terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mámen: o eremita

Mámen está na net, lê um post da nossa amiga SJ, vai à varanda, fuma um cigarro, volta para dentro, faz uma torrada, barra-a de manteiga, encosta-se à ombreira da porta da sala e dirige-se a mim com um tom introspectivo:

"O que é hipster?"

...

...

...


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Isabel: a quase-quadripolarizada



"O melhor que pude congeminar da minha cadeira hahaha. Ela separou se do william e eu não fazia ideia! Ela armou se em fina e saiu logo, nao assinou livros nem tirou fotos: buhhh! Fica a intenção. Beijinhos, Dina!"

Dina, obrigada, pá! Valeu!

O Mundo divide-se...

... entre quem lhe chamava cloche e quem lhe chamava patusca. 



(E quem não faz puto ideia a que se refere este post)

O meu novo restaurante preferido de todo o sempre

Nós nem sempre nos demos demos. Quer dizer, eu e a Catarina sempre, somos amigas há quase 20 anos e a amizade tem resistido à distância entre Bissau e Lisboa, ao tempo de ausência que medeia cada regresso a Portugal, a skypes desligados frequentemente, a falta de internet da Guiné, a meses sem comunicações efectivas. Mas com ele não foi amor à primeira vista, especialmente porque o seu antecessor era muito gostado por todo o grupo de amigos. Mas devagarinho começámos a aceitar as nossas diferenças (e são muitas), a rirmo-nos delas, meteu viagens a quatro pelo caminho, meteu muitos jantares, meteu partilha de hosteis e, neste momento, as diferenças continuam lá mas já não nos limitamos a aceitá-las ou a rirmo-nos delas mas, antes, a celebrá-las. E tem sido muito bom.
Por isso, de partida para a Guiné tinhamos pendente este programa a quatro (em boa verdade, a cinco, que a Ana alinha sempre em tudo!): irmos jantar ao restaurante libanês mais conhecido de Lisboa: os Fenícios.
Nós somos muito despreconceituosos em relação a experimentarmos comida de outros países nunca imaginámos que este festival de sabores ia revelar-se a melhor experiência gastronómica de sempre e para isso contribui em grande escala termos sido levadas por ele, o nosso amigo libanês que, neste momento, é mais que o marido da minha melhor amiga.
"Os Fenícios" fica na Rua Conde de Redondo, a vista da rua é discreta. Entrámos e fomos recebidos pelo dono que nos recebeu com o seu melhor português, simpático nas horas, sempre solícito e preocupado e que comunicou durante todo o jantar em árabe com o nosso amigo, na tarefa conjunta de encontrarem os melhores sabores, a melhores texturas, a melhor experiência gastronómica das nossas vidas. E- caraças!- conseguiram-no!

Podíamos ter ficado só pelas entradas: esta arvorezinha com pratos nos ramos é inexplicável: os nossos preferidos foram os pastéis de grão com sementes, os rolinhos de arroz com carne enrolados nas folhas de videira, o queijo cremoso libanês, o húmos, a pasta de beringela e os pastéis. Em boa verdade, agora que releio o que acabei de escrever: foi tudo!
As sobremesas que escolhemos levam ambas natas, cozinhadas de uma forma que nunca provei antes: a da esquerda leva pistaccios torrados por cima e rosas caramelizadas que dão um odor maravilhoso à sobremesa e a da direita tem fios de letria na cobertura numa mistura tão imprevisível como absolutamente deliciosa. 

Nós pedimos três pratos e partilhámos todos. De salientar no prato da esquerda a carne cozinhada de forma única e com um sabor a especiarias ma-ra-vi-lho-so, o prato do meio foi o meu preferido com o grão de bico envolvido em iogurte e passas magistralmente cozinhado e a espetada do prato da direita com um arroz como nunca tinha experimentado antes estava de bradar aos céus!

Foi, provavelmente, a minha experiência gastronómica mais feliz e este restaurante é, oficialmente, o meu novo restaurante preferido de todo o sempre!


