Um livro simples de partilha, amor e laços. Estamos fãs do #ascoisasqueamãediz porque da @veragostinho já somos desde o dia 1.
Comprem-no e deliciem-se.
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domingo, 15 de setembro de 2019
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
A LER | "Às 9 no meu livro"
Chegou às minhas mãos, ainda em 2016, o livro mais bonito do ano. Simples e despretensioso como é a vida mais que vista, vivida, pela minha querida amiga Sofia. É um livro de sol. Para dias de chuva. É um livro de arco-íris. Para dias de névoa. É um livro de chuva bonita a bater nas vidraças. Para dias em que a alma precisa de um aconchego de lareira de afectos. Mas é, sobretudo, um livro de fotossíntese . Para dias em que é preciso libertar o dioxido de carbono dos dias e inspirar ar puro. E depois? Florir.
Às 9 no meu livro. Marcador.
[ Quem não comprar é uma banana podre. ]
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terça-feira, 21 de julho de 2015
A LER | Rich Dad, Poor Dad
Aos 35 anos estou a ler o meu primeiro livro de auto-ajuda.*
(*Auto-ajuda financeira mas, ainda assim, auto-ajuda)
(*Auto-ajuda financeira mas, ainda assim, auto-ajuda)
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
A LER | Acabar com as fraldas e com o chichi na cama
Primeiro a Olga era apenas a mãe da Nonô. depois um dia conhecia-a e achei-a linda e doce, daquela estirpe de quem temos uma inveja pirracenta, uma espécie de raivinha dos dentes. Depois comecei a acompanhar mais de perto o blog e aí a coisa agravou-se: a linda e doce Olga tem o desplante de, ainda por cima, ser inteligente, humilde, esforçada, empreendedora e trabalhadora. Há como não gostar e admirar uma pessoa assim? Claro que não.
Recebi hoje o seu novinho "Acabar com as fraldas e com o chichi na cama" e, apesar da Ana ter desfraldado há uns largos meses (mérito toooodinho para a minha mãe que conseguiu a proeza de, numa semana, a Ana ter largado as fraldas de noite e de dia em simultâneo e para mámen com as suas estratégias de psicólog infantil) não posso deixar de recomendar este livro tão útil e criativo (tem uma tabela destacável para a rotina e uns autocolantes que são uma tara!) garantindo que é um investimento com um ROI rapidíssimo. É que desde que a Ana desfraldou o que poupo por mês quase que dá para comprar um bacio de ouro.
Bravo, querida Olga! Muito sucesso. Porque o mereces.
Aqui vai um quadripolar "Uaaaaauuuuu!"
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
A LER | Kakebo
Não vai ser pêra doce, que não. Somos indisciplinados e não alinhamos em desafios nenhuns a médio/longo prazo: não tiramos uma fotografia todas as semanas à Ana, não escrevemos nas agendas todos os dias, não actualizamos ficheiros diariamente, nada.
Mas o meu "mano" ofereceu-me no Natal o "Kakebo" e é desta que vou me tornar uma tipa popuada e com as despesas controladas.
Kakebo é uma palavra japonesa e é a soma dos três carateres (家計簿) e que significa, literalmente, «livro de contas para a economia doméstica».
Neste livro somos convidados a descrever diariamente as nossas despesas, de forma a termos uma análise gráfica do tipo de despesas que fazemos, onde as podemos cortar e como podemos, de facto, poupar.
Temos cumprido e escrito todos os dias. Mas, também, hoje ainda é dia 6, né? :P
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
A LER | Viagem ao fim do coração
À Rita "Silvina"
Querida Rita,
Tenho muita pena que não nos tenhamos conhecido. Quer dizer, eu lia-te, tinha aquela sensação de quem lê e acompanha blogs, que quase se conhece as pessoas que os escrevem e eu lia-te, caramba, tinha aquela sensação de que quase te conheci mas faltou-nos o cheiro, o toque, o olhar e, essencialmente, tempo. Iria acabar por acontecer, sei bem, a distância física, a Malveira, Birre, a baía e a tua mãe que, viemos a descobrir, afinal foi colega de mámen iriam tratar de servir de pretexto, desculpa ou só justificação para que nos viessemos a conhecer. Foi o tempo- o teu tempo- que não o permitiu.
Engraçado como tu também acabaste por ler este blog, sei-o de fontes seguras, e mais certeza tenho que se o cabrão do tempo tivesse sido mais generoso havíamos acabar por nos conhecer. Não aconteceu.
Em Abril conheci a Marina.
Em Abril conheci a Marina.
"Polo,
O meu namorado tem um estúdio de tatuagens (www.bloodoathtattoos.com) e queriamos propôr uma sessão de tattoos no Todos por Um para reverter tudo para o Rodrigo.
