quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Mámen o espirituoso # 2

Mámen é pedopsicólogo e chegou de um dia de trabalho cheio de festas de Halloween. Ainda contagiado pelo ambiente, foi fazer o jantar e levou a Ana na sua espreguiçadeira para lhe fazer companhia enquanto eu descansava na sala.

De repente oiço, em tom de Conde de Contarrr:

- E agorrrra vamos comerrrrr um magnífico prrrrrato de lombrrrrrigas com cérrrrebro de macaco e sumo de sangue!

Abeiro-me da porta, com ar de quem odeia o Halloween e ele defende-se logo:

- Ana, é só esparguete à bolonhesa, ok? 

O Mundo divide-se... # 87

... entre as pessoas que em pequenas iam ao "Pão por Deus" e as outras.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

É hoje! É hoje!

O Mundo divide-se entre quem sabe que PPC nesta altura do ano não significa Pedro Passos Coelho e os outros.

domingo, 28 de outubro de 2012

Podes tirar um home dos Açores mas nunca tiras os Açores do homem

Numa esplanada dondoca a beber café, ouvimos:

"Batata, venha à mãe! Bataaaata!"

Incrédulos por alguém dar por petit nom a uma filha a palavra "batata", não queremos acreditar no que vem a seguir:

"Batata, chame a sua irmã! Vá! Chame lá! Cereeeeeja!"

Mámen olha para o outro filho da senhora e diz-me em sussurro;

- Diz-me, por favor, que ela não vai chamar o puto de "Ínhame"!

Em franciú é mais trés chic, mon Dieu que finésse!





"Querida Ursa,

Desculpe falar-lhe desta forma quase íntima, mas já faz parte do meu dia-a-dia há mais de um ano ler o quadripolaridades! :) Assim sendo, e apesar de ter sido  sempre uma leitora silenciosa até ao momento (preguiça,timidez, admiração quadripolar, não sei explicar ao certo...), decidi quebrar esta ligação unilateral e retribuir os momentos de diversão e calma que sinto ao lê-la!

Quadripolarizei a Suiça, como já tinha prometido pela Facebook esta semana! Só estava há espera pelo fim de semana para conseguir as paisagens mais bonitas da região! As fotos foram tiradas onde vivo há uns meses, no cantão do Valais e mais precisamente na cidade de Sion, capital do cantão.

Espero que toda a família quadripolar goste! Aproveitei e anexei também uma foto recente com duas gatas de nome proibido, em estado maquiavélico, julgo que assim não há problema! :)

Desejo-lhes muitas felicidades a todos: Pólo Norte, SeuMen e Ana BabyBear! Adoro sinceramente o blog pela genuinidade e todas as facetas que deixa transparecer nele, está cada vez melhor! Fora de série mesmo!

Um grande Beijinhos dos Alpes, e que se sigam muitas postagens para os leitores fiéis pf!

Inês Figueiredo"

Ici bisous, mon cher!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sai um Frappuccino para o Álvaro de Campos!

Estava aqui a pensar que se Fernando Pessoa vivesse actualmente não tinha que se maçar em criar não sei quantos heterónimos.

Bastava-lhe ir ao Starbucks e podia ser quem quisesse...





(O Mundo divide-se entre quem vai ao Starbucks e inventa um nome diferente do seu e que vai ao Starbucks e diz o nome verdadeiro)

A sabedoria milenar dos "Norte" a passar de geração em geração

Pólo Norte a mudar a baby-bear e a conversar com ela. A dada altura pega nas toalhitas e...

Pólo Norte- E sabes, Ana, escuta bem o que a tua velha mãe te diz: os homens? Os homens são como os toalhetes de limpar o rabo, entendes? Assim que sacas um, logo outro está à espreita a seguir. E assim que sacas um, vêm aos magotes...

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A Ana já teve alta e já está em alta

E a ursa deu uma entrevista para a autora do "Mum's the boss".

