"A Páscoa contada à minha filha: "E na sexta-feira Jesus morreu na cruz e no domingo deu-se um milagre: o Benfica ganhou o campeonato."
quarta-feira, 30 de abril de 2014
[Cacilheiro]
[De todas as coisas a que poderias dar o meu nome- uma espécie de borboleta, uma estrela, um cometa, um pirilampo, uma cor híbrida entre os anéis do arco-íris- gostava que desses o meu nome a um barco. Um cacilheiro, talvez. Para ter a capacidade de ligar as duas margens de um rio, que somos nós.]
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Entre parêntesis
(Finalmente) a escrita inteligente do telemóvel
Enviei uma mensagem a mámen a alertá-lo para o aumento do IVA chamando de filho de uma profissional do sexo o "Primeiro sinistro".
Finalmente a escrita inteligente do meu telemóvel mostrou que é mesmo inteligente, caraças!
O Mundo divide-se entre...
... quem tem um sinal tipo "flor" no corpo e os outros.
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O Mundo divide-se...
This is so me...(só que eu sou ainda mais imprestável que nem a cozinhar me safo...)
Tenho, portanto, 2 problemas para resolver. Aumentar o rendimento, e perder peso."
Da brilhante Jonas no seu Jonasnuts
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The Polo's next top blogger
As minhotas famílias nucleares alargadas
Na quinta da Torre, em Poiares, viveu durante muitas décadas a minha família. A minha avó lá nasceu e, embora todos nós a seguir tenhamos nascido pela capital, as nossas raízes lá estão, enterradas à sombra dos castanheiros, empoeiradas como os santos na pequena capela, resistentes como as paredes de pedra.
De todo um legado enorme que a minha avó (e o meu avô) nos deixaram, para além da pronúncia que amamos, do arroz que acompanha todas as refeições, do gosto pelas chouriças de cebola, do cordão de ouro que ali está para ser partilhado, cortado em partes e distribuído por todas e que assim ficará para sempre, intacto e à espera das partilhas que adiaremos para sempre, para além de tudo o que é material, gosto, o mais importante do Minho que a minha avó nos deixou foi este sentir colectivo e plural do que é ser família.
Estes palpites que todos damos na vida uns dos outros, estes pedidos de opinião em jeito de concílio antes de tomarmos decisões importantes, este sentir que os problemas de um são de todos, e que se as alegrias e as tristezas forem partilhadas serão, respectivamente, mais intensas ou mais leves, esta sensação de que há sempre uma tribo, um clã, uma rede de suporte.
Ontem, ao acompanhar o meu tio a uma pequena cirurgia o legado da minha avó (a minha avó) ali esteve. Na sala de espera, em silêncio, à espera do fim da cirurgia, a minha mãe ligou-me para descer até ao bar do hospital. Na mesa, a tomarmos café enquanto esperávamos, juntou-se a nós a minha tia e o meu tio. Mais tarde o meu outro tio rendeu-nos. Parecíamos uma família de ciganos.
E caraças, como eu tenho orgulho em fazer parte destas minhotas famílias nucleares que de nucleares, de tão alargadas, não têm nada.
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Assuntos de Família
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Miami quadripolarizado: chamem o Horatio Caine!
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Religião: polarismo
Ikea a patrocinador oficial do nome do filho do Kapinha, já!
O pai quer um nome com K e polémico. E eu acho mesmo que o IKEA devia entrar como parceiro oficial da coisa.
Sugestões:
KIVIK
KARLSTAD
KASSETT
KVITTRA
KVARNVIK
KVISSLE
KVART
Sempre às ordens. Pelo Mimikas tudo!
Sugestões:
KIVIK
KARLSTAD
KASSETT
KVITTRA
KVARNVIK
KVISSLE
KVART
Sempre às ordens. Pelo Mimikas tudo!
Se não os podes vencer, junta-te a eles
Ao Mimikas já não lhe bastava ser milagreiro: tinha que ser uma milagreiro sobredotado. E eis que, as dez dias de vida, decide comunicar com o Mundo através da sua própria página de facebook. Nada de misturas com os pais (esperto o puto!) e reclama a autonomia nas redes sociais, escrevendo ele próprio, os seus status.
E começa bem, o Mimikas, com um conhecimento profundo de marketing nas redes sociais lança um passatempo para que os fanzes adivinhem o seu nome.
Eu, à cata do prémio de 50 euros, patrocinado pela casa Sonotone fui logo seguir as instruções. A saber:
"Nada mais fácil.
