pleno Parque Eduardo VII. E não digo isto para dar graxa ou porque lhes devo publicidade. O Clube VII é feito de gente tão fixe que não me pediram nada em troca, só o facto de poderem ser os anfitriões da festa da Ana. Digo isto porque me senti bem, muito bem, tanto quanto todos os convidados terão oportunidade de se sentir. Ainda que rodeada de gente maaagra e saudável e (também) muito desporto e isto, meus amores, é digno de registo!
E eu só posso agradecer e rever a minha imagem de ginásios, clubes e afins. Porque já estou rendida: Pólo Norte <3 Clube VII!
Obrigada, Ana, Sílvia e todos os outros colaboradores que- ainda que não suspeitem- quadripolarizarei devidamente!
Sois os maiores!
Save the date:
10 de Agosto de 2013
"Clube VII"- Parque Eduardo Sétimo, Lisboa
15h-18h
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