Podem lê-la aqui.




Beijinhos, Magda!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

It's a little bit funny this feeling inside

A Ana está constipada. Não é uma bronquiolite nem uma pneumonia mas é uma constipação chata que lhe deu cabo do apetite. Por essa razão está internada sob observação e estou, neste momento, a escrever num cadeirão desconfortável de hospital enquanto ela, finalmente, dorme a respirar de forma mais aliviada. 
Ser mãe é giro. Mesmo nas adversidades. E bom. Incrivelmente bom. 
Somos uma equipa e nunca perdemos isso de vista. Ensino, desde já, à Ana que não há papões: o hospital é um sítio bom. E é um sítio bom porque se entra doente e o objectivo é sair-se bem, ou melhor. Transmito essa segurança à Ana enquanto lhe falo com uma voz calma e terna, doce e maternal. E repito que o hospital  é um sítio bom e as enfermeiras pessoas amigas. 
Faço questão de pegar na Ana ao colo e a entregar a cada um dos profissionais de saúde que aqui têm vindo fazer-lhe procedimentos clínicos. A passagem segura do meu colo para o deles, este acto de entrega pretende transmitir-lhe a segurança do "se a minha mãe me entrega não há perigo, estou em boas mãos". E depois afasto-me.
 Não acredito que a minha presença, enquanto ela chora com uma aspiração nasal ou uma picada para recolha de sangue, a vá acalmar. Acredito que estar em cima, literalmente, do acto atrapalha as enfermeiras e que essa pressão é transmitida à minha filha. Acredito que a Ana já com dores, não precise ainda de olhar para mim e ver o ar aflito com que, inevitavelmente, fico. Acho que só pioraria. É por isso que me afasto aqueles minutos, curtos minutos, que me parecem horas marcadas pela cadência do choro da minha filha. 
Mas volto. A Ana sabe que volto sempre. E volto para lhe oferecer o que melhor lhe posso dar nesta circunstância, para colocar ao seu serviço a competência em que bato qualquer enfermeira a mil e em que sou mesmo insubstituível: volto para a acolher em mim num colo nosso, de mãe e de filha, de mãe porque a sei precisada de mim, do conforto do corpo onde morou , e de filha porque também eu preciso de colo, de lhe dar colo, de a sentir respirar junto a mim. Do colo dela para me confortar, também. 
E é nestes dias, para além de todos os outros mais felizes, menos ranhosos, mais desentupidos do nariz que vamos construindo a nossa relação. E, ainda que só amanhã tenhamos alta, isto de ser mãe, ainda assim, mesmo assim, especialmente assim, é a cada dia que passa, todos os dias, cada vez melhor e mais especial. 


domingo, 21 de outubro de 2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Baby blog's rorschach


Isto é uma chucha com ... (completem)



(Já vos desvendo a minha interpretação e de mámen)

(Não me perguntem como é que a chucha ficou assim, ok?)

Pólo Mac Norte Gyver

A miúda está constipada e tapadíssima. Eu não tenho máquina de fazer vapores.

Hum... Well, mas tenho um esterilizador de biberões, né?


(Quando a miúda crescer ainda me vai servir para fazer limpeza à pele, vão ver!)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O Damo e a Vagabunda (Ironias da vida conjugal)

Quando nos conhecemos eu era a menina da cidade. A primeira vez que visitei a ilha de onde ele é natural decidi descer à Caldeira de Santo Cristo de babuchas (lembrem-me para um dia escrever sobre esse episódio!) e fiquei chocada quando o vi montar a tenda no meio do nada. Estreava-me no campismo selvagem num lugar tão belo quanto ermo, tão paradisíaco como incrivelmente despojado.
Ele era campónio. Convidou-me para o acompanhar a um casamento na ilha que durou 2 horas, com missa incluída. Fiquei chocada mas após a comanzaina no salão paroquial os convidados desertaram com pressa: tinham que ir tratar das vacas. Eu fiquei chocada (a música? o bailarico? as fotografias?). Ele encolheu os ombros e achou normal.
Hoje, muitos anos depois, juntos e com uma filha em comum estamos a planear o baptizado na ilha. 
Hoje, ele quer uma cerimónia numa quinta com capela, guardanapos de pano, mesas com toalhas a combinar, músicos. Eu? Eu quero sopas do espírito do santo, alcatra e massa sovada em mesas corridas com bancos improvisados com tábuas em cima de tijolos e banda filarmónica a tocar numa rua das Velas. 
A vida é irónica. 

