Fomos à mega-store da Pré Natal: eu e a minha futura ex-caçula (prima).
Quando reparámos que, dentro da loja, há um espaço com esplanada e máquina de vending de bebidas gratuitas, como pelintras que somos, montámos arraial.
Pólo Norte tira o seu café.
Pólo Norte tira o segundo café para ela.
Pólo Norte (olhando em redor e vendo uma mãe a amamentar um bebé ali ao lado)- Vê lá se queres um café pingado...
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
O Mundo divide-se entre... (home edition)
E vocês: se pudessem dividir o Mundo entre facções de pessoas, como o dividiriam?
(a caixa de comentários é vossa)
(a caixa de comentários é vossa)
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Lanche gourmet? A ursa explica
Obrigada Titá! Nham. Nham.
(O frasco chegou meio entornado mas não alterou o sabor do doce, garanto-te!)
Nunca mais serei apelidada de pé de chumbo
Com as cãibras que estou a ter ponho-me, estática, de pé e num instante serei uma guru de breakdance.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Pólo Norte prepara o plano de dieta pós-parto (e eu quero lá sentir-me blogoexcluída?!)
O que deve ingerir para recuperar a forma
Inspire-se nesta dieta, que deve ser iniciada após o nascimento da criança e seguida durante o período de amamentação (ou abiberonção, vá!)
Jantar
Preparar 1 sopa de legumes 60 g de carne magra ou peixe ou 1 ovo
Sintonizar a televisão no TLC no programa "Hoarding: Buried Alive"
Ver antes de jantar
Guardar a sopa inteirinha no frigorífico
Preparar um chá
Ceia
1 água das Pedras
Contar carneirinhos baratinhas para adormecer
Pequeno-almoço
Lembrança da casa badalhoca que se viu na véspera à noite no TLC
Eno digestivo
1 copo de água para acompanhar
Meio da manhã
Tentar sintonizar novamente o TLC
Perceber o que é o stress pós-traumático lembrando-se do esterco do programa da noite anterior
Perceber o que é o stress pós-traumático lembrando-se do esterco do programa da noite anterior
1 chávena de chá para a azia
Almoço
Arriscar comer 1 sopa de legumes
Lembrar-se das ratazanas a passear em cima do lixo na casa porca da noite anterior
Correr para o wc e vomitar
Arriscar nos sais de fruta
1º lanche
Arriscar comer 1 sopa de legumes
Lembrar-se das ratazanas a passear em cima do lixo na casa porca da noite anterior
Correr para o wc e vomitar
Arriscar nos sais de fruta
1º lanche
1 água com gás
1 sessão de ioga para tentar apagar da cabeça as imagens da véspera
1 sessão de ioga para tentar apagar da cabeça as imagens da véspera
2º lanche
1 dose de fluoxetina
coragem q.b. para voltar a sintonizar o TLC novamente ao jantar
1 dose de fluoxetina
coragem q.b. para voltar a sintonizar o TLC novamente ao jantar
sábado, 21 de julho de 2012
Idiotice em três actos
Encontrei uma ex-colega de escola na padaria.
Acto I
Colega- Então, novidades?
Pólo Norte (neste momento portadora de uma barriga imponente) - Nada de especial, tirando estar à espera do grande dia.
Colega- Vais casar?
...
Acto II
Colega- E planos para as férias de Verão?
Pólo Norte (olhando chocada para a imponente barriga)
Colega- Vais ter o bebé, né?
Pólo Norte- Não, vou pedir um clister de hélio para reforçar o perímetro abdominal e transformar-me num balão...
Acto III
Colega- Onde vais ter o bebé? Vais levar epidural ou vai ser tudo ao natural?
Pólo Norte- Vai ser cesariana com anestesia geral.
Colega- Então, vá. Gosto em ver-te. Uma hora pequenina e desfruta o momento.
...
...
...
Acto I
Colega- Então, novidades?