Shukran.Mahmoud!



Experimentar uma das melhores comidas mediterrânicas do Mundo:a  libanesa 


Quem? Restaurante "Fenícios"
Onde? Rua do Conde Redondo, 141-A, LISBOA 
Contacto: Pelo telefone 212 448 703
Saber mais? http://feniciosrestaurante.com.pt/

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Se for grátis, até injecções nos olhos, pá!

Era uma vez um casal que se sentou numa esplanada na rua do Coliseu dos Recreios e veio um homem e ofereceu-lhes dois bilhetes para o concerto do Leandro que estava acontecer ali.

Era uma vez um casal que não fazia a mais pálida ideia de quem era o Leandro.

Era uma vez um casal que teve uma belíssima experiência antropológica sociológica.




(Leandro: bates forte cá dentro!)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Ir ao Algarve de transportes públicos: uma experiência sociológica

Ir ao Algarve de transportes públicos: a saga. 

Sair de Lisboa às 10h30 de autocarro e passar 5 horas de viagem até chegar a Vila Real de Santo António, exausta e toda partida para a formação que começava às 16h. 

A formação dura 2 horas. Acabou às 18h15, neste caso. 

O último autocarro diário de VRSA até Lisboa é às 17h30. O último comboio diário a vir do Algarve para Lisboa é às 17h56... em Faro (a 100 km de distância de Vila Real de Santo António). 
Fiquei, sem alternativa, a dormir no Algarve. 

Hoje perdi o comboio das 07h da manhã e só pude apanhar o seguinte... às 12h39. 

Depois vim no de Faro para Lisboa das 13h54 que chegou às 17h26. Ou seja, mais 5 horas de viagem. 

Presumo que seja isto "o Portugal esquecido e ostracizado". 

Um abraço solidário aos meus amigos algarvios, sim?

A estreia nas viagens de balão ou Pólo Norte tu vas tomber






Calhou ter ficado no balão de uma equipa francesa. Eu não falo nada de nada, rien de rien de francês e pensei para os meus botões: "Oh que se lixe, vai ser uma viagem em paz e silêncio que vai ser uma maravilha!". Só que não.
Assim que começámos a descarregar a carrinha começou o loucura: foi desenrolar o balão, foi insuflar o balão com ar, foi alçar das minhas pernas de 2 metros (not!)  e saltar para dentro do cesto, tudo sobre o comando de voz gestual do piloto, que também não falava inglês e muito menos português.
E passada uma meia-hora, walkie talkies testados, começamos a subir devagarinho, devagarinho, como se fosse um sonho. E a paisagem em pleno voo era deslumbrante e comecei a relaxar.
 O cesto era pequeno e estávamos com a lotação esgotada, ora, eu que sou uma pessoa que precisa de um largo personal space comecei a encostar-me a uma esquina do cesto até que oiço "attention, attention!" e comecei a olhar para baixo para ver que raio me estavam eles a chamar a atenção. Até que levo uma safanada do senhor e um "arrete" que é para ver se abres as bistinhas que estava encostada aos tubos por onde circula o gás e não tardava nada íamos fazer bungee jumping em vez de balonismo. Nessa altura já tínhamos perdido altitude à custa de eu ser uma 'ssoa meigiinha e atenta e tudo e tudo e tudo e comecei a ver o filme de quase fazermos uma razia a um post de electricidade e comecei a pensar na minha rica filhinha que havia ficado em terra com o seu querido pai e a ver a minha vida toda a andar para trás.
Nessa altura devo ter ficado branca como farinha maizena pois o piloto começou a cantar em francês muito descontraído para me entreter e lá fez subir o balão. E a partir daí entreguei-me nas mãos de Dieu e deixei de intelectualizar. E foi bom, incrivelmente bom e libertador.
Durante duas horas sobrevoámos os céus do Alentejo e a paisagem é de cortar a respiração. De repente, acabaram-se os uh la lás, os arrete, os attention e curtimos um silêncio fabuloso enquanto voávamos.
A descida foi agitada. Tínhamos (tinha o piloto que eu cá não risco nada) que perceber bem onde deveríamos aterrar e a escolha estava difícil, ora porque havia vacas no pasto e ir-se-iam assustar com o barulho dos queimadores, ora porque porque estávamos longe das estradas e o resgate do balão seria difícil por parte do outro membro da equipa que tinha ficado no carro de apoio ora...
Aterrámos ao pôr do sol! E foi inesquecível!
Demoraram uma hora a resgatar-nos (acabámos por aterrar mesmo no meio de um descampado, longe do asfalto e de caminhos bons para a carrinha circular) mas nós esperámos com a classe com que só os franceses conseguem ter: num piquenique já em terra, à sombra do balão, entre queijo e copos de vinho, felizes e sem nos entendermos num código de língua comum mas partilhando sem espinhas a linguagem da felicidade!

