segunda-feira, 26 de outubro de 2015

100 Quadripolares que vale a pena conhecer # Bruno (28)





"Entrei aqui mas sempre a ver se não encontro ninguém conhecido. O que é que vão pensar de mim, se me virem dentro de um sitio destes? Reputação estragada. 
Nunca vi um jogo num estádio na vida à conta disto.
Não tenho problemas com tascos abaixo de cão, com pessoal a vomitar na mesa ao lado mas estádios fazem-me icterícia.
É que eu nem gosto de futebol."


Bruno

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A VISITAR | Cooperativa Terra Chã

O ALDI tem uns pãezinhos de abóbora com nozes de bradar aos céus.

 E não digam que vão daqui...



Deliciar-se com pãezinhos 

Quem? Tabbouleh
Onde? Lojas ALDI

sábado, 17 de outubro de 2015

MÃEGYVER | Ana doente



Eu a enlouquecer.

(A quantidade de "mães" e "mamãs" por segundo que ela consegue dizer são dignas do livro de records do Guiness)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A ASSISTIR | Documentário "No words"



O que é que faz de nós humanos? É o que nós amamos, pelo que nós lutamos? O que nós rimos ou choramos? Ou meramente a curiosidade?

Conduzido por estas questões , o realizador Yann Arthus-Bertrand coleccionou durante 3 anos histórias reais de cerca de 2000 mulheres e homens em 60 países revisitando temas que nos unem a todos: a luta contra a pobreza, a guerra, a homofobia e o o uturo do nosso planeta num misto de amor e felicidade. 

São três os volumes desta compilação de histórias e esta a minha favorita. 

Mais aqui:   http://g.co/humanthemovie 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

A EXPERIMENTAR | CLUBE VII



AAna volta à natação e nós regressamos ao Clube VII

O Clube VII não é um  ginásio. É o sítio que nos acolheu para a primeira festa de aniversário da Ana, de cariz solidário, nos recebeu de braços abertos e que nos aperfilhou para sempre. 
O Clube VII não é um ginásio. É o sítio onde a professora de natação da Ana, que a ensina a nadar desde os 6 meses, tem todo o tempo do Mundo para avanços e retrocessos, dias de birras e de mau humor, dias de inquietude e desconcentração, dias de chucha que teima em não sair da boca e gargalhadas que facilitam pirolitos.
O Clube VII não é um ginásio. É o sítio onde posso deixar a Ana a ter aulas individuais na piscina e descansar a cabeça enquanto bebo uma bebida fresca na pequena esplanada com vista para os campos ou um chá no bar de bancos corridos onde se senta qualquer desconhecido como se fosse família.
O Clube VII não é um ginásio.  É o sítio onde as pessoas têm nomes, onde a Sílvia partilha comigo gargalhadas, a Ana me sorri sempre daquele jeito sereno e a D. Fátima e a Sandra atrasam a hora de saída para nos acompanhar na converseta durante o banho pós-natação da Ana.
O Clube VII não é um ginásio. É o sítio que colocou um receptáculo gigante para recolher lenços para o evento dos "Lenços de Solidariedade" e ofereceu aulas gratuitas de ioga e relaxamento para mulheres vítimas de cancro poderem aprender a melhor gerir a dor. 
O Clube VII não é um ginásio. É o sítio onde tive aulas de primeiros socorros pediátricos. E onde numa festa maravilhosa conheci o Jorge Palma E onde me sinto em paz mesmo que esteja no meio do bulício de Lisboa.
Este seria um post de publicidade encapotada ao Clube VII se o Clube VII fosse um ginásio. Só que não é. É uma espécie de segunda casa que recebe uma comunidade à qual a Ana e eu pertencemos com muito orgulho. E família não precisa de publicidade.

Obrigada por isso, Clube VII




Conhecer o clube de família mais completo de Lisboa

Quem? Clube VII
Onde? 
Parque Eduardo VII, 1070-099 Lisboa 
Reservas? Pelo telefone 213 848 300
Saber mais? 
marketing@clubevii.com


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

O Mundo divide-se entre...

... quem acabou de ver o videoclip da última música da Luciana Abreu e entre quem ainda não tem os ouvidos e os olhos em sangue.

A quadripolarização mais emocional de todas






"Ola Ursa,
Em anexo as fotos da Quadripolarização da terra da sua família materna (Poiares – Ponte de Lima), visto que ainda não estava devidamente quadripolarizada.
Ao dispor.
Carolina Rocha"

Esta quadripolarização esteve em suspenso alguns meses. Cada vez que botava os olhos na fachada da Quinta da Torre- onde a minha avó nasceu, onde eu passei em cima de uma vaca até ao posto, onde descasquei milho e lhe reirei as barbas para fazer chá, onde cheirava ao pão de milho quente da minha tia Carminda, onde soava a buzina da carripana do pão que nos trazia rosquilhas que comíamos com o mel das abelhas que ali viviam, onde me ria das tropelias do Toné, o caseiro da quinta- cada vez que botava os olhos nestas fotografias dava-me vontade de chorar. 
Sempre achei que não tinha uma terra. Sou um bocadinho de todos os sítios onde fui feliz. Mas toda a gente tem um chão, um ponto de partida, onde o GPS da vida se inicia, terra onde assentam as raízes mesmo que os troncos ramifiquem Mundo fora, onde o som da pronúncia soa a casa, a lar. Toda a gente tem uma terra. A minha é esta. Minho no seu mais verde melhor. 