Pólo Norte (neste momento portadora de uma barriga imponente) - Nada de especial, tirando estar à espera do grande dia.
Colega- Vais casar?
...
Acto II
Colega- E planos para as férias de Verão?
Pólo Norte (olhando chocada para a imponente barriga)
Colega- Vais ter o bebé, né?
Pólo Norte- Não, vou pedir um clister de hélio para reforçar o perímetro abdominal e transformar-me num balão...
Acto III
Colega- Onde vais ter o bebé? Vais levar epidural ou vai ser tudo ao natural?
Pólo Norte- Vai ser cesariana com anestesia geral.
Colega- Então, vá. Gosto em ver-te. Uma hora pequenina e desfruta o momento.
...
...
...
It's the postman! It's the postman!
A tia Andreia, presidente da seita Quadripolar, não podia deixar de quadripolarizar a Ana.
Ou, neste caso, tripolarizar.
Amámos!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
O carteiro toca uma vez...
Eles dizem "Havaiana"... Eu oiço "Lá vai Ana!"
Obrigada à Quézia, que me lê do outro lado do Atlântico. Valeu!
Obrigada à Quézia, que me lê do outro lado do Atlântico. Valeu!
quinta-feira, 19 de julho de 2012
O Mundo divide-se entre...
... as pessoas que em criança tiveram como animal de estimação grilos que viviam em gaiolas coloridas de plástico e os outros.
domingo, 15 de julho de 2012
"Os livros da Anita"- by mámen
Hoje, estendi a toalha no areal. Antes disso, escavei um fosso onde encaixar a barriga e dois pequeninos para as minhas "wonderland boobies". Deitei-me de barriga para baixo e comecei a babar.
Mámen (com voz de apresentador de circo): "Ainda antes de Anita no ballet ou Anita vai à quinta, apresento-vos a minha filha: Aaaaanita vai ao bunker".
....
...
Mámen (com voz de apresentador de circo): "Ainda antes de Anita no ballet ou Anita vai à quinta, apresento-vos a minha filha: Aaaaanita vai ao bunker".
....
...
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Mamonas assassinas
Este post tem sido adiado sucessivamente. Primeiro, porque sei que vai gerar polémica, em segundo lugar porque as minhas hormonas já não são o que eram e corro o risco de ser gratuitamente mal-educada e, em terceiro, porque escrever sobre isto implica alguma pachorra e bom senso. Mas eis que chegou o dia.
Tema: amamentação.
Preparados? Eu não faço intenções de dar mama à minha filha. Pronto, já disse.
Poupem-se as pessoas que estão já de dedos no teclado a quererem-me esclarecer sobre a cartilha de benefícios da amamentação que eu já a conheço de cor: o poderoso factor imunológico do leite materno, a vinculação (discutível a meu ver e olhem que eu sou psicóloga e o pai da cria pedopsicólogo, tá?) afectiva que se cria nos momentos de amamentação, a portabilidade e acessibilidade das mamas no que diz respeito ao transporte do leite, a melhoria do desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, o possível aumento do QI (ainda bem que a minha mãe não me amamentou senão imaginem a sobredotada incompreendida que eu seria?!), a promoção de um melhor padrão cardio-respiratório durante a alimentação, a diminuição mais rápida do volume do útero e consequente emagrecimento por parte da mãe, o menor risco de hemorragia no pós-parto e, claro, o factor anticoncepcional da coisa. Para não falar do factor economicista da coisa.
Pronto, agora que vos provei que conheço, de cor, as vantagens da amamentação vou repetir: não pretendo dar de mamar à Ana e é por opção. E só mudarei de ideias caso a obstetra me diga, peremptoriamente, que a vida da minha filha ficará comprometida se não o fizer. O que, até ver, não será o caso.
