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domingo, 1 de maio de 2016
Muro das laMÃEtações # 9
"Aí está o rebuçado gigante da minha rica Maria Gabriela . Estou a olhar para isto desde de manhã. Não sei para o que serve. Tadinha, 4 aninhos e põem-na a pintar uma caixa de ovos. Se calhar amanhã compro uma corrente e vou transformá-la numa pochette só porque sim. Sem fecho mas isso agora não interessa nada"
Silvia Domingues por email
sábado, 30 de abril de 2016
Muro das laMÃEtações # 2
"Achei que devia partilhar esta fantástica obra feita pelo meu filho de 6 anos, mas que podia ter sido feita pelo meu sobrinho de 6 meses. Ou o meu cão."- Mãe Anónima 1
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Só desgostos
sexta-feira, 29 de abril de 2016
As melhores ideias de presentes de dia da mãe: a professora da filha da Olga explica!
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terça-feira, 29 de março de 2016
Tenho saudades
De fazer uma refeição sem ser interrompida. De fazer uma viagem longa de carro a ouvir música que gosto. De acordar, tomar um duche e despachar-me em meia hora. De ter escritório em vez de quarto de brinquedos. De tomar o pequeno almoço a ler as notícias em silêncio. De ver o fundo do balde da roupa suja. De não ter que fazer sopa todos os dias. De estranhos não me chamarem "mãe" só porque tenho uma filha. De não ter medos. Da minha barriga há 4 anos e meio. De dormir profundamente sem um inconsciente e instintivo estado de vigília permanente. De poder dizer palavrões livremente. De ter o canal de televisão ligado mais do que 10 minutos seguidos num canal de adultos (mas de adultos de verdade, não de adultos modo pornográfico!). De sair à noite sexta, sábado e domingo seguidos. De fins-de-semana românticos sem a sensação de que falta alguma coisa como quando saímos de casa e temos a sensação que nos esquecemos do fogão ligado. De não fazer ideia de quem é a puta da Elsa (estou farta dela, ando em elsoverdose há dois anos!). De viajar sozinha sem ter medo de que o avião caia, o comboio descarrile, o automóvel embata num choque frontal e eu morra. De me servir da travessa em primeiro lugar. Do sex-appeal que uma mulher sem filhos representa para uma empresa. De entrar na Zara e não ir à secção de criança. De não ter toalhitas, chuchas, ganchos, pinypons e porcarias várias que não me pertencem dentro da mala. De me sobrar dinheiro ao fim do mês. Da minha mãe me perguntar como estou quando me liga ao invés de perguntar "como está a menina?". De procurar destinos para as férias sem me preocupar com a segurança. Do meu fabuloso sistema imunitário pré-parto. De não comer restos. De acreditar que iria ser mãe de 4 filhos e que seria tudo fácil e idílico. De procurar restaurantes e borrifar-me para a cena child friendly. De não ter brinquedos em todas as divisões. De ter os estofos traseiros e o chão do meu carro limpos. De poder combinar coisas durante as tardes de fim-de-semana sem me preocupar com as imprevisíveis horas da sesta. De não me sentir tão vulnerável. De reclamar com a conta do crédito do carro, achando-a escandalosa e sem saber o que representava a conta de um jardim de infância particular. De silêncio. De ser apenas filha e, por isso, menos adulta. Das minhas horas terem, efectivamente, 24 horas. De escrever um post ser ser interrom..
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