Faz GOSTO nas 3 Páginas:
Kapinha
Casa Sonotone
Mafalda Teixeira
Escreve um comentário com o teu palpite, e PARTILHA por todos os teus amigos.
Quanto mais PARTILHAS fizeres mais hipóteses tens para ganhar.
O Mimikas tem 50€ para te dar!
Estás à espera de quê?
com o apoio de: CASA SONOTONE Aparelhos Auditivos"
E lá fui eu: cliquei na página dos papás e ... na do negócio da avó paterna. Sim, sim, porque Mimikas, milagreiro, sobredotado e empreendedor decidiu seguir as pisadas do pai e meter a avó (sempre) ao barulho, aproveitando a oportunidade para promover a loja de aparelhos auditivos de que esta é proprietária.
Eu, que tenho como objectivo do dia sacar os 50€ à avó Kapinha (que sei que se ninguém acertar juntam-se aos 25€ de mesada que ela ainda dá ao Jorge Fernando) aposto todas as minhas fichas em: Ken!
Porque me cheira que o Kapinha já brincou com Barbies que chegassem quando era criança.
That's the beggining of a long journey
E, na sede de mais desenvolvimentos sobre o Mimikas, percebo que o dom para as não notícias já é uterino
No início do mês a notícia do dia era: "O bebé ainda NÃO deu a volta".
Temo os próximos 30 anos:
Daqui a um mês: "Ainda não nasceu nenhum dente ao Mimikas"
Daqui a dois meses: "Mimikas ainda não come arroz de feijão com pataniscas"
Daqui a cinco meses "Mimikas ainda não anda"
Daqui a um ano "Mimikas não conta até 10 em Inglês"
Daqui a seis anos" Mimikas não pode ter carta de condução"
and so on.
Que Santo Mimikas me dê forças para akompanhar esta saga que promete ser longa e dolorosa...
No início do mês a notícia do dia era: "O bebé ainda NÃO deu a volta".
Temo os próximos 30 anos:
Daqui a um mês: "Ainda não nasceu nenhum dente ao Mimikas"
Daqui a dois meses: "Mimikas ainda não come arroz de feijão com pataniscas"
Daqui a cinco meses "Mimikas ainda não anda"
Daqui a um ano "Mimikas não conta até 10 em Inglês"
Daqui a seis anos" Mimikas não pode ter carta de condução"
and so on.
Que Santo Mimikas me dê forças para akompanhar esta saga que promete ser longa e dolorosa...
(Infelizmente) quem tem kapa sempre escapa
... nasceu o filho do Kapinha e ainda nada de nome.
Uma pessoa nem anda sossegada, sempre a consultar os jornais on line, o facebook dos senhores, ando num frenesim que só visto, que nem durmo, uma aflição, como hei-de-chamar ao bebé se o encontrar numa festa ou num"invento".
Quarta-feira passada foi um sobressalto e percebi que este bebé é uma espécie de gerador non stop de milagres.
Primeiro milagre: ser filho do Kapinha...
Segundo milagre: fazer com que o DN, um jornal (supostamente) sério, publique uma não notícia. Perguntam vocês: "Pólo meistra: o que é que é uma não notícia?". Ora atentem aqui . Na falta de uma notícia a desvendar o nome do filho do Kapinha e da Mafalda, sai uma notícia a dizer que ainda não há notícias sobre o nome do bebé. Wow: que não notícia de relevo, pá!
Terceiro milagre: Diz ainda o progenitor na referida não notícia que "Já decidimos o nome, não foi fácil. Tem uma história muito gira porque foi decidido no domingo de Páscoa e no dia de São Jorge, que é o meu nome, Jorge Kapinha." Tudo muito lindo, inspirador e milagroso, uma vez que a notícia é datada de dia 22 de Abril e o dia de S. Jorge é no dia... 23 de Abril. Mimikas, a antecipar dias de santos desde 2014: well done!
"Vai ser sempre o Mimikas, mesmo já tendo nome. Não dizemos ainda porque acho que o nome dele vai ser polémico", acrescentou o músico. E agora? Sendo que o nome uma vez polémico, para sempre polémico, será que nunca mais será revelado? Será que, na verdade, Mimikas foi, efectivamente, declarado Mimikas na conservatória do registo civil? Já o estou a ver no futuro, advogado, Dr. Mimikas Teixeira Kapinha, a processar os seus pais por terem perdido o cérebro na tribo e, quando o mar bate na rocha, quem se lixa é o mexilhão...
