| Trôpega vai para a fonte Leonor pl'a noite escura; Quer agarrar a litrosa e não a segura. Leva na cabeça as extensões, O copo de plástico nas mãos de taberneiro, Cintura descaída e à mostra o mealheiro, Desfila aos tropeções; Bexiga cheia de contrações, Passa incólume que a noite é escura. Vai com uma piela e ninguém a segura. Descobre o wc mais à mão, Faz xixi de pé de forma escanifobética A bjeca é diurética, Tão com os copos mas tão, tão Doem-lhe a vesícula, o baço e o coração, Pra andar precisa que lhe dêem a mão. Vai com uma tosga e não segura. |
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Leonor vai para a fonte, yeah!
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