"Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver. 23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse... e foi assim."- Maeve Jinkings
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
O Mundo divide-se...
... entre as pessoas que acham aquelas bolachas que parecem esferovite objectivamente nojentas e as que as comem.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O Mundo divide-se ...
... entre as pessoas que ao ouvirem os primeiros acordes desta música trauteam " Ó Leonilde love" e as pessoas que cantam "All you need is love".
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Porque hoje é dia 13 (e agora somos 3)...
Pelo céu às cavalitas,
Escondi nos teus caracóis,
A estrela mais bonita, que eu já vi
Eu cresci com um encanto,
De ser caçador de sóis,
Eu já corri tanto, tanto para ti
Fui um príncipe encantado
Montado nos teus joelhos,
Um eterno enamorado, a valer
Lancelot de algibeira,
Mas segui os teus conselhos
Para voltar à tua beira
E ser o que eu quiser
(Refrão x2)
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
(Refrão)
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassois
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
(Refrão)
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassois
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
Labels:
Dia 13
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Guimarães- capital quadripolar 2013
"Pólo,
As monissimas quadripolarizaram o berço da nação!! Guimarães está já conquistada ;)
Beijinhos,"
Beijinhos às Moníssimas
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
O Carnaval dos hospitais
O conceito era simples: a Xuxi queria prolongar a sua estadia em Portugal e não tinha desculpa para dar ao seu mais que tudo.
O plano era vir passar dois dias a minha casa para, juntas, pensarmos numa ideia fabulosa para indrominar o respectivo.
Naquele dia tive que ir fazer análises de manhã ao hospital e pedi-lhe que esperasse por mim em Cascais. Que desse uma volta pela vila enquanto esperasse que eu fosse ao seu encontro. No hospital as análises demoraram mais do que o expectável e recebi uma mensagem dela a dizer que tinha caído e magoado um pé. Obviamente como ela é uma drama queen e, como eu já estava tão atrasada, achei que era uma cena confabulada para me apressar. Ignorei a mensagem, portanto.
Umas 3 horas depois da rapariga chegar a Cascais mando-lhe uma sms a combinar um ponto de encontro. "Mas eu não consigo andar, foda-se!" foi a resposta. "Pois, pois, deixa-te de merdas e vem mazé ter à Cidadela e não vale a pena fazeres fitas!"
Dez minutos depois, chega-me ela a coxear. Ups, a gaja tinha caído mesmo e até estava com medo de se descalçar para ver a dimensão do inchaço. A solução encontrada foi: "Ah, se isso deve estar tão mal, então não te descalces porque temos montes de coisas para fazer e agora não dá jeito ir ao hospital. Acabei de apanhar lá a maior seca, caramba!". Dito. Feito.
Almoçámos um sushizito. "Dói-te o quê? O pê, quê? Bebe sakê, pá, que isso passa!" e pedimos emprestado o carro a mámen, que passou no restaurante para comer a sobremesa e beber um café.
Tudo muito bonito, vamos a sair do parque e... "onde é que se mete a marcha atrás neste carro?" Quase uma hora depois continuávamos no mesmo sítio. Telefonar ao mámen estava fora de questão ("e vamos lá dar parte fraca, queres lá ver?").
Empurrámos o carro, obviamente, e seguimos em frente. "Enganaste-te no caminho? Não faz mal, entra aí por essa rua de sentido proibido e reza." ou "Precisas de fazer inversão de marcha? Nada disso, vai dar a volta ali a Sintra!"
Estávamos nós a lanchar quando... EUREKA! "E que tal usares a queda, ires às urgências mostrar o chispe e... voilá, tens a desculpa perfeita para adiares a viagem? Doença é doença, pá!"
O plano estava traçado mas... só para o dia seguinte que já eram horas de regressar a casa, beber umas kimazinhas e tratar do jantar açoriano: lulas recheadas à mámen.
Depois de jantar, a hora da verdade: descalçou-se e o chispe estava uma bola. Ela maldizia a queda. Eu, secretamente, achei que aquilo era culpa das centenas de vezes que carregámos na embraiagem, à vez, para tentar a puta da marcha atrás.
No dia seguinte lá fomos ao hospital. No caminho ela lembrou-se: "Olha, é pena que não me façam análises, que tenho umas para fazer e ainda tenho que ir pedir um P1 ao Centro de Saúde...". Pólo Norte, sempre à frente, lembra-se: "Porque é que não dizes que caiste porque desmaiaste? Assim, aproveitas e fazem-te as análises, de certeza! É um 2 em 1.".
Xuxi entrou no gabinete médico e, horas depois, ainda não tinha saído. Foram radiografias e radiografias, confirmou-se: não tinha nada no pé. Nem a ruptura de ligamentos que nós antevíamos nem nada de grave que justificasse o adiamento da viagem. Só uma entorse ligeira.
No entanto, à custa do desmaio por mim inventado fizeram-lhe as análises . E embora ela tivesse praguejado e me tivesse lançado um olhar de ódio quando, a propósito do desmaio que nunca o chegou a ser, lhe puseram o sorito na veia umas boas horas , a verdade é que a miúda me fica a dever uma.
A fotografia com o ar derreado da bicha a levar soro intra-venoso serviu de alibi perfeito para o marido, naquele que foi o nosso primeiro "Carnaval dos Hospitais".
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
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