sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O que faço contigo, Paulo?*

O Paulo é um querido. 
O Paulo é um romântico. 
O Paulo quer agradecer à mãe da filha. 
O Paulo é fofo.
O Paulo plagiou um texto meu. 
O Paulo esqueceu-se, no plágio, que a mulher não tem olhos azuis. 
O Paulo  esqueceu-se, no plágio, que é pai da filha e não mãe.
O Paulo esqueceu-se, no plágio, que quem dança a valsa é o pai e não a mãe. 
O Paulo nem plagiar sabe.

O Paulo é tolo. 



(*Well, não preciso de fazer nada. Quando a mulher do Paulo perceber que a linda declaração de amor que ele lhe dedicou não é da autoria dele,  a mulher do Paulo, com toda a certeza, vingar-me-á...)

7 comentários:

Mary disse...

Por acaso a mulher e a filha têm olhos azuis :P está tudo deslumbrado com o talento do Paulo para escrever...

ccstylebook disse...

Opa menos! Como é que é possível?!
Devia existir um sistema de crédito para usurpações deste tipo...
Sempre ganhávamos qualquer coisita :P

Purpurina disse...

ahahahahahah :) Que coisa caricata. :) Nem dá para uma pessoa ficar chateada.

Carlota disse...

Fico sempre parva com esta gente que decide plagiar textos de outras pessoas! A sério?

Sofia Ferreira disse...

As coisas que tu descobres!
Coitado do Paulo... ;)

nani disse...

Toda a gente maravilhada com o enorme talento do Paulo. Assim sim, dá gosto ter um marido que valoriza e está atento a todos os pequenos pormenores, que se encanta e nos encanta, que é sensível e nos sensibiliza...ká...ká...ká...adorava ver a cara dos amiguitos, quando lhe descobrirem a verdadeira veia, não poética mas "copiona". Assim sim, dá gosto ter um marido que anda à cata de inspiração, mas como tudo o que é real e sentido também exige transpiração, mostra a preguiça com a burrice de ser um "copião".

barcelence disse...

Estou parva e assombrada: o gajo recebe elogios sobre a "sua" escrita como se nada fosse... Já o tentou contactar, nem que seja pura e simplesmente para dizer que o texto é da Pólo Norte, a sondar a reação dele?

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