Merci, mes copains! Merci!

A CONHECER | Deedoo


O Deedoo é um quadro de rotinas pensado para as crianças a partir dos 3 anos que funciona como um brinquedo ao mesmo tempo que promove a autonomia, independência e responsabilização. Através da definição de um conjunto de actividades e horários diários, a criança é convidada a cumprir uma rotina assinalando no seu quadro as tarefas realizadas com a ajuda de ímanes coloridos.

O Deedoo é da autoria da querida Olga Reis que explica a importância das rotinas para um crescimento e dinâmica familiar saudáveis: “Quando a rotina é bem estabelecida, gera segurança, diminui a ansiedade e situações de desorientação. Além disso, uma rotina bem planeada ajuda na formação de bons hábitos. E quando os bons hábitos são incorporados, os castigos e as agressões não são necessárias”.

Com o Deedoo as famílias conseguem tornar os seus dias mais previsíveis, ao adaptar as tarefas às diferentes fases de desenvolvimento das crianças. Com as crianças mais pequenas podem ser criadas rotinas em torno da alimentação, higiene e horas de deitar; à medida que crescem é possível incluir actividades como a arrumação do espaço e organização dos objectos de uso pessoal ou ainda a participação nas tarefas familiares como a alimentação ou passeio do animal de estimação. O Deedoo incentiva também o reforço positivo premiando a criança pelo esforço alcançado no fim de cada semana ou mês, ou ajudando a corrigir comportamentos.
O Deedoo é personalizável com o nome da criança e vai estar disponível a partir do dia 18 de Novembro, em exclusivo, no site www.deedoo.ptpor 29,90€, com portes de envio. O conjunto inicial é composto por um quadro de rotinas e 17 ímanes com a possibilidade de complementar com packs de ímanes organizados por temáticas. 
Por cada quadro vendido 1€ reverte para o “Bairro do Amor”.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

100 Quadripolares que vale a pena conhecer # Nuno (29)






"O Nuno usou, pela primeira vez na vida, calções no Verão. No seu primeiro campo de férias da ASBIHP (Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal) confessou-nos que, apesar de viver no Algarve, nunca antes usara calções. E se fazia calor nos dias prolongados de Verão em Vila Real de Santo António!


A cidade é pequena. Todos se conhecem. Na escola chamam o Nuno de "rodinhas". Ele sorri, com um sorriso conformado, escondendo que o incomoda que o resumam à sua cadeira de rodas. Ele é mais do que ela, ele existe para além dela. E gostava de se tornar mais visível: que olhassem para o rapaz de 17 anos para além do rapaz da cadeira de rodas. Que olhassem para si, Nuno, um rapaz como todos os outros da cidade, da escola.