Gravidez: o fecho do ciclo

A Dra. Guilhermina não me conhecia de parte alguma. 
Depois de ter sido mal atendida na CUF Descobertas fui ao Centro de Saúde, de onde me reencaminharam para a consulta de alto risco do Hospital de Cascais.
Gostei da Dra. Guilhermina desde o primeiro olhar, ainda que não seja do tipo de médica fofinha e kiducha, que se desfaz em risos e simpática até mais não. A Dra. Guilhermina é, num primeiro contacto, um pouco seca, até. Hoje, dez meses depois, sei que é tímida.
Sem muitas conversas fomos-nos vendo semana após semana. Conhecendo melhor. Adivinhei-lhe cada pausa no discurso, cada silêncio, cada olhar perscrutador. Ela tranquilizou cada expressão ansiosa no meu olhar, cada nó na garganta, lágrima de desconforto e dor. A Dra. Guilhermina revelou-me o ser mulher da minha filha, as boas notícias após cada rastreio genético e ecografia morfológica. Sorriu quando me viu comovida a ouvir, pela primeira vez, o coração da Ana e quando me mostrou a primeira imagem mais humana da bebé.
A Dra. Guilhermina apaziguou-me as angústias, os medos, as preocupações. Recusou-se a acompanhar-me, em paralelo, no consultório privado onde também dá consultas, acolheu-me com disponibilidade em cada banco de urgência, escreveu no meu livro verde o seu número de telemóvel e insistiu que estava à minha disposição. A Dra. Guilhermina trabalha num hospital público e é o exemplo perfeito de que a humanidade com que se trata um doente, a defesa do seu bem-estar e conforto não é exclusiva dos hospitais particulares.
A Dra. Guilhermina chamou a Dra. Cecília de cada vez que fui internada, para substitui-la quando estava ausente. E a Dra. Cecília deu continuidade ao trabalho da colega, sempre atenta e sensível, profissional e humana.
No dia 9 de Agosto a Dra. Guilhermina interrompeu as suas férias para comandar a cesariana que trouxe a Ana ao mundo. Calada e discreta abriu-me a barriga, olhar doce e meigo, e puxou a minha filha das minhas entranhas, assistiu ao seu primeiro fôlego, ao som novo do seu respirar. E sorriu de uma forma diferente da que me tinha habituado ao longo dos últimos sete meses e meio. Um sorriso feliz, genuinamente feliz pela vitória acabada de acontecer. 
Pegou na Ana ao colo e deu-lhe o primeiro colo, abraço, mimo. 
Por isso e, por tudo o mais, quando hoje fui consultada pela última vez por ela para fechar o ciclo da gravidez e pós-parto deu-me uma nostalgia, uma saudade dela já. E precisei de agradecer. 

Dra. Guilhermina a pegar a mão da Ana pela primeira vez.
 Quadro com inputs meus e fabricado pela querida Maria Mariquitas do "Amor ao Quadrado"

Dra. Cecília com o seu coração ligado ao da Ana através do cordão umbilical.
Quadro com inputs meus e fabricado pela querida Maria Mariquitas do "Amor ao Quadrado"

A Joana fez acompanhar a minha encomenda por este quadro maravilhoso, oferta para a Ana.
Nele consto eu, a bebé e, claro... a ursa Pólo Norte, só para contextualizar. 

