Sabes que andas a assistir a demasiados episódios do Pocoyo quando a tua interjeição de eleição deixa de ser "foda-se!" ou "porra!" ou "caramba!" e passa a ser "oh céus!".
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sábado, 30 de março de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Curtas pós-parto # Paternidade realiza fétiche
Mámen assume que se sente o Tom Cruise no fime "Cocktail" quando faz o biberão para a miúda.
De-ca-den-te.
De-ca-den-te.
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sábado, 24 de novembro de 2012
Segurança Social a caminho!
Pólo Norte a acabar de ministrar formação parental (ironia das ironias).
Dentro do carro do carro duas formandas a quem deu boleia. Liga Mámen e atendo o telefone em alta voz...
Pólo Norte- Então e a Ana portou-se bem?
Mámen- Uma santa! Esta ali entretida há imenso tempo...
Pólo Norte- Ohhh! Manda-me uma fotografia! Está entretida com o quê?
Mámen- Está entretida a brincar com a ratinha...
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Dentro do carro do carro duas formandas a quem deu boleia. Liga Mámen e atendo o telefone em alta voz...
Pólo Norte- Então e a Ana portou-se bem?
Mámen- Uma santa! Esta ali entretida há imenso tempo...
(sorrisos embevecidos no banco de trás)
Mámen- Está entretida a brincar com a ratinha...
(Agora imaginem os olhos arregalados reflectidos no espelho retrovisor)
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
No ortopedista...
Médico- Diagnostico aqui, pela análise da TAC, duas hérnias discais que terão que ser operadas. Para começar não vai poder carregar com pesos superiores a 5 Kg, ok?
Pólo Norte (com ar preocupado)- Huuuum, está bem.
Médico- Então? Já foi operada tantas vezes, que semblante é esse?
Pólo Norte- Ah, com a operação posso eu bem. Agora não carregar pesos superiores a 5 Kg é que me deixa preocupada. É que a miúda já pesa 5,5 Kg e ou a ponho à dieta ou lhe amputo as duas pernas para me livrar do meio quilo, deixe-me lá analisar bem a situação.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
O problema não é meu. É delas...
Está-me a cair mais cabelo que a uma vassoura comprada nos Chineses. Ontem decidi ir ao cabeleireiro dar um corte no dito cujo.
Eu não sou fiel a cabeleireiros (já a mámen sabe Deus o que custa, quanto mais...) e quanto mais desconhecidos melhor, menos conversa da treta. Sim, eu tenho um problema com cabeleireiras.
Esta cabeleireira tinha um sotaque esquisito, não sei bem explicar, era um bocadinho fanhosa, não se percebia bem o que dizia e eu tentei empatizar com ela. Juro que tentei.
Cabeleireira (a partir de agora tratada por "a fanhosa")- Então o que é que vai ser?
Pólo Norte- Era para cortar o cabelo. Uns 5 dedos, por favor.
A fanhosa- Ah, o cabelo está um bocadinho oleoso. Quer shampoo para cabelos oleosos?
Pólo Norte (em pensamento: "tomei banho esta manhã, mas ela pensa que eu sou a Isabel Jonet ou quê'"): Não, por favor. Quero um shampoo normal.
A fanhosa- E uma máscara, vai querer? Sabe, o seu cabelo precisava mesmo de uma máscara.
Pólo Norte (com sorriso amarelo)- Não, quero lavar o cabelo com shapoo normal, cortá-lo e secá-lo com volume. Só isso.
(A fanhosa aguenta três minutos em silêncio amuada enquanto me lava a guedelha)
Pólo Norte (já a ficar séria)- Não. Quero só mesmo cortar o cabelo.
A fanhosa- Podia aproveitar e pintar o cabelo. Agora está muito na moda as madeixas californianas, não quer experimentar?
Pólo Norte- O quê? Raízes escuras e pontas queimadas? Ó senhora, para isso basta deixar de pintar o cabelo que faz o mesmo efeito...
A fanhosa (já ressabiada)- Agora que estou a penteá-la reparo que o seu cabelo está muito seco: não quer pôr uns pingos?
Pólo Norte- Mas então decida-se: na lavagem estava oleoso agora está seco? Em que ficamos?
(A fanhosa amua enquanto me corta o cabelo e aguenta mais 5 minutos calada)
A fanhosa: Quer cortar à franja?
Pólo Norte- Cortar a franja? Cortei-a no Natal e ando a rezar todos os meses para ela me crescer e agora que já passei a fase tenho-uma-palmeira-espetada-na-testa você quer-me voltar a cortar a franja? Nem pensar!
Pólo Norte (tentando a estratégia monossilábica e antipática)- Não.