Eis, quando neste consumir de preocupações, hoje vemos a luz no fundo do túnel: uma não-notícia, agora sim, reposta num jornal de não notícias. Diz o Correio da Manhã, nesta não-notícia, não o nome escolhido, não as razões da escolha do nome mas, sim, a importante informação que o casal oferece 50€ a quem adivinhar o nome do filho.
E pronto, agora é que me lixaram! Estou aqui que não sei para que lado me vire: jogo no euromilhões, peço facturas de todos os cafés que bebo para ganhar um Audi ou envio para o Kapinha o meu palpite ("Ken", eu aposto em "Ken"!)?
Santo Mimikas me valha e me conceda outro milagre: que quem tem kapa nem sempre escape, por amor da santa, que já não há quem aguente o Kapinha!
domingo, 27 de abril de 2014
Na falta do Polvo Paul...
A Ana esteve o dia todo a gritar‘’Benfica'.
O Benfica ganhou ao Porto.
Senhores das apostas, tenho uma loira adivinha...
O Benfica ganhou ao Porto.
Senhores das apostas, tenho uma loira adivinha...
sábado, 26 de abril de 2014
o Mundo divide-se...
... entre quem numa cama de casal ocupa o lugar mais proximo da porta e o outro.
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O Mundo divide-se...
Pode-se fazer sneak peek de um post? Pode? Pode?
"Um fim de tarde passando por debaixo das pontes, tantas pontes, um ambiente de glamour, o barco como uma máquina de costura a fazer a bainha ao Douro, ponto por ponto, ou melhor, ponte por ponte, nas bermas as vinhas, costurando a manta de patchwork invicta."
É mais ou menos isto?
Aquilo do "The Colour Run" é tipo paintball mas em versão com as borregas a dar a dar e sem a parte bélica (que é a única gira) da coisa?
Como estava lindo o Príncipe Real
Ontem gozámos o preço da liberdade em família.
O Príncipe Real estava lindo: uma feira urbana gira, gira no jardim (e sem bijutarias feias com cápsulas de Nespresso que já ninguém aguenta...), novos conceitos originais, gente com ideias na rua, a motoreta da minha amiga Vera a vender os melhores pastéis de nata do Mundo (assumo que são melhores que os de uma pastelaria de S. Martinho do Porto, que estavam no número um do meu pódio de pastéis de nata há anos*), sol na capital, pessoas bonitas de cravos nas mãos.
Ontem, fui invadida por uma paz imensa, uma paz de sol e flores encarnadas, olhos fechados, a sentir o calor na cara, a gozar o sabor de nata e sorrisos, porque há muita gente que aprendeu, como eu, que a felicidade está em olhar em redor e não ter medo de dizer que lindo que estava ontem o Príncipe Real.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Um craveiro numa água furtada
Um craveiro resiste numa agua furtada. Quarenta anos depois uma Lisboa soalheira recebe um mar de gente descontente e conformado, pacifico e ordeiro, olhos cor de revolução, sorriso apagado pela democracia.
O senhor ao meu lado na caminhada explicava-me a etimologia da palavra ""Democracia"". Dizia que vinha de Demo, a cracia do Demónio. Não estava contente, setenta e quatro anos, tinha exactamente a minha idade quando o 25 de Abril lhe prometeu mais que o fim da guerra, a paz, a paz que quarenta anos depois lhe arrancaram da certeza de uma velhice digna. Não necessariamente boa mas digna. Prometeram-lhe um futuro sem açaimes mas confiou as rédeas da sua vida aos homens da democracia que personificaram a etimologia da palavra.
Todos os anos caminha pelas ruas, de cravo de tecido na lapela do blazer gasto pela liberdade. O cravo la esta, desbotado mas ainda vermelho. O homem la esta, agastado mas ainda crente no valor dos passos caminhados no plural, ano após ano. Disse-me que vivia nos Anjos, numas águas furtadas, que só saia de casa para ir ao médico e no 25 de Abril. Custava-lhe muito subir as escadas. O corpo não fazia jus à alma revolucionária.
E de Repente acreditei um bocadinho no futuro. E cheirou-me bem, cheirou-me a liberdade e a Lisboa. E agora ainda mais, que sei que existe mesmo um craveiro numas águas furtadas. Democracia desbotada na lapela mas revolução nos joelhos esclerosados dos homens.
E hoje, também na esperança dada pelos passos desenhados pelas pernas pequeninas da minha filha, de mãos dadas com ambos os pais, lado a lado com o senhor dos Anjos.
