segunda-feira, 16 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

Eu avisei que a fase fofi estava a acabar...

 
Diz a Margarida: "com tanta coisa, esqueci-me de quadripolarizar os vários sítios em que estive na Grécia, por isso aqui fica algo representativo, no metro de Atenas xD"
 
Et voilá, um "pedacinh'ásssssssim" da Grécia quadripolarizado!

Foi há um mês (II)

O Clube VII encheu-se de gente e cedeu-nos tanto espaço (dois courts de ténis e ainda dois estúdios para as brigadas de recolha) que nunca tivemos a sensação de aperto ou claustrofobia.

 
As sombras IKEA para além da cobertura dos próprios courts foram espectaculares e estava tudo lindo.
 
 
 
A decoração ficou a cargo da Valorfuschia e da Wonderland Parties e as bandeirolas (uma centena de metros de bandeirolas( foi obra conjunta de dez costureiras voluntárias (a todas elas um granda beijinho!)





Nota: as gotinhas de arco-íris que estavam suspensas nos chapéus IKEA foram responsabilidade da D'Arte Ideias.
 
A decoração das mesas compôs-se com a cor das bolachas feitas pelas melhores bolacheiras do Mundo, são elas:

Miau Cookies









Mo Sweeties









Carlota Cookie's


 

 
 


Os doces estavam apetitosos e coloridos sobre as toalhas meticulosamente costuradas pela Rosália com tecidos oferecidos pela Multitecidos e com objectos emocionais trazidos de casa para assistirem a este momento da nossa história...

 
O bom gosto dos maravilhosos stands da Red Elephant deram um toque de elegância à festa
 
 
 
 
 
E os apontamentos para festas de aniversário como palhinhas, marcadores de comida e bandeirolas da My Party Design e mais palhinhas e sacos de papel da Bonheur Bazaar deram o toque final no que diz respeito à decoração.
 
 
 
 
 
Obrigada a todos estes queridos amigos! Do coração!

(continua)
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Foi há um mês atrás (I)

Que a grande festa de aniversário da Ana aconteceu. Já aqui falei das pessoas que estiveram envolvidas na mega organização e na dinâmica da mesma. Nunca lhes irei conseguir agradecer em igual escala.  Faltam as marcas que, de uma forma altruísta e desinteressada, se quiseram juntar.
Assim, para começar o obrigada da família ursenilda às mais fantásticas cake designers do Mundo:














E pronto, tenho doceiras escolhidas até aos 10 anos da miúda! :D

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Mundo divide-se entre...

... quem diz afia e quem diz apara-lápis.

Ao Mámen: ia escrever sobre bandas sonoras e relações mas a escrita levou-me até aqui. Já sabes o que a casa gasta.




O nosso amor é antigo e às vezes ganha musgo e mofo e essas coisas chatas de amores velhos e depois tu vens e limpas tudo e dizes, com aquele ar de quem tem certezas, que o nosso amor não é feito de velharias de emoções, de trastes de sentimentos e tudo fica quase novo outra vez. Não aquele amor novo, a estrear, aquele novo que se tem medo de manusear, de experimentar, de tocar, aquele novo que só dá vontade de contemplar para não estragar; mas antes, um quase novo de amor em excelente estado. O nosso amor é uma antiguidade, disseste-me outro dia e eu fiquei a pensar que és tolo quando dizes que não tens jeito para as palavras, especialmente quando não te esforças para teres jeito para as palavras. 
O nosso amor é antigo e foi restaurado vezes e vezes sem conta, com a perícia e a astúcia de quem restaura um traste sabendo que, de facto, por debaixo do pó, das amolgadelas e da tinta gasta, há algo especialmente- e especialmente porque tem valor emocional- valioso. 
O nosso amor tem um factor x, passou controlos de raios-x, actos x de x-actos e resultou na dupla de cromossomas x mais perfeita de sempre. 
O nosso amor passou dias de sol, de guerra, de pó, de sal saboroso nas peles bronzeadas, de testemunha de gente que partiu, de gente que chegou e o nosso amor ficou sempre. Porque o mais importante no amor, muitas vezes, é ficar quando há todas as razões para partir. O nosso amor partiu, colou, reconstituiu cacos e está, remendado, para uso mas é isso que o torna tão especial, tão pouco vulnerável, tão sem medo de se partir, um amor resistente como aquelas panelas de aço inoxidável. O nosso amor tem garantia vitalícia. Sabes porquê? Porque vai durar para sempre. 

Amo-te. 

Feliz aniversário para nós, meu amor. 

sábado, 31 de agosto de 2013

Rúben Patrick, o meu amor está p'ra Norte...



Foi o Ruben Patrick que tirou. Casa de Grieg, em Bergen. O meu honey bunny Pipoco, quadripolarizou a Noruega. 



terça-feira, 20 de agosto de 2013

A SATA no meu coração!