(Para conhecerem o trabalho da Maria Mariquitas espreitem o blog e o facebook.
 Garanto que não há como resistir...)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Status da evangelização quadripolar

Em três anos de blog: 28 países quadripolarizados e 12,4% do Mundo é quadripolar!

Alguém irá visitar países "virgens"? Alguém vive em países não quadripolares?

Do que estão à espera, caramba?

sábado, 13 de outubro de 2012

Botswana? Onde é que isso fica? Who cares? Está quadripolarizado!






"Querida Ursa,

bem sei que estou em falta porque ainda não quadripolarizei o país onde estou a viver, a África do Sul, mas só me lembro disto quando atravesso fronteiras!

da última vez foi a Namíbia, desta feita temos o Botsuana! 

infelizmente não encontrei ninguém junto à entrada da Univ. (era domingo!!) e tive que ser eu mesma a declarar, uma vez mais, o carinho quadripolar que por ti nutro!!! 

um beijinho,

D"


Beijinhos para a D. mais linda!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quadripolarize a sua praia: Meco


"Ursa, como não sei se a praia do Meco já foi quadripolarizada, aqui vai a minha humilde contribuição.

Não deixes a baby-bear ver a imagem, é só para maiores de 18 ;)

Cumprimentos quadripolares,

Sílvia"

Beijinhos descascados para a Sílvia Tavares

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Singularidades de uma rapariga loira

A miúda tem uns grandes olhos azuis, é um facto.

Mas sinto-me desconfortável que sempre que alguém a veja diga "C'olhões!"...

Como fazer com que uma bebé não chore desalmadamente após levar três vacinas? Pólo Norte explica.

Hoje era dia da baby bear levar  4 vacinas. Uma era bebível mas as restantes eram injectáveis.
Quando foi o teste do pezinho a Ana transformou-se numa vuvuzela, pelo que, hoje estava preparada para o pior. 
De manhã, antes de ir para o centro de saúde, tirei o meu café da Nespresso e decidi que precisava de álcóol para aguentar o berreiro que se adivinhava. 
Bebi um cálice de licor de mel do Ezequiel que trouxe de S. Miguel, benzi-me e lá fomos nós. 
Assim que lhe foram dadas as três picas, a Ana chorou como era previsto. No entanto,  no segundo em que lhe peguei ao colo, calou-se milagrosamente. 
Mámen e a enfermeira comentaram, embevecidos, as maravilhas da vinculação dos bebés às mães. 



Eu aposto mais na teoria de que miúda ficou anestesiada com o meu hálito. 

República Checa? Quadripolarizada!



Um grande beijinho para a Ana Luisa Gonçalves que quadripolarizou Jicin na República Checa

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ana, a maior


Como saber que uma criança tem pais psicólogos?

Diz mámen para a Ana: "Porque é que estás a fazer birra? Que comportamento tão feio! Não gostamos desse comportamento!"





(Sim, aqui não se diz: "Ai que feia! Que menina tão feia a chorar! Assim não gostamos de ti!". Referimos-nos sempre ao comportamento não à Ana pessoa. Manias de psicólogos...)

Quadripolarize a sua praia: Praia de Santa Eulália





"Viva!!
Sendo eu leitora assídua do teu blog, aqui fica a minha contribuição para a quadripolarizacao das praia (e nao só!)
Aproveito naturalmente para desejar as maiores felicidades a família polar, agora com um novo membro!
Um grande beijinho 
Carla Freitas"


Um beijo e um queijo à Carlinha.