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Actualidades
quinta-feira, 24 de abril de 2014
S-Day
Ontem foi o "S-Day", dia da minha amiga Sónia, que eu adoro de uma forma tão descontraída quanto espantada como só descontraídas e feitas de espanto conseguem ser as amizades tardias.
A Sónia lá estava, linda e radiosa, com aqueles olhos amendoados e sorriso menino, e de repente, eu estava cheia de orgulho e vaidade porque as vitórias dos nossos amigos trazem-nos alegria por osmose, gratidão no facto daquela pessoa nos pertencer um bocadinho, uma célula de alma.
E foi bonito o lançamento do livro, ponto de encontro entre pessoas de quem gosto muito, troca de galhardetes com amigos recém desvesiculizados, piscar de olhos aos putos que correm, espaço de entrega de encomendas, motivo para conhecer novos abraços, sorrir para a irmã mais gira da sala (beijinhos, Adriana!) e gritar um "Ohhh Elsa!".
E cá canta o livro da minha Sonyte, motivo para uma noite em branco e razão pela qual tive o dia todo a cabecear de sono.
Já está: lido, sublinhado e com ensinamentos em reflexão. Com desmesurado orgulho e sem culpas. Doce com as amêndoas que adoçam os olhos da Sónia.
Tia Sónia ali, taco a taco, com o Ruca: estás lá dentro, Sonyte!
SMS quadripolarizada!
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Religião: polarismo
Descobrimos (eu e a minha amiga Rosa) o truque para ser-se magra sem esforço
A nossa amiga Cláudia- magérrima e elegantérrima- enerva-nos muito. É daquelas que quando está de frente parece que está de lado, fica cheia quando come um queijo fresco, não come entradas das refeições senão já não tem apetite para o prato principal e isto transtorna-nos muito, a mim e à Rosa, que engordamos só de respirar.
A Cláudia, no outro dia, confidenciou-nos que a sua avó materna durante toda a infância lhe deu pastilhas elásticas para comer, não as distinguindo de rebuçados, pelo que a Cláudia engoliu chicletes desde os 2 anos até perceber o que eram pastilhas elásticas...
Posto isto- eureka!- descobrimos a poção secreta: dá-se pastilhas elásticas às crianças, elas colam-se-lhes nos respectivos estômagos, tipo banda gástrica preventiva e dá-se o caso de se criarem crianças elegantérrimas.
Eu e a Rosa- que é madrinha da minha filha- estamos numa lufa-lufa à procura de onde se vendem super-gorilas para começarmos a oferecer à Ana...
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Ah 'migos
A VISITAR | Zona Oeste
No fim de semana passado descobri, através da West Holidays- Holiday Rentals- o resort da Praia d'El Rey.
A palavra "resort" relembra logo uma coisa chique. Chique e cara. Mas, incrivelmente, a opção de alugar um apartamento num resort com todas as comodidades (piscina, restaurantes simpáticos, programas nocturnos providenciados pelo Club House, campos de golfe) é das melhores e mais baratas que se afigurou.
Contas feitas: 60 euros/noite por um apartamento com dois quartos para dois casais, duas casas de banho para não haver filas matinais, uma cozinha completamente equipada, vista para o mar (estávamos a 100 metros da praia, literalmente), piscina gigante, um terraço maravilhoso para tomar refeições, ou seja, tudo isto por 30€ por casal por noite. Nem em hosteis ranhosos, senhores!
Desde que sou mãe privilegio ficar hospedada em apartamentos por várias razões:
- posso gerir o meu próprio tempo sem ter que sair para as empregadas limparem o quarto ou ter que me levantar cedo para despachar a Ana, vesti-la, vestirmo-nos e correr para tomar o pequeno-almoço antes da cozinha fechar
- gosto de ter uma cozinha à disposição para poupar dinheiro em vez de ser obrigada a almoçar/jantar sempre fora, para poder fazer sopa fresquinha para a minha filha
- aprecio o luxo de poder ter uma sala a um metro do quarto, podendo estar socialmente com os amigos que nos acompanham, respeitando os horários da sesta e de deitar à noite das nossas crianças, sem obrigar um recolher obrigatório aos quartos quando as crias adormecem
- gosto da privacidade e do intimismo que os apartamentos conferem como se nos sentissemos, de facto, em casa e, para tal, contribuiu o facto de não se terem esquecido do berço para a Ana, da cadeirinha para comer, babetes, loiça e talheres infantis (foram mega atenciosos connosco!).
A zona Oeste é fabulosa e apesar de conhecermos, relativamente bem, a zona de S. Martinho do Porto e Caldas da Raínha, apaixonámo-nos ainda mais pela zona de Óbidos.
