sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Evidência única de que o Pai Natal existe

O vestido da Ana assentava-lhe que nem uma luva. A morcela estava bem temperada e o ananás maduro no ponto certo. Os queijos estavam óptimos e o queijo-ilha na cura ideal. O polvo tenro e o bacalhau bem demolhado. O vinho na temperatura certa. Sobrou a quantidade ideal nas travessas para amanhã termos roupa-velha para o almoço. Acertámos na cozedura da aletria e os mexidos pareciam (quase) os da minha avó. As azevias de grão estavam per-fei-tas, os coscorões desfaziam-se na boca da mesma forma que o molotof, a lampreia de ovos doce q.b. e as pêras bêbedas fresquinhas. Os meus tios bem humorados e a minha mãe zen. O primo que adoptámos integrado. A Ana a acreditar no Pai Natal. As bolachas comidas por ele e as cenouras pelas renas. Presentes toooodos apreciados. Lareira acesa e casa aconchegada. Risos. Gente serena e feliz.


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