Assim, a recolha de sangue da SATA, no dia de anos da Ana foi, de facto, um verdadeiro sucesso e contou com a colaboração de cerca de 52 funcionários e familiares. No final do dia, a SATA contribuiu com 17 litros de sangue para o banco de sangue do Hospital do Divino Espírito Santo (cerca de 37 pessoas conseguiram doar)!
E sim, a Ana não é continental-muggle, é half-azorean-blood, pelo que toda a família ficou tocada com a generosidade da companhia área e dos seus colaboradores. Agora promovidos a quadripolares sata-honorários!
Obrigada, coriscos mal amanhados e beijinhos da família pataca-falsa!

Imagens gentilmente surrupiadas à Corisca Ruim que juntamente com a Carlinha foram as embaixadoras SATA na festa da Ana. 

Imagem da tela testemunha da generosidade dos colaboradores da SATA, gentilmente gamada à Corisca Ruim

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Falha minha, auto-flagelação e tentativa de remissão

A Cláudia, autora do e'ventar foi uma peça essencial na organização da festa da Ana, membro do núcleo duro desde o dia 1, só não pode estar presente porque valores mais altos se levantaram: teve que ir beber um kima, com o pretexto de compromisso laboral, directamente a S. Miguel!

Obrigada, Cláudia! Do coração.

(E tem um blog tão giro, e é tão gira e magra e bronzeada e desportiva e em forma que a seguir aos agradecimentos largo já um: falece!!!)

sábado, 17 de agosto de 2013

A festa da Ana serviu para angariar cerca de 300 doações de sangue e de potenciais dadores de medula

