domingo, 9 de março de 2014

Faltava Macau? Not anymore...





"Agora o I ❤️ polo norte anda sempre comigo!!! 
                                     Especial atenção à foto da mãe panda com filhota :) beijos"

Beijinhos, Filomena e olha que a mãe do Tau Tau não ficou contente com a quadripolarização... :P



(Veja o progresso da cruzada de evangelização quadripolar aqui)


terça-feira, 4 de março de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

É Carnaval, Ana, espero que não me leves a mal

Querida Ana, 

Não sei se vais adorar o Carnaval como a tua avó ou detestar tanto quanto a tua Tidinha mas, por enquanto, cá vou cumprindo os rituais de mãe. 
O ano passado fantasiaste-te de vaca ou, como diz o teu pai, de "guexa". Este ano serás uma Minnie, contra o meu gosto que acabei de abrir a minha página de facebook e dei de caras com umas 34364748 Minnies diferentes. Isto de ser mãe não é nada fácil: se por um lado quero que te mascares do que mais gostas (e, caramba. se adooooras o raio da Minnie) por outro lado acho que ficarias tão mais engraçada vestida com uma qualquer outra fantasia mais original. 
O teu pai quer que vás de Minnie desde o princípio. Defende que o Carnaval é das crianças e que as fantasias as devem fazer felizes a elas e não servir como montra de vaidades dos pais e tentativa de individualização dos mesmos. Yeahhh, ele tem razão (tem quase sempre). 
Mas, filha, o Carnaval são dois dias e não te vai custar muito alinhares na máscara que a mãe te está a fazer para o outro dia, certo? Bem sei que não é de Minnie nem de Noddy nem de Pocoyo nem de Caricas que são, basicamente, os bonecos que identificas e que adoras. Mas é fofinho, filha, faz-me lá a vontade. 
Prometo que, em troca, deste Carnaval em diante não te faço sinais gigantes no buço com eyeliner, não te maquilharei como uma traveca e não te vestirei kispos em cima dos vestidos esvoaçantes. E se te mascarar de princesa prometo- aqui perante muitos leitores- que não te vou comprar vestidos pinguços e tiaras de plástico manhoso. 
Portanto, tem paciência para esta tua mãe. Só este Carnaval, em que o teu vocabulário ainda não chega para me contrariares. 
Um beijo da tua mãe

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Chove em nós

Já não são os nossos avós: são os pais. Depois do pai da Xana, um cinquentão saudável e charmoso ter morrido no balneário do seu ginásio, da mãe da Rosa aos 51 anos ter sucumbido a um AVC, desta feita foi o pai da Catarina,
Morreu para muitos um homem importante. Um ícone da Guiné-Bissau.
Acho que não conheço muita gente que tenha conhecido heróis. Talvez, a Calinhas, avó da Catarina, que conheceu Fernando Pessoa e tem um livro autografado por ele. Fico sem fólego de cada vez que me lembro disto. Mas eu falo de heróis vivos, pessoas reais, que vestem calças de ganga e usam cachecóis do Sporting quando assistem aos jogos directamente do sofá. Eu conheci.
Conhecer o Pepito, era conhecer um herói. Casou-se à revelia dos pais e, assim que nasceu a primeira filha, a família aterrou numa Bissau recém-independente, de onde era natural e onde queria mudar o (seu) mundo. Foi o pai da reforma agrária na Guiné, um político social por vocação e o maior impulsionador do desenvolvimento comunitário daquele país. Não queria dar peixe às pessoas mas ensiná-las a pescar. Não queria substituí-las, queria dar-lhes ferramentas. De Norte a Sul da Guiné, tabanca a tabanca, toda a gente sabia quem era o Pepito, o branco mais preto de que há memória. Viu-lhe ser pilhada a casa e a vida mil vezes e voltou a erguer tijolos, mobílias e a dignidade mil e uma. Dizia que "desistir é perder, recomeçar é vencer". Recusava ser comparado com o Che Guevara afirmando que "Morrer pela revolução é fácil, viver pela revolução é que é difícil". Ele viveu.
Morreu para muitos um homem importante. Um ícone da Guiné-Bissau.Para nós morreu o pai da Catarina, o pai de um de nós. 
Sentiremos a falta do seu sorriso franco de cada vez que nos recebia em Oeiras ou em São Martinho, das histórias da Guiné e do ar embevecido quando ficava criança outra vez só por brincar com a neta com quem dançava música africana e embalava em crioulo. Sentiremos falta do tom propositadamente sério para nos intimidar, do porte de gigante e dos olhos vivos de cada vez que se falava do Sporting. Sentiremos falta da sua presença no quintal com vista para a baía em almoçaradas cheias de gentes vindas de todos os lados do Mundo com quem acabávamos por confraternizar porque a sua casa era como o seu coração: aberta a quem viesse por bem. 
Hoje não chove lá fora mas chove em nós. Morreu para muitos um homem importante.Para nós morreu o único herói que conhecemos e, mais importante que tudo, morreu um pai. O pai de um de nós.

(Um beijo, Catarina. Gosto tanto mas tanto de ti.)



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

I love Cocó e Cocómen!


"Quadripolarizei Delhi, Pólo Ruth Norte! (a folha era manhosa, tinha texto atrás, mas foi o possível!)"

प्रिय Cocó eu amo vocêses, pá!


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que aproveitam o pretexto do Dia de S. Valentim para (continuarem) a namorar e as que afirmam que não passam cartão nenhum à data.

(ninguém assume que gosta!)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O mundo divide-se entre...

... as pessoas que ao sairem da sala de recolha de bagagem do aeroporto da Portela vão pela rampa do lado direito e as que seguem pela rampa do lado esquerdo.
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