É curioso como essa necessidade de visibilidade se confunde com outra de invisibilidade. O Nuno não gosta de dar nas vistas. Às vezes desejava ser invisível e que nenhum dos colegas troçasse dele. Que não o excluíssem das saídas extra-escola porque não sabem como ultrapassar as limitações da sua cadeira de rodas. Desejava ser invisível quando tem que sair a correr da sala de aula para ir à casa de banho e que ninguém fizesse notar em voz alta a sua ausência e a ampliasse com ar de injustiça. O Nuno daria tudo para não ter aquele "privilégio" tal como os outros o encaravam, uma necessidade inevitável para si.


O Nuno deixou de fazer Educação Física e precisa. Não aguentava o medo de fazer um movimento mais brusco e que se notasse o corpo imperfeito, a escoliose, as cicatrizes por debaixo do fato de treino. Tinha medo das risadas, do gozo, da falta de sensibilidade dos colegas. Os professores não insistiam e começaram por lhe dar papéis secundários. O Nuno adorava jogar basquetebol em cadeira de rodas mas agora era sempre árbitro. Às vezes fazia relatórios das aulas.


Acabou por ser dispensado da aula. E o Nuno precisava de se exercitar porque uma vez que as pernas não funcionavam precisava de concentrar toda a sua força e agilidade no tronco e membros superiores. E olhava, de fora, espectador de uma aula onde deveria ser participante activo. Os professores não tinham culpa, não conheciam nada sobre a patologia, não queriam arriscar uma fractura, um acidente.


E chegava o Verão. E o Nuno sempre de calças, a suar, cheio de calor. Não usava calções. Era o preço a pagar para poder esconder as talas, as pernas atrofiadas e cheias de cicatrizes das múltiplas cirurgias ortopédicas. Era o preço a pagar pela sua invisibilidade. Queria tanto ser visível mas o era o conforto da invisibilidade aquilo que mais procurava. Queria não ter medo de mostrar quem era mas nada mais lhe restava do que ser o mais discreto possível, não se expor, preservar-se, não dar nas vistas. Ninguém reparar nele para não correr o risco de receber epítetos para além do "rodinhas".


No Verão, de calções, no campo de férias só com outros miúdos com Spina Bífida falou-nos do calor que sentia no Algarve. No desconforto de ter que esconder as talas, as botas ortopédicas, a deficiência, o Nuno no seu esplendor. Para além das rodas da sua cadeira.

Visitámos o Nuno, num dia de Outubro solarengo, na sua escola. Setenta colegas quiseram perceber o que estávamos lá a fazer. Lançaram o grande dado do jogo#serdiferenteéserúnico. Experimentaram transportar um tabuleiro com o almoço e um copo cheio de sumo no refeitório da escola... sentados numa cadeira de rodas igualzinha à do Nuno. Detectaram aspectos na escola a melhorar, boas práticas já existentes. Foram desafiados a encestar uma bola de basket ainda sentados na mesma cadeira e a dançar usando canadianas e disseram muitas vezes "não conseguimos". O Nuno sorria e mostrava que os desafios não eram impossíveis de concretizar, demonstrando como ultrapassava, no seu dia a dia, cada um deles. Para ele não eram desafios de um jogo: era a vida real.


Um a um, os miúdos iam olhando para o Nuno com mais atenção. Miravam-lhe os movimentos mais finos, elogiavam-lhe a perícia e todos pararam quando ele sacou uns cavalinhos e mostrou como é possível dançar numa cadeira de rodas. Todos aplaudiram, admirados e confrontados com o preconceito, envergonhados com todas as vezes em que durante o jogo assumiram que "não conseguiam" depois de perceberem que para o Nuno estes desafios não eram opção: eram uma questão de viver o dia-a-dia, de se incluir na dinâmica da escola, na vida da comunidade.


Palmadas nas costas, hi-5 e, sobretudo, sorrisos de empatia. Em cada um dos setenta miúdos. O Nuno a participar no jogo e, gradualmente, a ser chamado de Nuno e não de “rodinhas”. O Nuno a ser Nuno e a mostrar que ser diferente é ser único. Que todos diferentes e não todos iguais. Todos diferentes e ainda bem! O Nuno a tornar-se visível.