Serviu para perceber a amizade que as pessoas me dedicam. Para me emocionar com a dedicação e o empenho e a energia e a força de trabalho da Sandra, da Bé, da Laura, da Catarina e da Sílvia. Para dar um beijo emocionado à minha Luisinha e mãe que vieram de Guimarães para a festa. Para conhecer o Zouk, o melhor DJ do Mundo, um tipo tão fixe que nem dá para vos explicar o quanto. Para ficar com lágrimas nos olhos quando vi a Zia, o Guilherme, a Matilde e o Manel que vieram do Porto. Para ver o ar cansado da Niki a fazer algodão doce, como se não houvesse amanhã, numa mãquina caseira mas sem nunca perder o sorriso e a boa disposição. Para conhecer a Laia pela mão da Paula. Para ficar fã dos tipos do Mecanismo Criativo, o grupo de teatro mais cool de que há história. Para saber que a Paula apoia sempre a família quadripolar. Para dar um abraço e mil dedos de conversa com o Luis da Confraria da Empada. Para ser reconhecida pelo colar de arco-íris oferecido pela Bé e não por ser a loira com o maior mamaçal da festa. Para ficar enternecida com o spot da Olga, tão mimoso e querido, complementado pelas almofadas oferecidas pela tia Laura. Para elogiar a saia fashion da Rute do Alentejo que trouxe toda a família e espetadas de fruta. Para passar a ser fã da SATA. Para matar saudades da pronúncia micaelense com a Corisca e a Carlinha, vindas directamente dos Açores. Para dar um abraço apertado à Teresinha. Para gostar ainda mais de Aveiro, por conta das 3 metades mercearia. Para saber que conto sempre com a Alexandra-a Grande, o Troll of the North, a Mónica Lice, a Ana do Pedagogia do Terror, a Marta do Dolce Far Niente, a Niki Ansiedades, a Patrícia do Bicharocos Carpinteiros. para ver mámen enfardar batatas fritas da Dalimar que nem um esfomeado. Para rever a Sofia Sengo. Para gostar mais da Zon que da MEO, que nos deu pipocas. Para beber um gin escondidinha com a Silvia do Clube VII. Para dar dois dedos de conversa animados com o casal porreiraço que veio em representação da Padaria D'Avó. Para matar a sede com o melhor granizado de limão do Mundo da Blueberry. Frozen Yogourt. Para perceber que a Ana e esperta e só vai para o colo de mulheres com fibra como a Filipa Catarino. Para que a Cozinha Verde me sensibilizasse para a inclusâo das crianças celíacas e dos convidados vegetarianos nas festas de aniversário. Para ver a Carla Rocha da RFM a arrumar o estaminé no fim da festa. Para saber que Mámen, Pedro, Mário, Samuel (da Olga), António, Andrea, Rui Charroque e marido da Ilze (não me recordo do nome) são os tipos mais fixes da história dos tipos fixes. Para- finalmente!- experimentar as tãos famosas Bolas de Praia. Para ficar embevecida com o abraço da Inês Pessoa. Para fazer uma festinha (consentida!) na barriga da Cláudia só para cutucar a Maria Catarina. Para confirmar que a Dânia é cá da malta. Para me deliciar com os bolinhos caseiros da Clarisse. Para me comover com a dedicação da Ana da Miau Cookies que fez 500 bolachinhas para oferecer aos convidados da festa, Para constatar quem é que escreve que sim e promete mundos e fundos e quem é que, efectivamente, aparece e faz acontecer. Para- estúpida!- não reconhecer ai vivo a Sofia Franco, a Leonor Fernandes e a sara Félix. Para ajudar nos preparativos de casamento da Rossana, que veio do Algarve por nós. Para dar uma gargalhada com a pintura dos olhos da Ângela Vilhena, a Mary Poppins mais gira da festa.  Para perceber a grávida pieguinhas que fui a admirar a Rosália a ajudar freneticamente num dia de quase 40 graus com uma Maria Clara a encher-lhe a barriga. Para ficar com inveja da boa da Ana Para gostar ainda mais da desbocada da Lina, da Rita e da Joana. Para rever sempre, com o mesmo gosto, a minha Leonor. Para abraçar o pequeno João, que comemora nestes dias também um ano sem quimioterapia e gostar tanto da Sandra e da mana, a quem cravo já um post para o mãegyver. Para perceber que a Liliana Para perceber que o destino se encarregou (e bem) de decidir que a Rosa era a madrinha ideal para a Ana. Para me divertir a ver a minha mãe fazer uma coreografia de zumba com a neta ao colo, para delírio da plateia. Para rever a querida Tehur, sempre pronta, sempre disponível, com um sorriso de lua cheia. Para ver a Neuza emocionada por me conhecer, quando eu sou apenas uma rapariga que tem um blog. Para conhecer o Presidente da Junta de Freguesia das Cardosas, de Arruda dos Vinhos. Para ver o bolo de aniversário mais imponente do Mundo confeccionado pela Lourdes, Paulinha, Carla, Cláudia, Elsa, Raquel, Dânia, Telma, Isabel, Sílvia e Joana. para ficar triste pelo motivo que afastou a Sara desta festa. Para sentir que a causa é importante o suficiente para várias pessoas terem interrompido as suas férias e terem arrancado em direcção ao Clube VII, como a Ana e a Teresa Martins. Para beber limonada da H3 como se não houvesse amanhã. Para conhecer ao vivo póletes da Margem Sul (elas existem!) como a destrambelhada da Inês. Para ficar com um nó na garganta quando vi a Fátima e toda a sua maravilhosa prole, entre os quais a pequeníssima Mafaldinha que aguentou, estóicamente, uma viagem do Algarve a Lisboa só para estar na festa da Ana. Para assistir à formação de uma equipa de pessoas que poderia mudar o mundo que, não se conhecendo, geriu toda a parte dos comes e bebes com uma eficiência admirável, liderada pela Ana Santos, Ana Correa, a Susana , Para receber a visita dos meus amigos de cheiro, muito admirados por ouvirem pessoas chamarem-me de Pólo, mas que ali foram para provar que estão connosco em todos os contextos (obrigada Laurinha, Margarida, Paulo, Rita, Marta, Tiaguinho, Manelita, Jorge, Débora, Vicente, Cláudia, João, Sofia, Rui, Afonso, Cristina e Zé Miguel mano!). Para perceber que a minha amiga Luna é tão fixe que leva com duas estuchas seguidas de festas de anos infantil por nossa causa. Para ver a minha tia e a minha prima, tão distantes do mundo cibernáutico, a conviver com pessoas que eu só conhecia virtualmente. Para curtir milhões o ar despachado das meninas dos patins (Lisboa Troopers Roller Derby sois as maiores!). Para ficar um bocadinho invejosa por não ter uma irmã e ser tão próxima e cúmplice como as manas Maximino (Patrícia e Joana, obrigada!). Para dar um abraço à Raquel dos tererés e sentir que já a conhecia. Para ver que há pais que continuam a tarefa de educar os filhos para o altruísmo, quando vi a Francisca e a Mariana a trabalharem na festa a servir gelados de iogurte, numa missão de toda a família. Para ficar embevecida com a minúcia e preciosismo dos detalhes da decoração feitos pela Joana do Valor Fuschia. Para sorrir com o senhor grandalhão, cujo nome não decorei, que ao lado de uma senhora magrinha e com ar frágil, desmaiou a dar sangue. para ter um orgasmo de paladar a provar os suspiros com doce de ovos da Party's & Cookies Para dizer vernáculos quando a médica do IPS me recusou como dadora de sangue porque tinha uma borbulha no sobre-lábio, alegando que poderia ser herpes e ignorando as minhas explicações de que era reacção a todo o chocolate e doces que havia comido na véspera, na festa de casa da Ana.  Para oferecer kimas às pessoas e vê-las entusiasmadas com a pequena garrafinha verde. Para achar que o Andrea, homem de uma generosidade tal, será um verdadeiro PaiGyver para a Maria Clara que aí vem, em breve (e para, por causa dele, passar a gostar só um bocadinho de escoteiros). Para ser fâ de toda a família dos Bicharocos Carpinteiros. Para admirar a dedicação da Teresa que foi para a festa de máquina de costura em riste para coser gotinhas de arco-íris para enfeitar a festa. Para conhecer a menina que estava na porta a acolher os convidados e que, com um passado de leucemia, estudo actualmente medicina para poder servir os que passarão pela mesma situação no futuro. Para conhecer a Tânia, cuja vida foi irónica e trouxe para perto um caso de cancro infatil, já depois de se ter voluntariado como fotógrafa da festa da Ana. Para reafirmar que a Sacolinha é a melhor pastelaria do Mundo.Para me espantar como alguém em Angola consegue ajudar de forma tão próxima (um grande beijo Liliana Delgado!). Para dar um beijinho às meninas dos Moínhos de Maneio que ofertaram kilos de framboesas. Para ver ao vivo a barriga da Sally cuja notícia de gravidez eu acompanhei em directo através do facebook. Para babar com a Ana vestida de arco-íris, obra da mestre Rita Cutxie Cutxie. Serviu para ficar mega fã do Clube VII. Para admirar a capacidade de mobilização da Regina.Para delirar com cada fiada de bandeirolas que me chegava via CTT nos dias que antecederam a festa, obra de mais de 30 habilidosas costureiras. Para dizer à sobrinha da manelinha Colaço, a viva voz, que tem a melhor tia do Mundo. Para conhecer, finalmente, a Mac e babar com os sete bolinhos de gomas que nos preparou. Para comer à socapa uma bolachinha "Keep Calm" da Mo's Sweeties. Para relembrar que o destino foi um fixe quando colocou o Pau, a Sofia (e, sim,a conterrânea Carolina) nos nossos caminhos. Para ver muitas crianças felizes, às gargalhadas, a correr, a sujar-se, a divertirem-se. para ver pais com os olhos a brilhar com a alegria dos filhos. Para receber montes de palavras bonitas e abraços apertados e uma reprimenda de uma senhora mais velhota ("gosto muito de ler o seu blog, às vezes farto-me de rir, outras de chorar, devia era dizer menos asneiras!"). Serviu para fazer felizes as crianças da "Fundação- o Século" para onde foi toda a comidae bebida que sobrou da festa. Para perceber que estou rodeada de gente boa, que faz de mim muito, mas muito pequenina quando comparada com todos e com cada um. Para sentir que eu e mámen estamos em sintonia e numa felicidade sem fim partilhada. Para comprovar que a Ana veio ao Mundo com uma missão: espalhar "anor". Serviu para se fazer história nas nossas vidas. E fazer de mim uma pessoa que tenta ser, todos os dias, um ser um bocadinho melhor. 

