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segunda-feira, 26 de março de 2012

Há que não dê valor a pequenas coisas. Eu, por acaso, até dou.

Hoje liguei-lhe para um telemóvel nacional. É bom sabê-la num determinado perímetro de poucos quilómetros, imaginá-la a sair das Laranjeiras, saber que mais logo nos encontraremos em Paço de Arcos, como amigas normais.
À noite iremos ao cinema, num programa aparentemente rotineiro de segunda-feira e eu vou estender-lhe gomas, daquelas de amoras, e depois faremos o debriefing do filme,  que não interessa qual.
Amanhã acordarei e escolher o vestido mais confortável para poder pegar nas minhas sobrinhas ao colo depois de descerem a rampa do aeroporto da Portela. Não colocarei base para poder abraçá-la, beijá-las e cheirá-las à vontade, mesmo que cheguem a dormitar, porque beijo de tia cura tudo, até o sono.
E quinta-feira jantaremos todas, lá em casa, caldeirada de atum. E elas beberão mojitos e vamo-nos rir tanto que espero que a vizinha de baixo suba, zangada, as escadas para nos mandar calar.
A rotina inesperada sabe-me tão, mas tão, bem.

5 comentários:

  1. são as melhores rotinas, as inesperadas! :)

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  2. são as melhores rotinas, as inesperadas! :)

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  3. Oh, Ursa teu texto fez aumentar enormemente as saudades de minha amiga-irmã, que está na outra ponta do País, eu no sul , ela no norte. Ah, imagino tua felicidade!!! Os pequenos detalhes é que sempre nos fazem felizes! Bjs

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  4. Isso não são pequenas coisas Ursa. São coisas mesmo muito grandes ;-)

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  5. Tão bom, mas tão bom termos estes sentimentos :)

    Cadês
    Almofariza

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