Os professores receberam formação sobre a patologia. O professor de Educação Física comprometeu-se que o Nuno iria exercitar o tronco e os membros superiores, que ainda iria a tempo de o tornar mais ágil e atlético, mais preparado e incluído na turma. Porque Educação Física não é só desporto: é socialização, é competição, é inclusão. O Nuno a sorrir com este objectivo, ali, traçado a dois, sem que tivéssemos feito muito mais do que explicar o que era a patologia e como se pode viver (bem) com ela e para além dela.


O Nuno a acompanhar-nos à carrinha velha da ASBIHP. A despedir-se de nós, sorridente e feliz. Genuinamente feliz. Tirou uma fotografia com o símbolo do "Movimento mais para todos", o seu coração estava assim: engalanado e cheio de gratidão.


Antes de metermos a chave na ignição pediu-nos que abríssemos a janela, tinha um último recado: "Agora, se continuar este calor de Outono sou capaz de trazer calções para a escola" e piscou o olho.
Nós sorrimos. Que seja assim na escola como na vida.



O Nuno já não tinha medo de ser quem era. Porque a diferença não tem que ser mascarada com a igualdade. Porque todos diferentes mas não todos iguais. Todos diferentes e- sim!- todos únicos. Todos diferentes. E ainda bem.



(Na recta final da edição de 2015 do Movimento Mais para Todos que apoiou a ASBIHP- uma das associações da qual faço parte-  e onde cooordenei durante todo este ano um projecto de promoção da diversidade e celebração da diferença quero-vos dizer- sem necessidade de graxa porque o projecto está no fim- que o LIDL, enquanto empresa, não supermercado, não negócio, mas empresa é dos parceiros mais estruturados, sérios e com maior sentido de uma responsabilidade social efectiva e propositada com quem já trabalhei. Assim, o porque a próxima edição do Movimento Mais para Todos terá início já a partir do próximo mês quero pedir a todos que colaborem e se lembrem que podem fazer a diferença. Mesmo que nem o percebam ao passarem por um rapaz cadeirante a usar calções. )

(Escrevi esta história a pedido do Movimento Mais Para Todos para uma acção interna mas o Nuno fez questão de me pedir que a partilhasse no meu facebook e agora, também, aqui. Obrigada por insistires na tua visibilidade, marafado. Gosto muito de ti!)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dora: a miúda que a pele adora!

A última vez que fiz uma sessão de depilação a laser Alexandrite foi há 11 meses. Repito: onze meses, quase um ano. 
Nesse intervalo de tempo nasceram-me pêlos ocasionais mas verdadeiramente insignificantes. Entretanto, a Dora esteve ausente por motivos de saúde e regressa, agora, melhor que nunca à la movida. E se a Dora tem salero, senhoras!
Posto isto, fui visitá-la para dar cabo dos solitários pêlos resistentes e, não sei se porque são realmente poucos, se porque já sei para o que vou, estive uns dez minutos nas mãos da Dora e desta vez nem um pingo de dor. E se ao princípio aquilo me doía (não é bem dor, são tipo uns choques)...
Podia só gostar da Dora, até porque a Dora é um doce e fácil de gostar. E podia vir aqui dizer bem dela porque, entretanto, nos tornámos amigas. Só que não. A Dora além de querida e simpática não faz nada da vida só por ser assim, nem tem o sucesso que tem só pela atitude:a  Dora é realmente boa naquilo que faz! E merece toda a publicidade e recomendações do Mundo por isso: por ser uma excelente profissional, dedicada e trabalhadora, proactiva e empreendedora e , essencialmente, por ser séria. 
Assim, tenho-vos a dizer que até dia 21 de Novembro, a Dora encontra-se a fazer uma promoção muito nice e que em Dezembro vamos avançar com uma promoção só para leitoras do Quadripolaridades. Para comemorar em grande o regresso da Dora!
Porquê Dezembro? Não, não é porque é Natal. Não, não é porque a depilação definitiva deve ser feita no Inverno para garantir que o sol não dá cabo da pele recém depilada. Nada disso.
É porque os estudos científicos assim o ditam, tá?