Obrigada a todos!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Aos 9 de Agosto de 2013, à Ana por ocasião do seu primeiro aniversário

A vida, minha filha, pode ser como o arco-íris um fenómeno óptico mas, aceita-o, Ana, a vida às vezes é mesmo uma ilusão. Dizem que o arco-íris resulta da separação da luz solar no seu espectro contínuo quando o sol se reflecte sobre gotas de chuva. É assim a vida, Ana, por vezes temos que a dividir em momentos, categorizá-la em emoções, deixar que a luz de dias felizes brilhe sobre as lágrimas que escoam dos nossos olhos, os teus azuis para te lembrar que as lágrimas são apenas ondas de um mar maior, imenso e infinito, que o teu olhar-barragem-oceano é sempre maior e mais valente. 
Eu sei que todos te dirão que o arco-íris, como a vida, se vê, mas eu peço-te, minha Ana, que caminhes mais longe: escuta-o, toca-o, lambe-o, respira-o, vive-o.  Olha-o. de frente, e lembra-te de que cada cor existe para te lembrar do essencial:

Encarnado- cor do coração. Nada vale mais na vida que o amor: o amor que há um ano só me dedicavas mim, que hoje sentes pelo teu pai, avó, tias.  O amor pelo incerto do futuro que pode ser o que tu quiseres, filha, basta só isso: quereres! O amor do Jobim, numa bossa nova ouvida numa noite de Verão enquanto contas estrelas cadentes e um homem que a vida te reservará te sopre uma dessas estrelas nos lábios. como quem pede um desejo. O amor pelo próximo, pelo outro sem que saibamos quem é, o amor pelo igual a ti, o amor desinteresseiro só porque a tua missão é tão banal e especial: fazer do Mundo um lugar melhor.

Laranja- cor do fogo. Na vida, o calor das emoções faz-nos agir. Sente muito, Ana: sente medo, sente ansiedade, sente borboletas na barriga e tremores na voz, sente nós na garganta, sente lágrimas a quererem evadir-se, sente gargalhadas que não consegues silenciar, sente sorrisos involuntários, sente o calor do rubor da face, a voz a querer-te falhar, sente dormente do corpo, sente sismos no coração, sente os pés doridos do bom que é caminhar a descobrir pedaços do Mundo. Sente a vida, filha, nada temas. 

