A campanha da Nacional tem família reais. Famílias com uma diversidade enorme. Mas esta é a minha família preferida.
A Nacional poderia ter-se valido na história do menino de cadeira de rodas que, por acaso, pratica desporto, corre corta-matos de cadeira de rodas, pratica canoagem, ajuda nas tarefas domésticas e faz tudo, tudo, tudo.
A Nacional preferiu contar, simplesmente, a história da família tal como ela é: uma família de afectos com uma relação de profundo respeito e amor. Uma relação ímpar.
A cadeira de rodas aparece lá. Não pode deixar de aparecer porque faz parte do dia-a-dia. Mas aparece tal como ela é: secundária e colorida. Com um pára-raios com um bruto smile.
Mas esta não é a história da cadeira de rodas do menino. É a história de amor entre a mãe Ana e o filho Gui.
A Nacional faz jus ao seu slogan de sempre: o que é Nacional é bom.
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