Ver-se livre dos pêlos... e da depilação! Para sempre. 


Quem? Dora
Onde? Lisboa
Contacto: Pelo email doracrsilva@gmail.com
Saber mais? https://www.facebook.com/dora.depil.laser

Porque hoje é dia 13

E fomos tomar o pequeno almoço juntos a um dia de semana e fugir à rotina sabe tão bem. Porque tu acordas-me com um "buongiorno principessa". Porque vamos na rua e agarras-me pela cintura e me roubas um beijo. Porque eu pergunto-te sempre "quantos meses?" e tu riste-te, nunca foste bom a fazer contas, e contra-atacas "diz lá tu" e eu respondo- sempre!- "agora não digo: estou amuada!" e ficamos a rirmo-nos os dois. 
(Já) não sei há quantos meses estamos juntos.  Mas sei que o dia 13 contigo é sempre um dia feliz. 
E continuo amuada. E a rir-me em coro contigo.
Porque gosto muito, tanto, até ao infinito e mais além de ti. 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

AGENDA QUADRIPOLAR | Children street store no Porto pelas mãos do Bairro do Amor

A Street Store na zona Norte foi um bebé difícil de parir.
Sabíamos que queríamos reproduzir isto mas a visão romântica que poderíamos tomar uma rua de assalto para a prática do bem num instante se desvaneceu. Contactámos 3 Câmaras Municipais e em duas delas nos disseram que o evento não fazia sentido porque nos respectivos municípios não havia sem-abrigo (pausa para limpar as lágrimas de tanto rir).
Tivemos que fazer ajustes no conceito e sintonizá-lo com a missão do Bairro do Amor e com a visão da Câmara Municipal do Porto (obrigada!) e, como resultado. teremos uma Children Street Store, a acontecer no próximo dia 28 de Novembro, durante todo o dia na sede da Fundação Porto Social, na Quinta da Bonjóia, Porto.
Esta children street store levada a cabo pelo Bairro do Amor será dirigida especificamente a crianças que neste dia vão ter a oportunidade de escolher roupa, calçado, material escolar ou brinquedos, num acesso democrático a uma experiência de “compra".

terça-feira, 10 de novembro de 2015

A EXPERIMENTAR | Voar num balão de ar quente

Um descampado no Alentejo profundo. Amanhece aqui onde estou. Equipas trabalham discretas, quase em silêncio. O barulho dos queimadores chama-nos à realidade. Um a um os balões levantam-se e o céu torna-se um arco-íris redondo, cor a cor, sonho a sonho.
Um dia os sonhos concretizam-se. Este não podia ser mais colorido.










O 19º Festival Internacional de Balões de Ar Quente Rubis Gás terá lugar até ao próximo domingo, dia 15 de Novembro, em Alter do Chão, Fronteira e Monforte. 
Este ano a organização apoia a ASBIHP (Associação de Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal), associação da qual faço parte, através da venda do íman temático solidário da autoria da Marta Tex.
Obrigada à organização, em particular a toda a família Soares com um beijinho especial muito grato à Andreia, ao Sérgio, à Inês e à querida Sofia! You're the best!



Encarnar o Willy Fog nos céus do Alentejo

Quem? 19º Festival Internacional de Balões de Ar Quente Rubis Gás
Onde? Fronteira, Alter-do-Chão e Monforte
Contacto: Pelo email media@publibalao.com
Saber mais? https://www.facebook.com/19FIBAQ/timeline

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Dia dos avós

Era um dia feliz.
Eu casava-me por amor. Também por amor a estes dois para quem este foi um dos dias mais felizes das suas vidas. Era um dia feliz e eu era mais feliz neste dia porque os tinha, a ambos, a desejarem-me um amor como o deles.
Um amor de conto de fadas.
Um amor de "e foram felizes para sempre".
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...