Será possível ainda?
Caso não seja possível fisicamente no evento, fazêmo-lo no estúdio.
Sei que não é propriamente uma coisa que se coaduna com dar sangue e/ou medula mas é a única coisa que me ocorre fazer que tenha mais impacto do que a doação pessoal que já fizemos.
Perdi a minha irmã este domingo. Partiu, vítima da puta do cancro. Quando teve 'a alta', arrendámos-lhe uma casa em frente ao seu mar, ao nosso mar, e tentámos com que tivesse os melhores dos dias.
Teve o privilégio de ter equipas médicas que tentaram tudo, mas tudo (foi tratada sempre em Paris)... mas era um cancro raro e não houve hipótese de viver mais. Eu quero ajudar o Rodrigo a ter o melhor dos melhores, e também quero muito que viva.
Da tua conterrânea,
Beijinho,
Marina"
Foi assim, que em Abril conheci a Marina. Tinhas acabado de morrer e eu estava longe de saber que a Rita era a Silvina que eu lia, O blog estava parado há um mês, estaria a Silvina pior? Teria morrido? Preferia afastar os pensamentos que me levavam hipótese do teu fim. Era estranho preocuparmo-nos com quem nem sequer conhecíamos. Depois soube do Rodrigo e inventámos o "Todos por Um" Estava muita gente no evento a favor do Rodrigo e troquei-lhe o nome à tua irmã umas mil vezes, Gostei logo dela (e eu não gosto logo da maioria das pessoas, sou uma nojentinha...). Acabámos o evento e ela e o Sérgo angariaram 445 euros a favor da causa a venderem... tatuagens? Não é brutal? Não ficas cheio de orgulho deles? Eu fiquei, caraças.
O Rodrigo morreu. O cancro é uma besta. E tirou-te o tempo e eu nunca te cheguei a conhecer.
Até esta noite. Sábado a Marina juntou-se ao Bairro do Amor (nem podia ser de outra forma, ela não podia mesmo ficar de fora...) e levou-me o livro num envelope almofadado.
Comecei a lê-lo ontem à noite e acabei de o ler de madrugada, Todo de seguida, sem interrupções para ir à casa de banho, beber água ou quase respirar fundo. Li-o de uma assentada só, com a pressa de quem sabe que o tempo é um cabrão: foi-o connosco, Rita.
E depois cheguei à última página e agradeci, em pensamento, à Marina, à Luísa e à Ana Casaca por te terem trazido, ainda que apenas sob a forma das letras- primeira coisa que nos uniu- até mim.
Sinto-te, sim, Rita. (A partir de agora) todos os dias.
Como se nunca nos tivéssemos desconhecido.
Um beijo,
Liliana
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terça-feira, 24 de julho de 2012
A LER | Amor em tempos de cólera
Livro de Agosto: "Amor em tempos de cólera"
(Kima patrocinada pela Almofariza e pela Susana. Leque patrocinado pelo Pipoco Mais Querido.)
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segunda-feira, 23 de julho de 2012
A LER | 10 Sugestões de casal Norte-Mámen
Porque já estávamos a dispersar e nunca chegaríamos a um consenso, abusei do meu poder de Presidenta do Clube e fiz uma shortlist. Mámen quis meter o bedelho. Daqui tem que sair um livro.
Em que número votam?
1- "A queda de um Anjo"- Camilo Castelo Branco
2- "Dom Camilo e seu Pequeno Mundo"- Giovannino Guareschi
3- "Amor em tempos de cólera"- Gabriel Garcia Marquez
4- "Como água para chocolate"- Laura Esquivel
5- "Presságio de fogo"- Marion Zimmer Bradley
6- "O Fio das Missangas"- Mia Couto
7- "Feliz Ano Velho"- Marcelo Rubens Paiva
8- "Os contos"- Eça de Queirós
9- "Alice no País das Maravilhas"- Lewis Carroll
10- "Orgulho e Preconceito"- Jane Austen
(Que vote na caixa de comentários quem quiser participar)
Em que número votam?
1- "A queda de um Anjo"- Camilo Castelo Branco
2- "Dom Camilo e seu Pequeno Mundo"- Giovannino Guareschi
3- "Amor em tempos de cólera"- Gabriel Garcia Marquez
4- "Como água para chocolate"- Laura Esquivel
5- "Presságio de fogo"- Marion Zimmer Bradley
6- "O Fio das Missangas"- Mia Couto
7- "Feliz Ano Velho"- Marcelo Rubens Paiva
8- "Os contos"- Eça de Queirós
9- "Alice no País das Maravilhas"- Lewis Carroll
10- "Orgulho e Preconceito"- Jane Austen
(Que vote na caixa de comentários quem quiser participar)
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