Amarelo- cor do sol. Permite-te ao Verão, não desconfies quando a vida te der sol, fecha os olhos e transforma-te num girassol de Van Gogh, encara-o de frente, sente o calor a bronzear-te a alma, sem que precises de creme protector emocional. Junta-lhe sal, sal de um mar aqui tão perto, o mar de tua mãe, o mar do teu pai, tão diferentes mas o mesmo Atlântico. Sol e mar, sol e sol, sol como quem torna a vida bronzeada e divertida. Solarenga. 

Verde- cor dos pastos dos Açores, cor dos campos do Minho. Rega, todos os dias, o amor pelo passado que eu guardei embrulhado em memórias ternas para te oferecer, devagarinho, como quem oferece uma caixa de bombons que deve, lentamente, ser saboreada. Conserva as memórias do teu bisavô que, todos os dias, percorria metade de uma ilha de piratas, para acender um farol. Conserva as lembranças do teu bisavô a trabalhar, duro, na pedra, risos nos lábios, a tocar realejo, a entrançar vime para os cestos, pés descalços- Conserva as memórias da tua bisavó e os brincos de princesa, no quintal e nas orelhas, o cheiro  a pão aquecido nos bicos do fogão, vou tentar reproduzir para ti, minha filha, o calor do seu corpo junto ao meu em noites de doenças chatas, o cafuné, o embalar, conserva-as através de mim, Ana, vou-tas dar de herança, prometo. Conserva as pronúncias cantadas das ilhas e do Norte. o brilho do ouro dos piratas saqueadores do Atlântico e dos fios nos peitos fartos das dançarinas de rancho, o negro do basalto e das vestes das noivas do Minho, o verde da caldeira e do Gerês.

Azul- cor do mar. Sempre que a vida for dura, Ana, lembra-te de respirar fundo e lembra-te da maior lição que o teu pai nos deu: o mar é já ali.

Anil: a náo-cor- Desconstrói tudo o que dás como certo. Afasta-te do evidente e vê-o de longe. Relativiza. Não queiras saber todos os truques por detrás das ilusões. Não aceites verdades absolutas. Desconfia de quem tem mais respostas que perguntas. Ama Magritte. 

Violeta- cor das flores na beira da estrada. O melhor na vida é o mais simples: um abraço de um amigo, um festinha das mãos enrugadas da tua avó. ligares o rádio ao calhas e estar a passar a tua música favorita, adormeceres numa cama com lençóis lavados, perfumados e esticadinhos, o cheiro da maresia pela manhã, reconheceres o perfume de alguém que ames num desconhecido que passa, beberes água fresca da fonte num dia de muito calor, a tua mãe, eu. a preparar-te de surpresa o teu prato favorito, viajar sem destino, o colo do teu pai mesmo que aches que já não cabes nele, fazer um novo amigo sem contar com isso, o cheiro da lareira numa noite fria de Inverno, chegar a casa e descalçar os sapatos. 

E no fim dos dias, Ana, quando já souberes todas estas lições de cor, minha filha, e não te restar mais nada senão procurar o pote de ouro no fim-do-arco-íris, não deixes de o procurar mas, lembra-te que, tal como o poeta fez com a sua estrela, assim poderás fazer com o pote de ouro da tua vida: põe-no, tu,  lá! 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que nunca receberam uma declaração de amor por blogo-procuração via Quadripolaridades e a Marta.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que leram os livros da Alice Vieira na infância (e até têm um preferido*) e os outros.



(* por aqui: "Úrsula, a maior!")

domingo, 28 de julho de 2013

Amizade à prova de praseodímio

Foi num dos nossos restaurantes preferidos. A mesa estava cheia de desconhecidos, amigos de amigos, a conversar entre margaritas e burritos, música de mariachis e fajitas de pollo, quando ele entrou. 
Parecia um desenho animado em termos de fisionomia e indumentária, uma personagem-tipo de um livro do Eça. Quando falava, num tom teatral, agravava-se a formação do estereótipo. Sentou-se perto de mim e da minha amiga Xana, que fez as honras da casa e mo apresentou : "Protásio" de sua graça. 
Eu queria dizer alguma coisa mas ainda estava a digerir aquilo tudo, demasiado incrédula e confusa,  e só me saiu um "Portásio?". A Xana, num momento que ficará para sempre na história da nossa amizade de 15 anos, quis disfarçar a minha cara de parva e desconversar, saindo-se com um "Olha, podia ser Praseodímio", naquela que se tornou a nossa maior private joke de sempre. 
E, depois de rirmos, literalmente, até às lágrimas com a saída da bicha, trocámos de papéis e deixámos toda a gente confusa e intrigada, vitoriosas por termos mapas de referência semelhantes, códigos secretos que uma infância a ler nos permite. 
E percebemos, claramente que o Mundo se divide entre quem sabe que Praseodímio podia ter sido uma personagem de um livro infantil e quem acredita que é apenas um elemento químico.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os Açores... na festa da Ana!