Descobrimos a lagoa de Óbidos ali a 2 quilómetros como um sítio a regressar no Verão, apaixonámo-nos pela recatada praia del Rey com areais maravilhosos e um mar que cheira a mar e voltámos à vila de Óbidos para descobrir que é mais que a vila natal, a capital do chocolate e o cenário medieval: fizeram da igreja um livraria fabulosa, abriram um novo conceito de livraria-mercado na rua principal, há novas lojas trendy e sempre, sempre novidades.
Almoçar no Guizado é sempre um prazer a repetir quando vamos para aquelas bandas e fomos comprar peixe fresquinho ali a Peniche, com o qual cozinhámos a melhor caldeirada da história das férias em família.
A Ana apanhou ar do mar, andou com os pés na areia, apanhou conchinhas, dançou, comeu e dormiu como uma abadesa, riu-se em uníssono com toda a gente, cantou e dançou e só não nadou porque o tempo não colaborou.
A repetir, decididamente, porque ficámos com o amargo de boca de não termos dado uns valentes pirulitos no piscinão, pelo que, vamos continuar a estar atentos ao site da West Holidays.
Caraças, como fomos (ainda mais) felizes neste fim-de-semana!
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Zona Oeste
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Justiça para a gata que não tem boca
Pois que o Noddy tem a melodia do "abram alas". O Ruca é um "rapazinho muito embora pequenino". A Minnie" tem uma loja de laços que são lindos e é ela mesmo que faz". E a puta ressabiada da gata cujo nome não se pronuncia neste blog estava a sentir-se inferiorizada e, vai daí, a querida da Avrilzinha, tal defensora das gatas parvas e oprimidas, enfia a sua saia de cupcakes de super-heroína e repõe a justiça no mundo dos bonecos.
E eu, continuo a não perceber porque raios tanta gente boa tem polipos nas cordas vocais e vem Deus e poupa a Avril.
PQP!
[Desabafo a meio da tarde]
[Gostava de precisar de dormir menos horas. Fujo de grupos, de gente que corre junta, gente que fofoca junta, gente que faz actividades junta e gente que precisa de estar sempre junta. Começo mil actividades e tenho dificuldade em terminá-las. Continuo a ter preconceitos e a lutar contra eles. Bebo uma média de 12 cafés por dia. Desisti de responder a todos os emails que me enviam. Gostava de saber dançar. Tenho saudades de estar em Aveiro muitos dias seguidos. Quando me farto de alguém afasto-me ou afasto-o e não quero nem dou justificações. Um dia vou voltar a andar de mota. Gosto pouco de compromissos e obrigações nas relações sociais. Gostava de saber dançar. E de aprender a tocar piano, uma música que fosse. Não sigo séries de televisão nem sou verdadeiramente aficcionada em nada. Tenho pouca propensão a adições. As merdas das outras pessoas cansam-me muito a beleza. Se pudesse viajava durante todo o ano. Tenho saudades de comer cerejas. Não tenho fobias. Odeio telemóveis. Faço sempre aquilo que me dá na real gana. Tenho dificuldade em fazer fretes e finjo mal quando tenho que os fazer. Gosto de me refugiar noutras divisões da casa quando ela está cheia de gente só para me sentir um bocadinho só. Sou filha única. Não sei desenhar. Cozinho cada vez melhor. Só leio blogs escritos por gente de quem eu gosto.Não gosto de comida da moda, de roupas da moda e sempre que me falam em moda lembro-me da sua definição na disciplina de estatística. Gostava de responder a todos os emails que me enviam. Sou a pior gestora de tempo da história da humanidade. Estou-me a cagar para a opinião que as pessoas que não me conhecem têm sobre mim. Sou fiel aos meus princípios e valores. Detesto gente que tem medo de tomar partido, de se comprometer, de tomar posições. Como sushi como quem come pipocas. Sou bélica. Lembro-me sempre de quem me fez bem e nunca me esqueço de quem me fez mal. Tenho orgulho no meu sentido de humor e rio-me muito de mim. Bebo menos copos de vinho tinto que o que devia. Só gasto energia com aquilo que vale a pena. Esqueço-me de pagar contas nos prazos e passo a vida a pagar multas. Perco as palavras passes dos sites online. Tenho a paciência de um soldado soviético. Acho-me uma pessoa "easy going". Complicados são (sempre) os outros.]
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Entre parêntesis
Dilemas de uma cronista convidada
Fui convidada pela Lifecooler para ser uma das cronistas residentes. O tema que escolhi foi "viagens de barcos" e estou com um bloqueio criativo.
