segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quadripolarizações em grande





"Cara Ursa!
já te leio há uns anos, e o meu namorado ouve-te :) (porque eu leio-te em voz alta de vez em quando...sim eu sei...podia dar-me para coisas piores).
Este ano quadripolarizámos para ti a costa do Vietname na totalidade (fizemos de mota Ho Chi Min/Hanói e passámos uns dias em Halong Bay, é daí a foto que te enviamos) e seguimos para Moscovo, por isso acabámos por quadripolarizar também a Rússia (com -23º)!!! Vê isto como uma retribuição às gargalhadas que nos fazes dar!!! :)"

Obrigada Marisa e ouvidos do namorado da Marisa!

E se houver uma música que tu desconfias que foi escrita a pensar em ti: qual será?

Eu tenho a mania que um dia o Woody Allen vai pôr o meu nome nos créditos no fim de um filme.
Não só é estúpido, porque eu não conheço o Woody Allen, como é perfeitamente idiota porque eu faço isso há séculos, desde que vi o Match Point, e continuo a achar que um dia- truca!- lá me vou surpreender com o meu nome escarrapachado na tela do cinema.
O mesmo acontece com os agradecimentos dos CD's, assim que rasgo o papel transparente, saco do caderninho da capa do CD, folheio-o até ao fim para ver se o meu nome aparece. Até agora nada, mas estou convicta que vai chegar o dia.
Mas agora não há ninguém, mas mesmo ninguém, que me convença que esta música não foi escrita a pensar em mim. O Jorge Palma é que (ainda) não descobriu...

sábado, 8 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

T(r)inta anos. Mais 4 a vulso.




Soma de dias, de noites, viagens de terra e de mar, de ar, cabeça nas nuvens, nas ondas, pés na terra, na areia, na rocha-calhau, olhares no céu, nas estrelas, na cidade acabada de estrear, o mesmo oceano, cagarros na caldeira, gaivotas, pombas sujas e pardais em cima de fios de electricidade, caminhos de terra batida, canadas de cima, canadas de baixo, ruas alcatroadas, avenidas esburacadas, coretos e estátuas, tascas e cafés gourmet, lapas grelhadas, iscas com elas, "áquela!", "como está?", tu e você (agora, às vezes "o senhor"), cabelos loiros, fios esbranquiçados, o fumo da mesma marca de cigarros além-mar, espaços a fio, lugares comuns, cafés e bicas, "Desculpe? Senhóra?", idas, regressos, lençóis esticados, corpos em conchinha, ouriços do mar em travessas e caracóis num pires, enfim o amor pleno, mitose celular, olhos em eco, tu e eu no singular que é o nosso plural, Ana, Ana em ti, colo de milhafre, filho, pai, meu amor. 
T(r)inta anos: agarra no pincel e usa a tinta do tempo e faz dela a pintura que te apetecer, obra prima de uma vida cheia (de luas, de graça), tua, nossa. 
T(R)inta anos. E como o tempo dá-nos a confiança para nos equilibramos, desta feita, faz mais um quatro também.

Feliz Ano Novo, meu amor maior. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Cambodja? Done.


"A pedido das monissimas, a Sof quadripolarizou o Cambodja. Ao fundo estão os templos de Angkor, a paisagem mais famosa lá do sítio...

Beijinhos para a ursa maior e menor.


O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que ao preencherem o boletim do Euromilhões escolhem números que coincidem com datas de aniversário dos ente queridos e as quem escolhem números ao calhas.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

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