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quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Empoderar adolescentes com deficiência e desmistificar que a beleza só se aplica a corpos normalizados e estereotipadamente perfeitos.
Obrigada Mónica Lice pela teoria que contextualizou tudo e Silvia Borralho por tanto que não imaginas!
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Causas quadripolares,
Seita Quadripolar
sábado, 1 de julho de 2017
Os leitores deste blog são melhores que os dos vossos #17
Querida Joana: agora o disco pedido é isto mas... com coreografia! ;)
Beijinhos
segunda-feira, 6 de junho de 2016
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
Ter um blog pode ser muito, mas mesmo muito, bom!
"Pólo Norte, eu sou advogada. Neste momento não posso exercer porque trabalho num tribunal, mas terei todo o gosto em ouvir a história da A. e tentar ajudá-la a encontrar alguém que a represente pro bono. Conheço uma mão cheia de muito boas advogadas que pegariam no caso dela de certeza."
"Olá! Sou jornalista do Expresso e vi agora o seu post sobre a mãe da Alexandra. Acha que podemos falar? Obrigada"
E a A. está de volta à luta. E estamos tod@s com ela!
Because when injustice becomes law...
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Causas quadripolares,
Seita Quadripolar
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Estavamos as duas, literalmente, a esfregar paredes alheias quando ela lá me avisa com aquele jeito doce e ternurento que só ela...
´"Ó minha grande estúpida eu já tenho um novo blog, pá!"
E também tenho inveja de não ser tão boa a fazer limpezas como ela.
Grande estúpida! Já disse que a odeio?
(O blog dever-se-ia ter chamado "bates forte cá dentro" mas acho que a minha sugestão já foi tarde de mais...)
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Blogoseiras,
Seita Quadripolar
sábado, 5 de setembro de 2015
Tenho matéria para chantagem à bruta
São umas Vans. Pequeninas. Trazidas directamente de NYC. Estão na minha posse. Para a criatura de uma certa blogger (a minha preferida) que nunca as verá se não reactivar o blog nas próximas 48 horas.
Estou aqui a ver se encolho os chispes da Ana, just in case.
São mesmo giros os estupores dos ténis!
Estou aqui a ver se encolho os chispes da Ana, just in case.
São mesmo giros os estupores dos ténis!
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Seita Quadripolar
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Feliz Ano Novo, Inês!
A Inês é leitora do Quadripolaridades há uns mil anos. Participou na maioria das iniciativas que este blog ajudou a organizar. É minha amiga do peito. Gosta da Hello Kitty, mas também ninguém é perfeito.
A Inês celebra hoje o seu aniversário.
Entre mensagens privadas e votos formulados no seu mural de facebook a desejarem-lhe os parabéns apareceu-lhe no seu feed de notícias um status meu que rezava assim:
"Coisas que me agoniam: estar a trabalhar na preparação de um campo de férias para adultos com deficiência.
Só temos 15 vagas financiadas, inscreveram-se 21 pessoas.
Vamos ter que excluir inscritos.
Só não sei se excluímos pessoas que não saem de casa o ano todo e o campo é o ponto alto das suas vidas durante um ano, pessoas que estão institucionalizadas e esta é uma oportunidade de verem caras diferentes o ano todo, se pessoas que querem ir pela primeira vez porque nunca viram o mar ou se corto mesmo os pulsos.
Cada inscrição custa à associação 200€. No fundo preciso de 1200 euros para não excluir ninguém. Estou assim de fazer um crowdfunding."
Era um post de desabafo. Não era (desta vez) um post de cravanço. É frustrante ter recursos limitados para o número de pessoas que precisam destes.
A Inês queria um iPhone 6 no seu aniversário. Mas decidiu abdicar do mesmo e pedir a todos os familiares e amigos que doassem o valor que iriam gastar com este presente a favor da Associação. E graças à Inês, à sua família e amigos e a este dia de aniversário que se espera inesquecível (pelo menos) uma das pessoas que ficaria excluída do rol de participantes no campo de férias usufuirá do mesmo.
Parabéns, querida Inês! Um feliz ano novo, minha querida, e lembra-te do provérbio quadripolar "O bem é como uma procissão: volta sempre ao local de onde partiu!"
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Seita Quadripolar
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Que sejam feliz até ao infinito. E mais além.