Aos 9 de Outubro de 2012: carta à Ana que aqui chegou

Há dois meses atrás eu acreditava que os melhores cheiros do Mundo eram o da canela, o da erva acabada de cortar, chá verde com menta, o do pão acabado de cozer em forno de lenha, o da maresia em dias de maré alta, o cheiro da terra molhada após as primeiras chuvas depois do Verão, mexidos acabados de fazer na véspera de Natal, o cheiro das páginas dos livros novinhos em folha prontos a serem estreados no início de um ano lectivo, colónia fresca na pele barbeada do meu avô.
Há dois meses atrás eu acreditava que os melhores sabores eram o de água fresca, fruta quente roubada directamente da árvores do quintal dos vizinhos, amoras acabadas de colher, salada de pimentos assada a acompanhar peixe regado com molho à espanhola, uma bola de Berlim comida no areal, pão com manteiga aquecido no bico do fogão,o do sal que fica na pele após um mergulho no mar, uma colher de leite condensado num assalto ao frigorífico durante uma insónia.
Há dois meses atrás eu acreditava que não havia som mais bonito que a da chuva a bater nas vidraças, o do piano do Jorge Palma, o da trovoada enquanto estamos deitados na cama, o da gaita de beiços do amolador de facas, o das gargalhadas em coro com amigos da nossa vida, o da pronúncia minhota, o da madeira a crepitar na lareira e o do mar a bater com força nas rochas. 
Há dois meses atrás não havia, para mim, toque mais prazenteiro que o de uma camisa de seda no peito desnudado, o da água do chuveiro a bater-me com força na pele após um dia cansativo, o da língua de quem se ama a mordiscar-nos a parte de trás da orelha, cafuné bem feito numa noite de Inverno, o da pele das pernas depiladas a tocar nos lençóis lavados e esticados numa cama onde nos acabámos de deitar. 
Há dois meses atrás as imagens mais bonitas eram a luz de Lisboa quando se chega de cacilheiro, os olhos verde azeitona da minha avó, as fotografias do passado nos álbuns, o do céu numa noite de lua cheia, o de o relógio de corda da casa dos meus avós, as pestanas de mámen, um gato a dormitar em cima do telhado, a baía de Cascais quando se desce a pé da Cidadela, o horizonte no Cabo da Roca, o musgo nos muros de Sintra. 
Há dois meses atrás tu vieste mudar tudo isto. Há dois meses atrás percebi que não há melhor cheiro que o da tua pele acabada de tomar banho. Não há sabor melhor que o da tua bochecha acabada de beijar de mansinho. Não há som mais harmonioso que o do teu respirar fundo e tranquilo quando me adormeces ao colo. Não há sensação táctil mais prazenteira que o toque do teu cabelo, fino e suave, cor de mel. Nem imagem mais bonita que a do teu rosto, desde o dia em que o teu Mundo começou em mim. 
Há dois meses atrás descobriste as melhores sinestesias da minha vida. E o ponto g do meu amor. 

Uma quadripolarização das Arábias




"Olá estou na Arábia Saudita e não podia perder a oportunidade de "quadripolarizar".
Como é proibido fotografar em praticamente todo o lado o que de melhor se conseguiu ( e bem à socapa) foi esta foto na praia (já reparaste no que está lá ao fundo? Isso mesmo que estás a pensar. Baterias anti-aéreas).
Muitas felicidades para os três (Ursa, Mámen e pequena Ana) e que tudo corra bem na nova casa!"


Um grande beijinho à Dorothy Parker!

domingo, 7 de outubro de 2012

A minha médica dá consultas ao domingo

Hoje tenho a consulta de revisão do parto. Wtf? Muda-me o óleo do cérebro (esteve desoleado, sim!)? As pastilhas dos travões do superego (andava a patinar)? Ter-se-ão queimado fusíveis? Será que preciso de uma embraiagem nova?

O cúmulo da quadripolaridade



"Olá Polo Norte!

Já ando para te enviar este e-mail há tanto tempo, mas foi passando. Em primeiro lugar, espero que esteja tudo bem com vocês (um beijinho especial para a Ana!).