A primeira ideia que tinha era homenagear Aveiro e falar dos moliceiros da minha infância. Mas depois senti que estava a trair os barcos rabelos e que havia tanto para contar sobre o Porto. Depois pensei que estava a ser uma lisboeta traidora e que não podia preterir os cacilheiros. Também pensei logo nos barcos-casa onde já pernoitámos na barragem do Alqueva e pelos quais nos apaixonámos. Por fim, mámen piscou-me o olho e pediu-me que escrevesse sobre os barcos que fazem os cruzeiros inter-ilhas dos Açores e onde já fomos tão felizes.
Ainda bem que não foi aprovada aquela ideia da regionalização. Ser portuguesa é ser este todo, esta manta de retalhos, este Atlântico, rios, ribeiros e afluentes com tantos barcos que nos conduzem o sentir.
E agora? Bah!
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Lifecooler
AGENDA QUADRIPOLAR | Hoje, todos os caminhos vão dar ao Colombo...
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Agenda quadripolar,
Seita Quadripolar
terça-feira, 22 de abril de 2014
Poso ter o cabelo pintado de qualquer cor que serei sempre loira
Fui loira toda a infância e adolescência. Não tão loira como a minha filha, que tem um loiro açoriano, tinha um cabelo mais para o dourado mas, não sendo nórdica, sempre me lembro de mim loira.
A primeira vez que pintei o cabelo começou por ser com uns rímeis capilares para fazer madeixas de cores pavorosas mas os anos 90 assim o ditavam. Depois usei henna, mais tarde descolorei, ainda mais, à frente do cabelo e, logo a seguir, para disfarçar a catástrofe capilar fiz as minhas primeiras madeixas.
Entre nuances, madeixas, tintas permanentes e afins o meu cabelo nunca deixou de ter o pantone loiro. Fui loira até ser mãe.
Com a gravidez decidi deixar de pintar o cabelo e descobri a cor natural com que ele está agora: castanho claro. Não desgostei de me ver e, depois da Ana nascer, comecei a pintá-lo de castanho. Um ano e meio depois estou com uma depressão capilar.
Ok, há imensas vantagens em ter o cabelo castanho: não tenho que estar sempre a retocar as raízes, o cabelo não fica com um ar queimado no Verão tingindo-se para o tom "loiro-barracas" e está, efectivamente mais forte (não sei se são, ainda, efeitos colaterais da gravidez ou se, efectivamente, o facto de não usar tintas agressivas poupa mesmo o cabelo).
Mas eu tenho uma personalidade loira. Tenho uma personalidade de sol e sal. Não tenho uma personalidade morena. E sinto-me mais "apagada". Mais discreta. Mais recatada. Só porque tenho o cabelo castanho.
Posto isto, tomei a decisão de voltar a ser loira. Ainda não sei se pinto, se faço madeixas, se coloco camomila intea no cabelo ou, me passo, e ataco a garrafinha de água oxigenada... :P
Mas que tenho que pôr o cabelo a condizer com a minha personaliadade, ah, disso não há como escapar...
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Autopsicoterapia
Como perceber que uma montra de um centro comercial não foi concebida por uma vitrinista a sério?
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Só desgostos
A EXPERIMENTAR | DEPILAÇÃO A LASER COM A DORA, a exterminadora (de pêlos)
Primeira sessão de depilação definitiva com a Dora, a "pelumóloga" mais expert que conheço.
Primeiro que tudo, dá imenso jeito o centro de estética ser nas Amoreiras porque, agaçada, tive logo um pensamento para me automotivar: se me portasse como gente crescida (isto é, controlasse os guinchos, as lágrimas quando ela me apontasse o feixe à buçaca, e, especialmente os palavrões) auto-recompensar-me-ia com um Salmon Party do Sushi Caffe.
Enfardei uma bica e um pastel de nata antes de iniciar a sessão só para enganar a fraqueza e enchi-me de córage para ir ter com a Dora e só me vinha à cabeça a porra da música do "Não sejas má para mim!".
Primeiro choque: a Dora é gira Gira e boa. E uma pessoa ter que mostrar a sua vulnerabilidade ao nível da pilosidade a uma gaja gira e boa custa pontos no ego. Mas depois a desgraçada- ainda por cima!- tem o desplante de ser simpática. E querida. E nada bruta. E uma pessoa vê-se obrigada a simpatizar logo com ela ao ponto de ter mesmo que se controlar para não ganir e matar de coração a pobre rapariga.