A Anabela é uma pessoa boa. Percebe-se isso logo que se olha para ela: boa, doce e pura. Como conheço poucas, assim de cabeça mais uma ou duas. É difícil encontrar alguém assim sério e que nunca se deixou corromper pelo estatuto, pelo poder, pela vida. Que nunca abdicou dos seus valores e nunca perdeu a crença no ser humano. Que persegue os sonhos sem fome mas apenas com a delicadeza de quem corre atrás de um pavão para apanhar as penas coloridas que ele, naturalmente, vai deixando cair pelo caminho. Que tem sonhos quentes alaranjados de África, valores cor de capulanas e planos como a linha do horizonte.
A Anabela casou com o seu Alejandro e mostrou que há continuações felizes depois de não se ter medo de arriscar, de seguir o coração, de deixar para trás a razão e o certo, de seguir o instinto e se deixar arrebatar pelo amor.
A Anabela casou e eu sei que continuarão felizes para sempre porque um amor destes nunca terá fim.
Até ao infinito.
E mais além.
(Quadripolarizações em lua-de-mel: as melhores!)
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Seita Quadripolar
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Os leitores deste blog são melhores que os dos vossos #11
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Rubrica dos leitores,
Seita Quadripolar
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A César o que é de César
Quem me enviou o chá referido no post anterior foram as meninas da casa azul.
E, caraças, não há coincidências!
O mimo que me enviaram sabe-me sempre ao chá da minha avó.
Um beijo com um lágrimas nos olhos e um nó na garganta emocionado ao avô, à avó e às duas netas que são netas iguais a mim.
(Sigam o blog no facebook também aqui)
E, caraças, não há coincidências!
O mimo que me enviaram sabe-me sempre ao chá da minha avó.
Um beijo com um lágrimas nos olhos e um nó na garganta emocionado ao avô, à avó e às duas netas que são netas iguais a mim.
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Seita Quadripolar
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Joaquim- o cortês
A Mónica, sempre discreta, sempe low profile, conversou comigo no chat.
A Mónica é, provavelmente, a melhor pessoa (daquelas mesmo do bem, boa educação, boa gente, bons valores, bom carácter, índole) da blogosfera. O assunto era a Mariana, sua conterrânea (e de mámen).
A Mónica não tem rodeios, nem salamaleiques, nem minhoquices, nem pruridos.Na verdade, só queria que eu lhe levasse uma encomenda para a Mariana: um mimo. Porque a Mariana para além de cadeirante, é uma jovem de 20 anos.
Tive um dia (uma semana) dos Diabos e desencontrei-me com ela. Mas a Mónica arranja sempre jeito, daquele jeito discreto, low profile e cool que a caracteriza.
Logo, mandou o Joaquim, o marido mais charmoso da blogosfera- ali taco-a-taco com o meu- vir ter comigo ao aeroporto.
E o Joaquim- o cortês- veio.
E trouxe a encomenda e um postal da mulher. E um sorriso franco e genuíno, como só têm as boas pessoas, aquelas que topamos a léguas, sensação de pele, sabem?
E eu pensei que a Mónica é uma miúda top mas a vida corresponde-lhe com a mesma generosidade. Porque este Joaquim da Mónica é a prova viva de que o mundo se encarrega de retribuir às boas pessoas. Que o mundo é justo, afinal.
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Seita Quadripolar
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Deus lhes perdoe que não sabem o que fazem...
Hoje vou almoçar com uma pólete que- coitadinha!- me quer conhecer!
Vem de Aveiro e traz ovos moles.
Sou uma fácil.
(Vou tentar comportar-me e baralhá-la. Estou a pensar iniciar a conversa de quebra-gelo com o tema "quem foi Gualdim Pais")
Vem de Aveiro e traz ovos moles.
Sou uma fácil.
(Vou tentar comportar-me e baralhá-la. Estou a pensar iniciar a conversa de quebra-gelo com o tema "quem foi Gualdim Pais")
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Seita Quadripolar
terça-feira, 15 de julho de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Nunca um bolo teve um nome tão apropriado
O convite era irrecusável: voltar a participar nos festejos
do "World Baking Day”, desta feita em
equipa e integrada num dos cursos promovidos pela Vaqueiro, com a supervisão de
um chef.
Eu, como de burra não tenho nada, alapei-me à Joana Roque
que é só a melhor blogger portuguesa de culinária e à Filipa e vai de,
cheia de moral, não virar a cara à luta. Ainda tive o privilégio de convidar a
Bé que se juntou à Sofia e à Madalena e pude provar, em primeira mão, uns queques
com capachinho cupcakes soberbos confeccionados pelas minhas queridas amigas.