A fanhosa- De certeza?
Pólo Norte (já sem empatia nenhuma): Senhora, corte-me o cabelo a direito, sem escadear e sem invenções, por favor! E seque-me com secador normal! E no fim apresente-me a conta que eu pago. Pode ser?
(Mais 5 minutos de silêncio e com um ambiente de cortar à faca)
(Pólo Norte sorrindo o mais amarelamente possível)
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(Eu mereço?)
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Pólo Norte, literalmente, com suores frios a pensar no Carnaval de 2013
Mãe- "A menina" está com uma auréola de cabelo ralo na cabeça e caiu-lhe cabelinho aqui numa zona ao longo de todo o perímetro cefálico.
Pólo Norte- Sim, é nas zonas de pressão, no sítio onde ela pousa mais a cabeça quando está deitada.
Mãe (a olhar para a cabeça da miúda com ar pensativo)- Huuuum, achas que isto não cresce até ao Carnaval?
Pólo Norte- Ahn? Porquê?
Mãe- Podiamos mascará-la de Santo Antó...
Pólo Norte (interrompendo com ar de terror)- Nem penses! Passa para cá a miúda JÁ!
(5 minutos depois, aproximando-se de mansinho e acariciando a cabeça da baby bear)
Mãe (com olhos de gato das botas)- Santo Antoninho, vá...
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Mãe de Pólo Norte- o regresso
(Troca de sms's com a minha mãe)
Mãe da Pólo Norte: "Olha o fatinho que acabei de comprar para a Ana!"
Pólo Norte- Credo! Esse fatinho é muito esquisito. Compraste onde?
Mãe- Qual esquisito qual quê?! Comprei aqui no Supercor, no supermercado do El Corte Ingês
Pólo Norte- Mãe, o Supercor não tem secção de vestuário infantil...
Mãe- Ai tem, tem! Estava num repositor com mais fatinhos. Estás-me agora tu a dizer que não tem, queres lá ver, lá vens tu com a mania que sabes tudo...
Pólo Norte- Mãe, NÃO tem! Volta atrás e vê lá em que secção compraste isso...
(5 minutos depois e o telemóvel não volta a tocar)
Pólo Norte (a insistir e com curiosidade genuína)- Então?
Mãe- OK, voltei para trás e percebi que era a parte da roupinha dos cães. MAS isto com um arranjo vai assentar que nem um brinco à menina...
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(Eu mereço?)
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domingo, 18 de novembro de 2012
Uma mulher sabe que controla as emoções... (as saudades que eu tinha de um despique com o meu Pipoco)
...quando, depois de sair do consultório da pediatra, já depois de desembolsar 75 euros sabendo que ainda vai ter que comprar uma dose de 150 € de vacinas, debaixo de um ar condicionado insuportável mas sem poder despir o casaco porque a miúda bolçou a camisa, chega ao wc do consultório e a miúda está (muito injustamente) borrada até ao pescoço e na atrapalhação quando levanta as pernas da bebé para a limpar com as toalhitas escapa-lhe o pé da miúda e uma mulher, neste contexo adverso, com cocó por todo o lado (e a camisa bolçada e o calor dentro do casaco) consegue respirar como lhe teria ensinado a professora na preparação pré-parto e consegue não mandar tudo para o real caralho.
(Beijinho, engenheiro!)
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sábado, 17 de novembro de 2012
Ana contacta, pela primeira vez, com o movimento gay
Ou sabes que és uma mãe quadripolar quando te esqueces de anotar no álbum da miúda o dia exacto da sua primeira gargalhada mas anotas o dia do seu primeiro arco-íris.
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A pupila suplanta a mestre
Pólo Norte chega ao local de recolha de medula óssea admoestando voluntariando Mámen.
Assim que entro no edifício, e alunas põem os olhos em mim a empurrar o carrinho de bebé, soltam muitos gritinhos e guinchinhos.
Mámen para Pólo Norte- "Pooorrra! Será que são leitoras do teu blog?"
Pólo Norte- "Não, humpft! Esquecemos-nos de retirar os óculos de sol à Ana e está irresistível..."
Assim que entro no edifício, e alunas põem os olhos em mim a empurrar o carrinho de bebé, soltam muitos gritinhos e guinchinhos.
Mámen para Pólo Norte- "Pooorrra! Será que são leitoras do teu blog?"
Pólo Norte- "Não, humpft! Esquecemos-nos de retirar os óculos de sol à Ana e está irresistível..."
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Como tornar um bebé quadripolar? Pólo Norte explica.
Comprei umas meias com guizos giríssimas na Primark. Hoje decidi enfiá-las nas mãos da Ana, uma vez que, aos 3 meses, ela começa a descobrir que tem extremidades.
