... entre as pessoas que jogaram SIMS e as outras.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Poliamor clubístico da Ana
Mámen- "Não, Ana, se tu és do Benfica como podes ficar contente por o Porto ter ganho?"
Ana- "Eu também sou um bocadinho do Porto como a mãe!:"
Mámen- "Ah,isso não vale. Só se pode ser de um clube!"
Ana: " Isso não vale. També sou tua..."
Mámen: "Estás a comparar a mãe ao Benfica e a mim ao Porto?"
Ana: "Ou ao Sporting. Tu também nunca ganhas nada..."
quinta-feira, 8 de março de 2018
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Feliz ano novo, mámen!
Rui aos 39 anos: será sempre loiro mas está cada vez mais grisalho, gosta de vinho tinto às refeições, não perde um livro ou uma série histórica, sabe tudo sobre Reis e rainhas e arte, gosta de viver em Cascais mas será açoriano com orgulho até morrer, adora crianças em geral e é louco pela Ana em particular, se pudesse tinha mais dez filhas, acorda todos os dias antes de todos para ir à padaria comprar pão fresco para nós, se fosse uma cor seria azul, já não fuma e às vezes não sabe o que há-de fazer com os dedos enquanto bebe uma bica, acredita muito no seu Deus, lê sempre antes de dormir, adora passar a ferro e diz mesa de passar, chócolate e caixinha de leite, tem uma gargalhada alta mas é discreto e low profile, despreza dinheiro e bens materiais, pinta bem, canta bem, adora séries de detectives, é desconfiado e não é facilmente conquistado, conduz mal, é refém da Electra e quando se refere a mim diz sempre “a minha loira”, chama-me Lilica e grunguinha, ressona mas dorme em conchinha como ninguém, tem o melhor abraço do Mundo e é o farol desta casa.
Celebra hoje o seu aniversário e nunca saberá o quanto o amamos a ele por tudo o que ele é.
Feliz ano novo, grunguinho!
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Dia 13
sábado, 13 de janeiro de 2018
Porque hoje é dia 13
E (hoje) cada post meu será para te dizer que eu sei que vou-te amar por toda a minha vida.
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Dia 13
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Ana, a todo o terreno
- "Avó, há uma menina na minha escola que tem gesso na perna e anda de canadianas ."
- "Pois,deve ter caído e partiu a perna..."
-"Ai avó, eu também gostava de partir... mas era para andar de cadeira de rodas eléctrica! "
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- "Pois,deve ter caído e partiu a perna..."
-"Ai avó, eu também gostava de partir... mas era para andar de cadeira de rodas eléctrica! "
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Mãegyver
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
First world problems
- "Precisas de alguma coisa?"- pergunta-me ao telefone uma das minhas melhores amigas, que me ligou para se inteirar do meu estado de saúde.
. "Assim de repente de ir arranjar as sobrancelhas para não parecer o Álvaro Cunhal, de pintar o cabelo que está igualzinho ao da Madonna e que não me receitem mais nenhuma injecção de cortisona sob pena de no meu aniversário me confundirem com o Fernando Mendes..."
Quem diz a verdade, não merece castigo.
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Ah 'migos
Zâmbia e Zimbabwe? Checked.
"Bom dia Ursa!
Estive de férias na Zâmbia com o meu marido, que trabalha lá, e não
podia deixar de contribuir para a cruzada.
Aqui vai uma foto das cataratas Vitória, na fronteira com o Zimbabué.
Beijinhos,
Maria João"
Obrigada, querida Maria João para ti e marido! <3
O planisfério está actualizado aqui e é- prometo!- este ano que eu ponho as quadripolarizações tooooodas em dia.
Se alguém me enviou quadripolarizações que não foram publicadas, a razão tem que ver com a minha falta de organização a gerir a conta de email do blog (que- juro-vos!- é uma coisa impossível). Assim, peço-vos que mas reenviem, please, please, para o email euquadripolarizo@gmail.com.
Muitas desculpas e renovadas gracias, sim?!
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Egipto quadripolarizado
"Olá, Pólo Norte 😊
Tinha enviado esta foto através do instagram, mas reparei agora que pede para enviar por e-mail. Assim, aqui está o Egipto quadripolarizado (Agosto de 2017) pelas irmãs Carla e Cláudia Oliveira, no Templo de Hatshepsut."
O planisfério está actualizado aqui e é- prometo!- este ano que eu ponho as quadripolarizações tooooodas em dia.
Se alguém me enviou quadripolarizações que não foram publicadas, a razão tem que ver com a minha falta de organização a gerir a conta de email do blog (que- juro-vos!- é uma coisa impossível). Assim, peço-vos que mas reenviem, please, please, para o email euquadripolarizo@gmail.com. Muitas desculpas e renovadas gracias, sim?!