Os cursos na Vaqueiro são tipo masterclasses: o chef
apresenta um conjunto de receitas, desvenda-nos truques e dicas, distribui cada
receita por uma equipa e cada equipa por uma bancada de cozinha e começa a acontecer
magia.
Claro que nós tínhamos que ficar responsáveis por fazer uma
torta, coisa “simples”, enrolar o bolo e tal. Eu avisei logo que era menina para fazer
corresponder o nome do bolo ao bolo e “entortar” a coisa toda, razão pela qual
a prudente Joana me incumbiu de tarefas com um grau de complexidade brutal:
untar a forma (se ela disser que eu untei a forma até aos rebordos, do lado de
fora e tudo NÃO ACREDITEM, ok?), agarrar na batedeira para as
fotografias, misturar sumo de laranja
com hortelã para a calda que cobria a torta e enfeitar a mesma com os gomos da laranja.
O resultado foi um fim de tarde super divertido e uma torta
que superou todas as expectativas:
![]() |
| Torta de laranja e cenoura com recheio de doce de alperce |
[A dica secreta é : colocam o pano limpinho, em cima da bancada, para enrolar a
torta no fim , uma das participantes- sendo que eu não me
acuso- esquece-se da finalidade do pano e vai de limpar a bancada com ele; a
outra participante- que para os efeitos se vai chamar, hipoteticamente, Filipa,-agarra no mesmo pano e limpa as mãos e, no final, a participante mais experiente- que para os
efeitos se vai chamar Joana- ignorando os passos anteriores, enrola, magistralmente, a torta num ápice. Tumbas, vão buscar!]
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Seita Quadripolar
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Uma espécie de ídolo blogosférico
E se vocês admirassem muito, muito uma blogger: pela forma como gere o seu blog, pela história do seu blog, pela personalidade que demonstra e, de repente, vos fosse dada a oportunidade de fazerem um programa top com ela? Tipo um programa em que ela é especialista na matéria e vocês umas nabas? Recuavam com medo do vexame ou avançavam inconscientemente.
"Joana Roque, se prepare que eu vou-lhe envergonhar!"
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
AGENDA QUADRIPOLAR | Hoje, todos os caminhos vão dar ao Colombo...
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Seita Quadripolar
quarta-feira, 26 de março de 2014
E vale a pena ter um blog (também) por coisas como esta (caraças, e já me puseram a lagrimar como diz o Mantorras!)
"Boa tarde Pólo,
Queria partilhar esta minha pequena experiência:
A minha filha Emília nasceu em Dezembro de 2011, época de Natal. O que, para mim, é sinónimo de comprar uma peça de roupa para o jantar de Natal/Ano Novo.
Mas nesse ano seria diferente. Tinham passado poucas semanas depois da minha filha ter nascido e não me sentia bem no meu corpo e não conseguia comprar roupa. Sabia que a barriga iria desaparecer e que o peito havia de voltar ao seu tamanho normal, por isso não queria comprar roupa para aquele corpo, aquele tamanho.
E então vi na montra de uma loja um acessório que me chamou a atenção: um lenço com padrão tigresse (sim, Pólo!) e uma faixa rosa – minha cor e padrão favoritos. Era a peça que iria comprar para cumprir a tradição. Era perfeito. Adorava a conjugação da cor/padrão, o tecido, a versatilidade. Adorava-o. E adoro ainda. E talvez um pouco mais, pelo fim que lhe vou dar.
Cada vez que o colocava (e coloco) sentia-me (e sinto-me) linda e maravilhosa, cheia de confiança. Para mim, não é só um lenço. É a maternidade. É o voltar a sentir-me bem num corpo que não era o meu. É o cheiro da minha filha recém-nascida. É a feminilidade. A cor. A força de ser mulher. O reencontro com as amigas (usei-o no primeiro lanche só de amigas, depois de ser Mãe).
E é, sem dúvida, a marca de uma nova fase na minha vida. Uma transformação. Um reinicio.
Ao saber da iniciativa “Lenços de Solidariedade”, soube que tinha chegado a altura de abrir mão do meu lenço. Aquele pequeno pedaço de cetim que é uma parte tão grande de mim. Tenho dezenas de outros lenços mas este é especial e sei que continuará a sua “missão” junto de outra mulher. Como eu. Que um dia poderei ser eu.
Vou entrega-lo na sexta-feira ao Clube VII.
Obrigada por trazer esta iniciativa até mim.
C.A."
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