domingo, 18 de janeiro de 2015

Bateu leve, levemente, como quem chamava por ele, não era chuva... era gente

"Toc, toc. "

Estávamos a dormir. E ouvimos o bater no vidro da janela. Mámen virou-se para o lado. 

"Toc, toc". Outra vez. 

Pensei que fosse granizo mas, caraças, o tempo está maravilhoso na ilha. Levantei as orelhas. 

"Toc, toc"

Levantei-me, toda esgadelhada, e fui até à janela. Arredei os cortinados e ia morrendo. Dei um berro. 

Julguei que era um fantasma da irmã Lúcia, pastorinha de Fátima, a assombrar-me. 

Mámen acordou com o meu grito e sorriu para a imagem do outro lado da janela:

- "Olá, irmã C., é para eu não adormecer e não faltar à missa, não é? Deixe-me só tomar banho e já lá vou ter consigo..."

...

...

...



3 comentários:

méli disse...

Tendo em conta os episódios que descreves, acho que deverias visitar a ilha todos os meses! Isso é uma aventura alucinante!
Por cá continuarei a aguarda as cenas dos próximos capítulos...
Diverte-te*

Indigo disse...

Eu morria de medo!

cantinho disse...

ahahahahahahah!
Essas ilhas/pessoas são fantásticas.

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