E, sim, poderia disfarçar e dizer que "não posso amamentar" e que tenho muito desgosto por isso. Que, assim que parir, terei que tomar um antibiótico fortíssimo para curar a puta da infecção que me persegue há meses e que, devido à gravidez, não posso tomar. E que não o poderia tomar também se estivesse a amamentar. E esse argumento até é verdadeiro.
Mas a verdade, a verdadinha, é que nunca fiz intenções de amamentar. Por inúmeras razões que vão desde as fúteis e estéticas às de comodismo. Às de egocentrismo e incapacidade de abnegação total. Às de necessidade de não anular o meu bem estar emocional em troca de leite directamente vindo da fonte para a minha filha. E, porque, fundamentalmente, é uma decisão passiva de ser uma escolha e há alternativas em que eu acredito. E escolho-as, conscientemente.
E, meus amigos, eu própria não fui alimentada a mama (secou o leite à minha mãe) e sobrevivi à prematuridade, a 1600 Kg de peso à nascença, a uma doença gravíssima, a uma cirurgia com 15 dias de idade no Hospital Pediátrico de Coimbra (salvé, Dr. Torrado da Silva!) porque na Estefânia se recusaram a operar-me e a uma meningite no pós-operatório. Tirando as sequelas que ficaram (ortopédicas e urológicas) eu sou aquela que nunca ficou constipada, nunca teve uma dor de ouvidos ou garganta. Sou a pessoa mais resistente que possam imaginar! Quanto ao QI? Epá, sempre fui uma excelente aluna, nunca chumbei a uma cadeira que fosse, quanto mais um ano? Sou perspicaz e espertíssima! Quanto à vinculação com a minha mãe? Esta dispensa explicações.
Resumindo: eu sou a prova provada que, embora o leite materno seja a situação ideal, o leite adaptado não compromete o desenvolvimento de uma criança e o seu sucesso enquanto adulta.
Resumindo: eu sou a prova provada que, embora o leite materno seja a situação ideal, o leite adaptado não compromete o desenvolvimento de uma criança e o seu sucesso enquanto adulta.
E, quanto mais a gravidez avança, mais certezas eu tenho quanto a este ponto: a Ana será alimentada a leite adaptado. Não dependerá de mim de duas em duas horas mas sim de ambos os pais. Porque, depois da gravidez, passamos a ser uma equipa. E criará uma relação igualmente vinculativa com ambos os progenitores e não uma privilegiada comigo. E, sabem que mais, para mim a parentalidade só assim faz sentido.
O plano é, fundamentalmente, eu poder aliviar os 9 meses de exaustão que estou a carregar nos ombros e não perpetuá-los com a amamentação. Poder dormir quando for a vez do pai dar o biberão. E serão vezes igualmente repartidas porque, nesta família, o bebé não será da mãe e ao pai não caberá apenas a tarefa de "ajudar". O plano é não correr o risco de stressar com possíveis dores, encaroçamentos e frustrações do bebé não "pegar" nas ditas cujas. Não ter que fazer algo que encaro como sacrifício e não como prazer. Ou, como escreveu alguém numa caixa de comentários mais abaixo: "mais vale um biberão com amor do que uma mama com sacrifício".
Não condeno as escolhas de nenhuma mãe. Por mim, tirem fotografias às barrigas cheias de estrias, tenham partos em casa, dispensem médicas e contratem doulas, comam placenta, tenham partos debaixo de água, façam cesariana por opção, dispensem epidurais, amamentem até à adolescência, usem leite materno para fazer bolos, coloquem as fotografias dos vossos filhos na Internet. Cada um sabe o que é melhor para si e o que eu valorizo não tem que ser o que os outros valorizam. Não temos que nos reger todos sob a mesma batuta. Importante é que as escolhas que cada um toma sirvam a cada um, que lhes proporcionem bem estar e felicidade. Portanto, quando alguém me perguntar porque não amamento a resposta é simples: "PORQUE NÃO QUERO!".