Comecei pelo rosto: buço, aqueles cabelos feiosos perto das têmporas das orelhas e tudo o que era pelume na cara. Estava cheia de miáufa, com aquela expressão daquele concorrente que gritava "Ponha! Ponha! Ponha" mas, assim que me deitei na marquesa, fechei os olhos (tem que ser para não ficarmos cegas, para além de sem um único pêlo) e fui surpreendida.
Eu explico: a Dora apontou uma manápulo tipo o das bombas de gasolina a cada área pronta a ser depilada (previamente demarcada por ela) e disparou: uma sensação de calor (do feixe do laser), seguida de uma sensação de frescura (diz que é o criogénio que actua logo a seguir ao disparo de laser). No buço foram três disparos.
Fónix, estava eu com medo disto? Eu que choro lágrimas de sangue de cada vez que tenho que espetar cera no buço estava com medo disto? Burra que eu sou, pá! Não custou mesmo nada...
Fónix, estava eu com medo disto? Eu que choro lágrimas de sangue de cada vez que tenho que espetar cera no buço estava com medo disto? Burra que eu sou, pá! Não custou mesmo nada...
Mas eu sabia que tinha que doer. E doeu-me a auto-estima quando a Dora apontou o feixe de luz e bombou-me nas narinas.
Mais do que uma blogger não fashionista, mais do que uma blogger pelintra, pior que tudo, sou uma blogger que tem pêlos no nariz.
Ou, melhor, tinha..
A coisa seguiu-se, a Dora de pulso firme e muito determinada, despachou o trabalho na área do rosto em metade do tempo que eu demoro a fazer depilação de meia-perna à máquina. Caraças, fiquei fã!
Nesta altura sentia-me ridícula e encabulada. Rídicula porque sou uma mariquinhas e encabulada porque se seguia a zona das axilas e eu tinha transpirado tanto de medo que estava com pena da Dora...
A conversa foi boa e fluída. Claro que eu aproveitei para fazer perguntas como "qual a percentagem de farfalotas pimpinelas que depilas por semana?", "tens clientes tranformistas?" e tudo o que eram perguntas freak e ela resistiu ali, estoica, às minhas manobras de distracção.
Menos de uma hora depois, tinha cara e axilas carecas, biafine a proteger a pele, protector solar a proteger a área do rosto e uma vontade louca que as seis semanas que faltam para a próxima sessão passem tão depressa como esta sessão.
É que só de pensar no regalo que será nunca mais ter que tirar o buço e não me preocupar com a sovaqueira de cada vez que quiser usar uma camisola de alças voltava já amanhã! De Salmon Party no bucho que uma pessoa tem que se premiar...
Granda beijinho, Dora!
(Conheçam o trabalho da Dora aqui. Se tiverem questões técnicas não mas façam a mim, escrevam um email para doracrsilva@gmail.com e garanto-vos que terão respostas tão esclarecedoras como as que me levaram até ela.)
Ver-se livre dos pêlos... e da depilação! Para sempre.
Quem? Dora
Onde? Lisboa (Avenida Álvares Cabral, nº 11, ao Rato)
Contacto: Pelo email doracrsilva@gmail.com
Saber mais? https://www.facebook.com/dora.depil.laser
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O meu avô, lá na estrela onde mora, faz com os antebraços e os punhos cerrados o gesto de vitória e grita "Benfica"
Eu piquei:
E continuei a provocar:
"O Benfica é um clube bissexto, certo?
É que só aparece nos campeonatos de 4 em 4 anos..."
E insisti:
"Peço aos meus amigos benfiquistas alguma contenção na (merecida) festa de hoje e no agitar dos cachecóis.
A minha filha Ana tem alergia ao pó."
Eles responderam-me assim:
(Grande Marta, a provocar a ursa desde 2014...)
domingo, 20 de abril de 2014
Deixar de ter medo das palavras
Augustus morreu de "doença prolongada".
Porque raios se insiste em tornar o cancro um eufemismo?
Porque raios se insiste em tornar o cancro um eufemismo?
A EXPERIMENTAR | Solar dos Amigos ou O melhor restaurante de Portugal
Embora Alcabideche, essa grande metrópole, tenha à porta de casa os meus restaurantes de eleição (experimentem o polvo assado d'"A Casa do Vítor", o cozido à portuguesa da "Adega Típica do João Aires" e a açorda de marisco do "Ponto Verde" e logo me dizem de V. justiça...), a verdade, verdadinha, deixando de ser regionalista, o melhor restaurante do país fica no Guizado, às portas das Caldas da Raínha.
