sábado, 16 de maio de 2015

A família é a minha casa

(ilustração: Martisses)


A minha mãe é os meus alicerces. As fundações de mim, seguras e inabaláveis, à prova de sismos e intempéries, a base que sustenta tudo, o que ficará e restará se tudo o mais ruir.
Os meus tios e prima (e avós) os pilares que ajudam a erguer-me, a apoiar a base, a sustentar o telhado.
Ele é as minhas paredes, tudo o que me protege, tudo o que me acolhe, elemento contentor.
A Ana é as portas e as janelas, maçanetas coloridas, peitoris com flores, vidros transparentes, ar a entrar para arejar a minha vida, cortinas às pintinhas, tapete de entrada da minha vida.
As minhas pessoas albergam-me. Eu habito nas minhas pessoas.
Eu moro na minha família.
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