Não condeno as escolhas de nenhuma mãe. Por mim, tirem fotografias às barrigas cheias de estrias, tenham partos em casa, dispensem médicas e contratem doulas, comam placenta, tenham partos debaixo de água, façam cesariana por opção, dispensem epidurais, amamentem até à adolescência, usem leite materno para fazer bolos, coloquem as fotografias dos vossos filhos na Internet. Cada um sabe o que é melhor para si e o que eu valorizo não tem que ser o que os outros valorizam. Não temos que nos reger todos sob a mesma batuta. Importante é que as escolhas que cada um toma sirvam a cada um, que lhes proporcionem bem estar e felicidade. Portanto, quando alguém me perguntar porque não amamento a resposta é simples: "PORQUE NÃO QUERO!".
O que eu quero é usufruir, com a alegria que as escolha que faço (fazemos) me irão proporcionar, a maternidade. Neste caso, porque nas minhas mamas mando eu.
E eu é que decido.
E eu é que decido.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
O pânico da escritora grávida: a folha do álbum em branco (depois da versão censurada não sei mesmo o que escreva)
(Mámen: a censurar textos escritos com honestidade para a filha desde 2012)
Os homens aprendem depressa
(Mámen a ressacar ser blogger por um dia)
Mámen- Quando a bebé nascer dás-me a nova password do blog para eu anunciar o seu nascimento?
Pólo Norte- Logo se vê. Se eu te deixar, o que me dás em troca?
Mámen- Uma cesariana?
(Oh fuck, o gajo é esperto!)
Mámen- Quando a bebé nascer dás-me a nova password do blog para eu anunciar o seu nascimento?
Pólo Norte- Logo se vê. Se eu te deixar, o que me dás em troca?
Mámen- Uma cesariana?
(Oh fuck, o gajo é esperto!)
De hoje a uma semana é o meu aniversário!
Mãe: De hoje oito fazes anos! Queres alguma prenda em especial?
Pólo Norte: Uma cesariana.
Mãe: És tão parva! Vá, não queres mesmo algo em alternativa à cesariana que eu não te posso dar?
Pólo Norte- Um cheque-oferta 2 em 1: cesariana seguida de laqueação de trompas, aproveitando a mesma anestesia.
...
Pólo Norte: Uma cesariana.
Mãe: És tão parva! Vá, não queres mesmo algo em alternativa à cesariana que eu não te posso dar?
Pólo Norte- Um cheque-oferta 2 em 1: cesariana seguida de laqueação de trompas, aproveitando a mesma anestesia.
...
Eu não sou burra, eu estou grávida, tá?
Eu tinha neurónios. Não sei se vocês davam por isso mas eu tinha-os. Estavam cá e eram muitos e bons. Tantos que às vezes chocavam uns com os outros e faziam curto-circuito, resultando umas vezes em posts completamente destrambelhados, noutras em grandes calinadas.
Adiante, eu tinha neurónios.
Depois fiquei grávida. E, agora, cada vez mais grávida. E os neurónios evaporaram-se. Estou lerdinha que dói. Burrinha de todo.
Nos dois últimos posts escrevi que o "Comendador Nabais" isto e aquilo. Era "Nabeiro" que eu queria ter escrito, ok? Antes disso, lá me armei aos cucos a falar do marido da Isabel Angelino, o "Dr. Angélico Ribeiro". Que, afinal, se chama "Ângelo Rebelo".
E vocês comentam sem me fazer o reparo? Nadinha? Nem uma chamadinha de atenção? Oh pá, vocês das duas uma: ou são mesmo queridos e não me querem melindrar ou têm medo das pragas que eu rogo de diarreias e catedráticas gastroenterites. Mas, pronto, quando for assim, ó fregueses, vocês reclamem!
Mas com jeitinho.
NOTA- Descansem-me lá as pessoas que já foram mães: os neurónios voltam, NÃO VOLTAM?
Subscrever:
Mensagens (Atom)





