quarta-feira, 15 de julho de 2015

Na maternidade, como na vida, eu decido

Na maternidade como na vida sermos o que queremos, podemos ou conseguimos ser. Sermos fiéis às nossas circunstâncias, às nossas vivências, aos nossos valores, ideais e escolhas. 
Escolhermos ser, fazer ou estar da forma como melhor nos sintamos. Vestir a pela que melhor nos assenta. Sentirmo-nos confortáveis com quem somos, como somos e quem queremos ser. 
Celebrarmos as diferenças ao invés de apenas as mascararmos sob a batuta da tolerância. Aceitarmos e celebrarmos de coração e mente aberta, sem preconceitos, sem juízos de valor e mesquinhices. 
Sou uma mãe única como todas as mães são, consequência de um adn único e singular compostos por uma combinação de aspectos biológicos, de personalidade, valores, ideologias, crenças, vivências, circunstâncias e decisões. Ninguém é um mãe igual a mim, ninguém vive uma maternidade da mesma forma que eu vivo a minha, ninguém tem a minha dinâmica familiar, as minhaas preferências, as minhas emoções, os meus medos e angústias. as minhas forças e as minhas vulnerabilidades. Isso faz de mim, como de qualquer outra mãe, um ser maternal único. 
Porque- sim!- a maternidade é uma questão muito pessoal e intransmissível! Como diz o meu amigo Raúl 
"Crescer é aceitar a vulnerabilidade. Se quisermos explanar a ideia, é a capacidade de nos conhecermos e a coragem de sermos honestos connosco próprios. É ainda a maturidade para abandonarmos a arrogância moral da tolerância, construída pelos nossos dogmas, em prol da genuína aceitação em relação aos outros. Mas no final resume-se só a isto: crescer é aceitar a vulnerabilidade. E nada tem a ver com a idade."




Conheçam a campanha "A mãe decide", pelo respeito pelas diferentes formas de ser mãe, viver a maternidade, estar na maternidade  e escolher na maternidade.
E partilhem-na.

1 comentário:

Xica Maria disse...

Já a tinha partilhado, adorei cada palavra.
Muitas vezes ouço críticas de mulheres que até nem são mães ainda. Não aceitam a disciplina positiva. Tento explicar mas... Explicar porquê... Não havíamos de aceitar cada um como é?

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