Neste momento estou divertida a vê-la esbracejar. Está irritada por não saber de onde vem o barulho e olha para todo o lado. E quando está irritada, esbraceja...
E quanto mais esbraceja e mais barulho os chocalhos fazem mais irritada fica.
Eu não sou má, estou só a treinar uma filha perspicaz, minha gente!
Neste momento estou divertida a vê-la esbracejar. Está irritada por não saber de onde vem o barulho e olha para todo o lado. E quando está irritada, esbraceja...
E quanto mais esbraceja e mais barulho os chocalhos fazem mais irritada fica.
Eu não sou má, estou só a treinar uma filha perspicaz, minha gente!
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Aos 9 de Novembro de 2012: carta à Ana que aqui chegou
Ana,
Faz hoje três meses que te materializaste neste Mundo para me ensinares a amar melhor.
Ensinaste-me que se pode amar cegamente, sem grandes conceptualizações. Amar por instinto como um animal, amar com os olhos, com o cheiro, com o paladar. Amar com o pensamento e durante o sono, outrora pesado. Amar em silêncio e no meio da confusão.
Amar numa maternidade em pânico pela primeira vez sozinha com o meu bebé, num primeiro passeio de carro, na primeira noite em branco a ver-te dormir e a contar cada segundo do teu respirar. Ensinaste-me a amar melhor num primeiro banho desajeitado, no aprimorar da ciência de dar colo, no conhecimento gradual do que vão sendo as tuas preferências. A amar sorrisos involuntários e voluntários, gemidos, sons, guinchinhos e gritinhos, ecos de aprender a comunicar. Ensinaste-me a amar no receio, no medo, nas tentativas e nos erros, nas frustrações e na persistência.
Ensinaste-me a amar a nova identidade, o papel social, a natureza de ser mãe. A amar o tempo esquizofrénico, tão lento e tão rápido, tão tempo de ti.
Ensinaste-me a amar o choro tão teu, a capacidade de te acalmar tão minha, o cordão umbilical invisível e eterno, tão nosso. A amar a gargalhada experimental, os olhos cada vez mais vigilantes, estrelas azuis, o sorriso grande, de lua cheia.
A amar o novo conceito de família, de casa, de lar. O sol que representas na minha vida, fonte de luz e calor.
Ensinaste-me a amar o amor que te dedico e que é inesgotável. A amar o verbo em que te tornaste e que conjuga este amor tão singular na primeira pessoa do plural.
És o universo em mim e ensinaste-me, filha, mais que tudo, a "anar".
Um beijo da tua mãe
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Pais ecológicos
Aos 3 meses está a nascer o primeiro dente da cria (sim, é uma subdotada precoce, que querem que faça?!) e o choro intensifica-se no meio de muita baba e mãos em gestos bulímicos por parte da miúda.
Mámen vê-me cansada e decide aligeirar o ambiente. Agarra na Ana e vai em direcção ao caixote de lixo da cozinha, ameaçando:
Mámen- Pronto, vai já para o lixo! É que é já!
Pólo Norte- Pára!!! Que irresponsável...
Mámen- Ahahahah! Estás a ficar uma mãe mariquinhas...
Pólo Norte- Pára: vais pôr no caixote azul, no verde ou no amarelo?
Mámen vê-me cansada e decide aligeirar o ambiente. Agarra na Ana e vai em direcção ao caixote de lixo da cozinha, ameaçando:
Mámen- Pronto, vai já para o lixo! É que é já!
Pólo Norte- Pára!!! Que irresponsável...
Mámen- Ahahahah! Estás a ficar uma mãe mariquinhas...
Pólo Norte- Pára: vais pôr no caixote azul, no verde ou no amarelo?
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domingo, 4 de novembro de 2012
Ana apresenta o novo elemento da familia
Era para se chamar Chicco, Laranjinha, Pré-Natal, Cenoura e, por fim, Early Days by Primark. Nao chegávamomos a um consenso. Finalmente, apresentamos-vos:
Lello- o cão quadripolar.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
A sabedoria milenar dos "Norte" a passar de geração em geração
Pólo Norte a mudar a baby-bear e a conversar com ela. A dada altura pega nas toalhitas e...
Pólo Norte- E sabes, Ana, escuta bem o que a tua velha mãe te diz: os homens? Os homens são como os toalhetes de limpar o rabo, entendes? Assim que sacas um, logo outro está à espreita a seguir. E assim que sacas um, vêm aos magotes...
Pólo Norte- E sabes, Ana, escuta bem o que a tua velha mãe te diz: os homens? Os homens são como os toalhetes de limpar o rabo, entendes? Assim que sacas um, logo outro está à espreita a seguir. E assim que sacas um, vêm aos magotes...