Quando comecei a organizar a festa da Ana, queria ter o condão te poder trazer a Lisboa todos os leitores queridos do meu blog. 

Impossibilitada de o fazer alegrei-me quando percebi que a Marisa Barroca e a Isabel Coimbra faziam diligências para encontrar um autocarro que me trouxesse as gentes do Norte. Percebi que a Fatima Agostinho podia fazer um car sharing trazendo a Daniela Braz do Algarve. Vem uma menina do Alentejo, outra de Coimbra, a Daniela Ferreira de Bragança. A Luz vem do Funchal!

No entanto, porque tenho um tipo dos Açores cá em casa, conheço o peso da insularidade. E sabia que era quase impossível trazer leitoras dos Açores para nos ajudarem a apagar a vela! 

 No entanto, tal como fiz para muitos lados, tentei fazer alguma coisa. E eis que me chegou esta resposta: 

"Cara Pólo Norte, 

 nome do Grupo SATA, acuso a receção da sua mensagem de e-mail e agradeço o seu pedido que mereceu a nossa melhor atenção. 

 Gostaria de lhe transmitir que o seu pedido se enquadra na ativa postura de responsabilidade social que assumimos, pelo que estaremos em condições de oferecer o nosso apoio com a cedência das duas viagens solicitadas no percurso Ponta Delgada/Lisboa/Ponta Delgada. " 



A Corisca Ruim e a Carlinha vêm à festa da Ana!

Obrigada, SATA! Ficámos de coração cheio!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Angola? Done!



"Tanto tempo andei a congeminar a quadripolarização e hoje, sem contar, a coisa deu-se! (Mais depressa te tivesse eu enviado o email de ontem...)
Ora aqui tens, querida Ursa: a Portuguesita já com cores de África (bem sei que não parece, mas acredita em mim!) no candongueiro, a dominar uma Cuca (cerveja nacional)!
Comentário do motorista: "Tia, vê lá, não vai me vender em Portugal!". Portanto, olha, diz que o moço não está a venda! ;)

Beijinhos!"

Obrigada e um granda beijo aí para a banda, "tia" Susana!
Pólo Norte <3 you!


segunda-feira, 22 de julho de 2013

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que, ao deixar cair pão, este cai com a margarina para cima e as que o respectivo pão cai com a manteiga para baixo.


domingo, 21 de julho de 2013

Mónaco? Uh lá lá!



Um grande bisous para os chiques e giros Filipa e Pedro que cumpriram a "dolorosa" tarefa de quadripolarizar o Mónaco...

Pólo Norte inveja-vos- é certo!- mas <3 you!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Toda a gente tem uma segunda cidade

Não tenho raízes lá. Nem familiares para visitar. Nem mortos para colocar flores no primeiro de Novembro. Não é terra da minha mãe, pai ou avós. Não tenho quaisquer raízes na minha segunda cidade, excepto as memórias frescas e salgadas de Verões ininterruptos.
Perto da rua da colónia de férias, se fossemos sempre rente ao muro da D. Armanda, sem estragar as hortenses, vendiam-se suspiros na padaria e a primeira vez que bebi um ginger-ale foi no Pára-Raios, o café do lado. Nunca deixei de gostar de ginger-ales. 
Para a ria ia-se a pé, e eu tinha um colete verde que não me deixava afogar. E os ombros do meu pai, a mergulharmos aos dois. E gostava de apanhar pequenos caranguejos, nas areias movediças daquele braço de mar, para logo a seguir os soltar. 
Aveiro é a minha segunda cidade. Foi em Aveiro que assisti ao meu primeiro luau. O meu primeiro beijo foi dado no cenário da praia da Vagueira, num entardecer de Julho de 1992. Na mesma praia onde procurei fadinhas do mar, noites estreladas da minha infância, de pés a brincar na areia do mar, mãos a coleccionarem conchas. Ao longe, os touros a puxarem as redes, enquanto mordiscava um gelado da Camy comprado na tasca do Toni e da Lúcia. 
O farol da Barra marcava o sítio onde o mar se via mais alto, perto da Lua mais bonita que alguma vez vi. E os meus sonhos, Julho após Julho, tinham as cores das casas da Costa Nova e a doçura das tripas com ovos moles. 
Em Aveiro, as pessoas são mais bonitas, mais temperadas e gostosas, como se as salinas lhes dessem um gostinho ao ser e um travozinho ao sotaque, nortenho mas não tanto. E são leves e esvoaçantes e fáceis de trato, como se tivessem alma de bicicleta, sempre a girar,
Aveiro é a minha segunda cidade, sem razões nem raízes, sem que nada o fizesse prever porque as nossas cidades também somos nós que as escolhemos, por fim.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quem tem medo do Lobo Mau? A partir de agora eu!