 E esta é a quadripoilarização mais emocional de todas. Obrigada, Carolina!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Ahhh, Veneza!


"Bom dia minha querida!
"Olhaaa quadripolarização fresquinhaaaa!"
Em Veneza! :)
Beijinhos e saudades!
Anabela"


beijinhos, minha Anabela!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

A tripulação de bordo da Ryanair mostra que tem, efectivamente, um grande sentido de humor


Ahahahahahahahahaha! É a raspadinha quadripolar, ó fregueses!


(Obrigada à hospedeira voadora não identificada- a seu pedido! 
É sempre bom termos infiltrados quadripolares a bordo. Beijinhos. )

Honduras? Checked!



Obrigada Alda! Honduras já cá canta!


Conheçam a cruzada quadripolar aqui.

Fui ao Porto com a Ryanair

Saí de casa atrasada e não tomei o pequeno-almoço. Tinha feito o check in online, por isso, dei-me ao luxo de chegar em cima da hora, até porque o terminal 2 do aeroporto de Lisboa tem menos lojas do que a Atrozela (se não saibam onde é: googlem!) e eu tinha muitas coisas para fazer para além de bezarrar num terminal de aeroporto
As pessoas ficam ali todas em filinha nas portas de embarque e eu acho bonito. Deixo-as todas alinharem-se com pressa de chegarem primeiro ao avião. Diverte-me a urgência que têm em enfileirar-se ou com medo que a lotação esgote, ou com a expectativa de apanhar lugares na primeira fila para veres melhor o voo (só que não) ou não sei porque razão. Fico sempre para último. 
Finalmente sentei-me e pensei para os meus botões: "Ena pá, que bom, vou dormir uma soneca de 1 horinha até ao Porto, maravilha!". E depois começou a pândega, de tal forma que (juro por Deus!) houve uma altura em que pensei que havia por ali câmaras ocultas e iríamos todos aparecer nos Apanhados. 
Eram três os hospedeiros e estavam tão bem sincronizados nos tempos de palco, nas pausas para respirarem, nas deixas e contra-deixas que tenho pena que se tenha perdido um elenco espectacular de stand up comedy em prol de uma tripulação de voos lácoste
Eu não estava à espera que a hospedeira se sentasse no chão a ler pelo megafone telefónico as pechinchas que se vendem a bordo. Também não estava à espera que o som da gravação para chamar a atenção das pessoas e lhes explicar as regras de segurança em vez de um "ding dong" fossem um "booooionnnng!" de vuvuzela.  Não estava à espera que um dos comissários de bordo dissesse: "E agora vamos chegar ao momento mais aguardado deste jogo: a venda das raspadinhas!" e que mantivesse um semblante sério enquanto dizia aquilo e enquanto passava ao nosso lado no corredor a ver quem comprava. Não estava à espera que o outro comissário de bordo se saísse com um: "Se o comandante não teve a brilhante ideia de acender as luzes dos  cintos de segurança à toa, é capaz de ser bom vocês apertarem-no porque vamos aterrar. A partir deste momento são proibidas idas à casa de banho, permanecerem de pé ou dançarem o tango!". Não estava à espera da hospedeira passar com um saco de lixo aberto e perguntar a cada um de nós: "lixo?", "lixo?", "lixo"?
Já tinha voado em lowcosts mas há muito tempo. E tudo isto era um rol de novidades para mim.
Pensava que tinha, apenas, comprado uma viagem de avião low cost para o Porto. Mas de bónus trouxe a experiência de uma stand in the air comedy. E só não trouxe um colchão, como aqueles que impingem às pessoas que alinham numa excursão à Régua sem saberem para o que vão, porque não calhou.
E desta vez aterrámos e ninguém bateu palmas. Injustamente que isto foi um primeiro acto inteirinho de um teatro de revista, só faltaram os penachos no meio das pinhas do pessoal de bordo. E não houve palmas porque acho que estava tudo em choque a ver quando entravam os colchões ou os aspiradores que se compram a prestações.
Mas, tenho para mim, que esteve asssiiiim para ter acontecido! Assssiiiim!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lua-de-mel quadripolarizada, lua-de-mel abençoada




Um beijinho para a Ana o o seu recém-esposo que em lua-de-mel na Tailândia não se esqueceram de afirmar a sua quadripolaridade!

Que sejam felizes (e quadripolares) para sempre!



Conheçam a cruzada quadripolar aqui.

domingo, 4 de outubro de 2015

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que não tiraram fotografia ao seu boletim de voto para pespegar no facebook e as outras.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...