sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

E agora antes do jantar, caros cretinos, bom apetite (se conseguirem comer)...

Bem sei que já não está na ordem de trabalhos dos assuntos do dia, já passou a vaga facebookiana do tema e já ninguém lhe apetece falar disto.
Mas enquanto virmos vídeos destes relembramo-nos porque é importante acolhermos refugiados, porque fogem estas pessoas a todo o custo da Síria e porque devemos usar a humanidade que nos coube.
Não esqueçamos. Ajamos!

(não partilho o vídeo mas segue o link)

4 comentários:

Purpurina disse...

Este tema e todos os temas que envolvem pessoas nunca podem sair da atualidade. Ninguém pode ficar indiferente a isso. É aqui, também, que a minha tolerância é posta à prova. Sentir empatia pela dor alheia é algo que nem sequer tem a ver com racionalidade, é algo que deve estar inscrito no nosso ADN, é físico, é incontrolável. Saber que outros humanos estão a sofrer e minimizar isso só porque estão longe ou não são "dos nossos", ou são árabes ou sei lá o quê, parece-me simplesmente contra-natura.
A Empatia nunca poderá sair da atualidade: http://www.vinilepurpurina.com/2015/09/06/sobre-o-menino-da-siria/

Catarina disse...

Assunto que não deveria sair da ordem do dia,até que a Europa começasse a defender (efectivamente) os direitos humanos! Há várias paginas de fb que dão notícias actualizadas... P.ex. "Are you syrious?" Obrigada por não deixar de estar por aqui falado...

SN disse...

Estas não são as pessoas que fogem da síria. Infelizmente, não têm dinheiro para isso.

Teresa disse...

Polo Norte, este assunto é, sem dúvida, importantíssimo de se manter em cima da mesa e se tomar medidas rápidas. É triste e deplorável haver pessoas a passar por isto, no entanto, não consigo não ficar reticente à vinda dos refugiados quando vejo notícias como esta http://observador.pt/2016/01/10/presumivel-terrorista-paris-viveu-num-albergue-refugiados-na-alemanha/ ou esta http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-01-08-Berlim-promete-mao-dura-contra-refugiados-que-atacaram-dezenas-de-mulheres. É óbvio que isto é uma minoria dos que vêm e que é urgentissimo auxiliar a maioria que sofre horrores que nós, felizmente, não podemos imaginar. Mas trazê-los para cá, sem limites, sem atuar na Síria, que é o ponto de partida do problema é que é lamentável. Não leve a mal as minhas palavras, é a opinião de uma miúda de 19 anos que questiona tanta anormalidade neste mundo.

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