"Não me convences com o teu paleio de chacha, deves-te achar a última bolacha!". Pura poesia!

Os meus amigos podem não ser melhores que os vossos, mas terão certamente um sentido de humor mais peculiar # 17

"O meu coelhinho

Só quer é mama e poleiro, mama e poleiro. Quem me manda a mim dar-lhe o nome Pedro no actual contexto político?"


da minha amiga Xana, mãe do Pedro de 1 mês

Com amigos destes, quem precisa de inimigos...



"Tenho acompanhado um debate profundo sobre genética em 2blogs conhecidos. Cansado de tanta desinformação a ser trocada, ofereci-me para resolver o debate combinando ciência, empirismo e especulação, na escola do Prós e Contras. 
Disclaimer: A miuda é a cara do pai. Dito isto, resta-me ser imparcial como manda a ética da investigação: 
Reparei que os ascendentes em causa localizam o pomo ( grande, percentil 90 ) da discórdia na cabeça. Todas parecenças reclamadas por ambas as partes são disputadas do pescoço para cima. Qualidades importantes como a capacidade de ter rins ou a presença de um duodeno forte e saudável como o do avô ou um figado resistente como a bisavó de Badajoz são menosprezados em relação, por exemplo, ao nariz (  2 buracos com 5 mm cada, abertos para passar o ar entre o lado de dentro e o lado de fora da cabeça).
Este estudo chegou à conclusão que ambos os progenitores são pai e mãe do sujeito em causa, i.e. a miuda não é filha do padeiro e nota-se."

domingo, 14 de julho de 2013

A três dias dos 33

A vida não me corre mal. 
Tenho todos os meus amores resolvidos, até o mais antigo, o que de não ser amor se tornou amor. Este ano não me telefonará no aniversário, como não o faz há seis anos seguidos, e já não faz mal porque de não querer resolver uma história, quiçá à força de a perpetuar, de ficar para sempre no ar tudo o que poderíamos ter sido, constatamos que não fomos nada e matou-nos porque as histórias que não se resolvem, assim ficam resolvidas. 
Não devo desculpas a ninguém. Estou de bem com o Mundo e mesmo que o Mundo não esteja inteiramente de bem comigo, o problemas não sou eu, são vocês. Durmo, todos os dias, de consciência tranquila, em paz e não há preço que pague isso.
Tenho os livros que gosto de ler nas estantes. Tenho mais que uma estante, é verdade, todas cheias de livros. Tenho livros de sempre, livros que cheiram a passado, ao meu passado, livros rabiscados, rasurados, sublinhados, imaculados e venerados. Livros autografados, livros cujas histórias fizeram a minha história, livros cuja a minha história na altura em que os li pela primeira vez os transformaram noutra história.
Não tenho interrogações existenciais, não tenho suspeitas ou dúvidas, não tenho questões de fundo por resolver. Rodeio-me das pessoas que me fazem bem e quando não mo fazem afasto-as ou afasto-me, sem grandes intelectualizações, sem raivas nem revoltas, sem zangas ou agitações, só porque sim, porque tem que ser, porque quero viver tranquila. 
Tenho os amigos que me escolheram e que escolhi. Muitas vezes perto, outras mais longe, umas mais presentes e outras, por força da vida, mais distantes mas sei que isto é como um iô-iô e a única coisa que posso fazer é não largar o fio do brinquedo. Amigos novos, frescos e cheios de coisas por descobrir, amigos antigos cheios de vida vivida no plural comigo, histórias partilhadas, gente que entra e fica, instalando-se aqui, em mim, como se eu tivesse um puff dentro do meu coração.
Tenho gavetas e discos externos cheios de fotografias de memórias de viagens e máscaras na parede do corredor, que trouxe de muitos sítios e que me trouxeram para casa muitos dos sítios onde os meus amigos as compararam. Tenho aventuras para contar, histórias para partilhar em mesas de almoços de sardinhas com pimentos assados e sangria fresquinha. 
Tenho uma família que se mantém família, presente nos dias melhores e nos piores, que pica ponto nos meus dias sem obrigação, só porque ama. E quem ama quer ficar perto. 
Tenho a minha mãe que transformei numa avó inanarrável. tenho uma mãe com duplo papel, tão meiga, tão resmungona, tão sensível e mau feitio, tão minha mãe, tão avó da Ana, tão completa, afinal. 
Tenho uma filha que dorme, neste momento, numa cama de princesa com dossel. Que sabe observar, que se ri de forma seleccionada, que tem um olhar que perscruta, umas mãos pequeninas mas que seguram todo o meu Mundo. Tenho uma filha saudável, bonita e bem humorada e isso é meio caminho andado para ela poder vir a ser o que ela quiser. Feliz, quero-o eu. 
Tenho um  marido que me escolheu, que se deixou ser escolhido, que viveu comigo tempos difíceis, tempos bravos e que agora, vê finalmente florir uma relação, cuja semente custou a pegar, uma planta que não se decidia se precisava mais de água ou de sol, que demorou a crescer rente à estaca, direitinha e viçosa, mas que agora, vê florir a flor mais fresca e especial, o plural a três que somos nós. 
Tenho os meus mortos enterrados na terra mas vivos, dia após dia, nos meus passos, no meu sangue e na minha história. Reconciliei-me com a raiva da morte e transformei-a numa saudade que se pronuncia em voz baixinha, para não se cutucar. 
Tenho o céu luminoso de Cascais. E tenho o mar. Porque o mar é já ali,
Acho que é isto o final feliz, esperando que não esteja para breve o final, mas querendo que continue esta tranquilidade morna e doce, tépida e adocicada. Esta "ram-ram" bom e demorado. Esta vida em velocidade de cruzeiro. 
Não fosse a necessidade de domar de vez o meu cabelo, encontrar um novo emprego que me faça feliz, comprar uma máquina fotográfica nova e andar de balão e arriscaria a dizer que a vida, até, não me corre nada, mas mesmo nada mal.  