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
It's a little bit funny this feeling inside
A Ana está constipada. Não é uma bronquiolite nem uma pneumonia mas é uma constipação chata que lhe deu cabo do apetite. Por essa razão está internada sob observação e estou, neste momento, a escrever num cadeirão desconfortável de hospital enquanto ela, finalmente, dorme a respirar de forma mais aliviada.
Ser mãe é giro. Mesmo nas adversidades. E bom. Incrivelmente bom.
Somos uma equipa e nunca perdemos isso de vista. Ensino, desde já, à Ana que não há papões: o hospital é um sítio bom. E é um sítio bom porque se entra doente e o objectivo é sair-se bem, ou melhor. Transmito essa segurança à Ana enquanto lhe falo com uma voz calma e terna, doce e maternal. E repito que o hospital é um sítio bom e as enfermeiras pessoas amigas.
Faço questão de pegar na Ana ao colo e a entregar a cada um dos profissionais de saúde que aqui têm vindo fazer-lhe procedimentos clínicos. A passagem segura do meu colo para o deles, este acto de entrega pretende transmitir-lhe a segurança do "se a minha mãe me entrega não há perigo, estou em boas mãos". E depois afasto-me.
Não acredito que a minha presença, enquanto ela chora com uma aspiração nasal ou uma picada para recolha de sangue, a vá acalmar. Acredito que estar em cima, literalmente, do acto atrapalha as enfermeiras e que essa pressão é transmitida à minha filha. Acredito que a Ana já com dores, não precise ainda de olhar para mim e ver o ar aflito com que, inevitavelmente, fico. Acho que só pioraria. É por isso que me afasto aqueles minutos, curtos minutos, que me parecem horas marcadas pela cadência do choro da minha filha.
Mas volto. A Ana sabe que volto sempre. E volto para lhe oferecer o que melhor lhe posso dar nesta circunstância, para colocar ao seu serviço a competência em que bato qualquer enfermeira a mil e em que sou mesmo insubstituível: volto para a acolher em mim num colo nosso, de mãe e de filha, de mãe porque a sei precisada de mim, do conforto do corpo onde morou , e de filha porque também eu preciso de colo, de lhe dar colo, de a sentir respirar junto a mim. Do colo dela para me confortar, também.
E é nestes dias, para além de todos os outros mais felizes, menos ranhosos, mais desentupidos do nariz que vamos construindo a nossa relação. E, ainda que só amanhã tenhamos alta, isto de ser mãe, ainda assim, mesmo assim, especialmente assim, é a cada dia que passa, todos os dias, cada vez melhor e mais especial.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Baby blog's rorschach
Isto é uma chucha com ... (completem)
(Já vos desvendo a minha interpretação e de mámen)
(Não me perguntem como é que a chucha ficou assim, ok?)
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Pólo Mac Norte Gyver
A miúda está constipada e tapadíssima. Eu não tenho máquina de fazer vapores.
Hum... Well, mas tenho um esterilizador de biberões, né?
(Quando a miúda crescer ainda me vai servir para fazer limpeza à pele, vão ver!)
Hum... Well, mas tenho um esterilizador de biberões, né?
(Quando a miúda crescer ainda me vai servir para fazer limpeza à pele, vão ver!)
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O Damo e a Vagabunda (Ironias da vida conjugal)
Quando nos conhecemos eu era a menina da cidade. A primeira vez que visitei a ilha de onde ele é natural decidi descer à Caldeira de Santo Cristo de babuchas (lembrem-me para um dia escrever sobre esse episódio!) e fiquei chocada quando o vi montar a tenda no meio do nada. Estreava-me no campismo selvagem num lugar tão belo quanto ermo, tão paradisíaco como incrivelmente despojado.
Ele era campónio. Convidou-me para o acompanhar a um casamento na ilha que durou 2 horas, com missa incluída. Fiquei chocada mas após a comanzaina no salão paroquial os convidados desertaram com pressa: tinham que ir tratar das vacas. Eu fiquei chocada (a música? o bailarico? as fotografias?). Ele encolheu os ombros e achou normal.
Hoje, muitos anos depois, juntos e com uma filha em comum estamos a planear o baptizado na ilha.
Hoje, ele quer uma cerimónia numa quinta com capela, guardanapos de pano, mesas com toalhas a combinar, músicos. Eu? Eu quero sopas do espírito do santo, alcatra e massa sovada em mesas corridas com bancos improvisados com tábuas em cima de tijolos e banda filarmónica a tocar numa rua das Velas.
A vida é irónica.
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