Ana, a Christmaskiller
Aproveitámos para desmontar a árvore de Natal e arrumar a quinquilharia natalícia enquanto a Ana estava a brincar no quarto.
Entretanto chega à sala e vê tudo "desnataliciazado" e grita, indignada:
- Hey, vocês mataram o Natal sem me chamarem?!
sábado, 6 de janeiro de 2018
Chipre
"Olá Pólo Norte, quadripolarizei o Chipre, mais um país para acrescentares à tua lista! As fotos são da Petra tou Romiou ou Rocha de Afrodite. Segundo a mitologia é o local de nascimento da deusa Afrodite! M."
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Resolução de 2018: pôr em dia as quadripolarizações desde 2015
Quando tens um jantar marcado há meses e a tua filha adoece e tu tens que fazer o que tem que ser feito e ficas naquela ambivalência de "tem que ser" mas "Oh que merda", de "paciência" mas" fosga-se que timing do camandro" e resignas-te e pensas "cabrão de azar: pão de pobre cai sempre com a manteiga para baixo..."
Mas eis que as tuas amigas, lá a jantar, mostram que não tens azar nenhum: o melhor do mundo são as tuas pessoas. E isso é sorte. Melhor sorte no mundo não há.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Ana, em crise de idade
"Eu quero muito crescer para depois mandar em mim e já ninguém me obrigar a usar chapéu."
*Suspiro*
*Suspiro*
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Mãegyver
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Uma 'ssoa escreve um post de japoneses...
... e logo um leitor deste blog consegue provar que as coisas podem sempre piorar:
[Obrigada, Marco, sim?]
[Obrigada, Marco, sim?]
Ana, a colocadora de dedos nas feridas
Ana: "Mãe, o que quer dizer "maluquinha de Arroios?"
Eu: "Quer dizer que a pessoa é doidinha de todo, muito maluca mesmo."
Ana: "Ah. Onde é que é Arroios, mamã?"
Eu (engolindo em seco): "É o bairro de Lisboa onde a mãe nasceu!"
Ana (com ar esclarecido): "Ahhhhhhh!"
...
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Eu: "Quer dizer que a pessoa é doidinha de todo, muito maluca mesmo."
Ana: "Ah. Onde é que é Arroios, mamã?"
Eu (engolindo em seco): "É o bairro de Lisboa onde a mãe nasceu!"
Ana (com ar esclarecido): "Ahhhhhhh!"
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Mas no dia seguinte ao meu 37º aniversário escrevi assim..
Já penso na minha própria morte (durante mais de duas décadas não pensei nela), na minha mortalidade e finitude.
O futuro está sempre na sombra e no encalço do presente. Li um dia que somos velhos quando temos mais memórias que sonhos, mais recordações do que projectos e planos, mais lá atrás, caminhos e estradas velhos conhecidos que atalhos desconhecidos por explorar. Estou cheia de sonhos simples e concretizáveis e guardo com alfazema num canto do meu coração todas as memórias de afectos e amor. Tudo o resto não tem espaço em mim, nem o rancor nem o ódio, nem coisas tóxicas nem nada que não me tenha acrescentado. O meu coração tem apenas memória RAM para o passado bom e o futuro de paz e leveza, que é isso que espero enquanto for envelhecendo. Dizem aos mortos "que a terra te seja leve" mas eu acho que deviam dizer aos vivos que o ar lhes seja leve para que o pensamento, os sonhos e os planos voem livres como o vento. Um céu leve.
Deixei de saber só o que não quero e passei a ter uma clara e nítida noção do que quero. Quero a saúde minha e dos que amo, quero quem me quer bem por perto, a intimidade reservada para as gargalhadas de quem me ama na mesma proporção do que eu os amo. Quero reciprocidade e merecimento. Quero relações fáceis e simples, sem cobranças nem julgamentos, sem truques na manga nem agendas secretas, sem cerimônias nem formalidades. Quero ser eu, sem pensar no que dizem os outros. E quero só quem me quer assim, quem goste de mim como sou e não me queira, projecte ou fantasie diferente ou à sua medida. O meu molde é torto e único e nunca me conseguirei encaixar.
Quero sentar-me com as pernas à chinês no passeio se estiver cansada, não me importar com maneiras socialmente impostas, dizer vernáculos e rir alto, usar decotes e não fazer fretes e quando me disserem que já não tenho idade para isto, poder fazer um pirete e cagar-me para o facto da idade não me perdoar.
A vida não é um juiz do certo ou do errado, não traz reguada incorporada e no fim morremos todos. Quero fazer o que sempre fiz: o que me dá na real telha, o que me faz sentir-me fiel aos meus valores e leal às minhas crenças.
Quero morrer livre. Sempre livre.]
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