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Tenho tantas saudades de Bruges...





"Ursa, é com imenso prazer q envio esta foto para aumentar a cruzada quadripolar! Envio-te a foto da Bélgica, Brugges, onde moro à ano e meio. 
Sigo diariamente o quadripolaridades e é tão boa a maneira como através da escrita me mantém conectada ao meu país. Obrigada pelos seus posts! 
Quando vier a Brugges não hesite em contactar! Terei todo o prazer de tomar um cafezinho! assim, com um muito obrigado, lhe envio a foto do : I love Pólo Norte & Ursa! 
 Um beijinho, Ana Marques"

Ana, não sabes onde te meteste! Eu quando aí voltar cravo-te um café meeeesmo!
Beijinhos!

terça-feira, 9 de julho de 2013

A festa da Ana: o conceito de marcas amigas

Andamos nos preparativos para a festa da Ana. Depois do Clube VII foi a vez de muitas marcas se quererem associar à festa. Mas não são marcas quaisquer são mesmo as minhas marcas preferidas.
Por exemplo, a Sacolinha. lembram-se da Sacolinha? Durante a gravidez da Ana eu "desejava" as bolas de Berlim recheadas com doce de leite da Sacolinha. Para dizer a verdade eu desejo sempre, mesmo que não estando grávida. Pois, a Sacolinha ofereceu um patrocínio de pão e pastelaria diversa para a festa da Ana. 
Depois a H3. Toda a gente sabe que eu sou mega fâ da H3. E a H3 retribuiu, ofertando limonada a rodos para matar a sede de todos os convidados da festa! Já disse que adoro a H3?
Ainda a Blueberry, que tem os meus gelados de iogurte preferidos. A Filipa da Blueberry ofereceu-se para levar uma máquina daquelas grandes de gelado de iogurte para a festa e vai distribui-lo pelos mais pequenos. Wow!
O Espaço Açores, só por causa das tosses- tumbas!- ofereceu 100 Kimas de maracujá para os primeiros 100 novos dadores (nota-se que estamos com expectativas muito elevadas?).
Depois da maravilhosa entrevista na RFM a Confraria da Empada chegou-se à frente ofertando empadas. Muuuuitas empadas! Vai ficar toda a gente empadado até mais não!
A Dalimar ofereceu 15 kilos de batas fritas, nem mais nem menos. Vai ser a loucura!
A Padaria D'Avó, a dar uma lição a uma certa padaria cujo nome não pronuncio mas que não gosto nem com côco por cima, doou pão saloio para a festa! E os Lacticínios das Marinhas irão providenciar o queijinho para que as sandochas fiquem top! Nham nham!
O portal SAPO fez questão de dar destaque à festa da Ana e a RFM é a rádio mais querida do mundo, tendo convidado a ursa para ir falar à telefonia na sexta-feira passada e fazendo updates regulares na sua emissão acerca da festa da Ana.
Não quero saber grande coisa da responsabilidade social, das normas que a atestam nas empresas, do marketing social e afins. Aqui o que me interessa é agradecer não às marcas, mas às pessoas que estão por detrás das marcas. porque é este capital humano que faz a diferen4a entre marcas e marcas-amigas.
Obrigada à Ana, à Sílvia Capelas, à Joana Bica e ao Sr. Fábio,  à Rita Afonso, à Catarina Valério, à Inês Tomé, à Filipa Catarino, à Carolina Ferreira, à Carla Rocha, ao Pedro Simões e a todos com quem a minha memória está a falhar!
Obrigada a todos! Abraçar-vos-ei, ai vivo, no dia 10 de Agosto.

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