Perdidos numa aldeia vemos um conjunto de gente a vaguear pela rua.
À frente um senhor a segurar uma cruz, uma data de pessoas com ponchos de cetim vestidos, o padre no meio.
Ficámos a assistir, parados com ar de urbano-deslumbrados, a uma procissao pascal.
Quase que juro que detectei um directo para o instagram de um dos presentes de telemóvel em punho, que isto de celebrações pascais e tradições é digno de se partilhar com os fanzes.
Sorriso nos lábios, olhar de contemplação e ternura.
Era um funeral.
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