sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Leonor vai para a fonte, yeah!

Trôpega vai para a fonte
Leonor pl'a noite escura;
Quer agarrar a litrosa e não a segura.

Leva na cabeça as extensões,
O copo de plástico nas mãos de taberneiro,
Cintura descaída e à mostra o mealheiro,
Desfila aos tropeções;
Bexiga cheia de contrações,
Passa incólume que a noite é escura.
Vai com uma piela e ninguém a segura.

Descobre o wc mais à mão,
Faz xixi de pé de forma escanifobética
A bjeca é diurética,
Tão com os copos mas tão, tão
Doem-lhe a vesícula, o baço e o coração,
Pra andar precisa que lhe dêem a mão.
Vai com uma tosga e não segura.


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