Tal como para ti, este foi um ano especial para mim. No dia 26 de Julho, casámos em Veneza. Foi o concretizar de um sonho, um dia muito bonito e especial. E como forma de te mostrar que também tu és especial e fazes parte da minha vida (tu e agora a Ana!), venho provar que nesse dia lembrei-me de ti! hehe Aqui vai uma foto, tirada no nosso dia, na Praça de S. Marcos! (Sim, eu, com o meu vestido, e já de aliança no dedo! - desculpa a má qualidade da foto e a ausência do acento em "Pólo" hehe)

Entretanto, em lua-de-mel aproveitei para quadripolarizar Verona. (O papelinho usado é um bilhete de vaporeto!)

Beijinho grande,

Há maior quadripolaridade que quadripolarizar vestida de noiva? I ♥ Mónica!

sábado, 6 de outubro de 2012

A SIC comemora 20 anos (excepto nos Açores)

Pólo Norte- Lembras-te do "Muita Lôco?". 

Mámen- Nop. 

Pólo Norte- Bolas, com o José Figueiras e que tinha uma gordinha, a Paulina, a precursora desta coisa de ser fixe as gordas darem aos espectadores o direito a serem enxovalhadas como agora no "Toca a mexer".

Mámen- Não.

Pólo Norte- E o Big Show Sic, também não te lembras queres lá ver? Com o João Baião e as Baionetes? 

Mámen (muito sério)- Também não. Já chega, pá!

Pólo Norte (chocada)- Mas tu na adolescência não vias televisão, queres lá ver?

Mámen olha-me com um ar de desprezo e vira-me as costas a pensar que estou a picá-lo. Oiço-o a rosnar "sabes bem que não havia antena da SIC em S. Jorge"...

...


Um abraço de solidariedade aos açorianos que não cresceram traumatizados com o macaco Adriano e o "Ó Leonilde is love" da Fátima Lopes Assim se explica porque são tão lúcidos e fixes. 
E parabéns à SIC.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Foi há um mês...




Se Pólo Norte (este ano) não foi à Festa do Avante...

... a camarada quadripolar Sibila trouxe a Festa do Avante à Pólo Norte!

Obrigada miúda gira e fresca! (Pffff, falece!)

Quadripolarize a sua praia: praia de Porto Santo


"Olá Pólo!
Mesmo mesmo no finzinho das minhas férias, aqui vai mais uma maravilha de Portugal quadripolarizada: Porto Santo! E com direito a figurantes internacionais e tudo, eh eh.
(envio este mail agora já de noitinha para não azarar... A primeira mensagem que te enviei foi a 13 de setembro... Uiii)
Beijinhos da madeirense que trocou (temporariamente) de ilha,
Tomásia"
Beijinho com sabor a poncha para a Tomásia

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Suspeito que hoje me bate à porta a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco

A minha amiga Xana ofereceu à baby bear uma espreguiçadeira com um mobil e cujo assento emite vibrações (atenção à expressão "emitir vibrações"!). 

Hoje estava a dar biberão à Ana e batem-me à porta. Era uma vizinha desta casa nova a falar-me sobre uma questão nas arrecadações e a pedir a minha assinatura. Como tinha a Ana ao colo  e não me apetecia mandá-la entrar saiu-me um:

-"Dê-me só um minutinho para pôr a bebé no vibrador e já venho assinar, ok?"

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Quadripolarize a sua praia- praia de Labruge



"Olá Ursa,
 
Em anexo umas fotos na praia de Labruge, pertinho de Vila do Conde.
Minutinhos mais bem passados, onde a praia "parou" para ver o que aquela "miúda" estava a fazer...
E lá tive de divulgar o teu blog.

Felicidades :)

Andreia Monteiro"

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Ana, a erudita. Ou talvez não.

Mámen põe a tocar música clássica para bebés e congratula-se que descobriu a fórmula para a miúda adormecer.

Hoje depois dele ir para o trabalho a Ana foi cobaia do Youtube.

Estou mortinha para que ele chegue: a miúda sorri automaticamente assim que ouve cantar o Toy.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...