Embora a especialidade seja o bacalhau assado com batatinha a murro, desta feita comemos o mais bestial cozido à portuguesa do Mundo, com morcela de arroz e farinheiras divinais, lombardo que sabe a lombardo, batatas que sabem a batatas e, só porque era impossível ignorar as migas de broa, juntámos esta iguaria ao arrozinho cozinhado, claramente, com a água do caldo do cozido.
(Já depois do primeiro round...)
Meia-dose dá para seis pessoas mas nós, como éramos só quatro, partilhámos a mesma meia-dose e trouxemos farnel para casa. Para regar a refeição dedicámo-nos ao vinho de jarro, em profundo deleite num ambiente rústico e cheio do meu padrão preferido: o dos tecidos de chita.
Eu acho que o "Solar dos Amigos" devia ser condecorado com a "Grã Ordem do Melhores Restaurante do País", juro, juro, ainda mais quando me lembro do tabuleiro com umas 12 sobremesas diferentes que dificulta a escolha mas nós, como somos muito despachados, tratámos de mandar abaixo quatro diferentes, porque, no "Solar dos Amigos", no partilhar é que está o ganho.
O preço? Obsceno de barato: 50 euros por meia-dose de cozido para quatro (que chegou para duas refeições), vinho, entradas de broa com requeijão caseiro e doce de abóbora e sobremesas.
Único senão: o restaurante não tem multibanco. Convém levantar dinheiro antes sob pena de, depois da refeição, irmos a rebolar até à caixa ATM mais próxima...
Almocei dois dias seguidos no solar dos amigos e reinventei uma canção para ilustrar a efeméride
"Ela não anda, ela rebola..."
PROGRAMA QUADRIPOLAR | "Vais para o Oeste no fim-de-semana de Páscoa? Não se faz nada no Oeste..." *
Acordar com vista para o mar:
Tomar o pequeno almoço com cheiro a maresia:
Ser surpreendida pela hospitalidade dos "senhorios":
E- claro!- não virar a cara à luta (estes "Ésses de Peniche" a saber a limão e recheados de amêndoa vão ser a razão para Peniche se tornar Património Mundial Gastronómico, garanto-vos!):
Ir passear, sem pressas, e descobrir que Óbidos tem uma lagoa (linda! linda! Onde se pratica kitesurf, campismo selvagem e tudo, tudo):
E apaixonarmo-nos por um conceito ma-ra-vi-lho-so que junta as melhores coisas da vida- livros e comida:
(* está bem, abelha!)
(Re)descobrir a Zona Oeste
Quem? West Holidays- Holiday Rentals
Onde? Rua D. Isabel de Castela, Loja B, Praia Del Rey
Reservas: Ver página de facebook
Saber mais? https://www.facebook.com/westholidaysportugal?fref=ts
sábado, 19 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Mau feitio matinal
Desta vez não é grave pois morreu um grande escritor mas tendo em conta o número de citações por status de Facebook que leio de Gabriel Garcia Marquez temo o dia em que morra o Paulo Coelho.
E desejo muito anos de vida à Margarida Rebelo Pinto.
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Avé Facebook
Prometo, Gabriel!
«Muitos anos depois, diante de uma estante cheia de livros, a única herança deixada pelos seus pais, Ana haveria de recordar aquela tarde remota em que estes a convidaram a ler, pela primeira vez, "Cem Anos de Solidão".»
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Mãegyver
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Há quem tenha tido um passado com drogas. Já eu...
... confesso- humilde e envergonhada- que tive um passado com sementes.
Era só na minha Escola Secundária que se comia pipas (sementes de girassol) aos intervalos?
O Porto perdeu? O Mestre Alves ficou preso no trânsito da segunda circular e não conseguiu bloquear o Benfica
Proponho um duelo de vingança dos bruxos do Benfica e do Spote com o Mestre Alves, Harry Potter das Antas!
Vamos lá abrir a caixa de Pandora
O post que mais gargalhadas me proporcionou, por me sentir acompanhada na porca miséria de quem tem dois nomes próprios que não combinam nem à lei de bala, foi este. A Vanda Lisa ainda continua a ser tema de conversa nesta casa.
Partilhei na página de facebook do Quadripolaridades que soube, há dias, que tenho um amigo cujo apelido é "Todo-Bom" e logo se juntaram vozes que conhecem um amigo "Pão Mole", um "Lagarto Morcela", outro "Enxuto", um "Fura Direitinho" (really?), um "Penetra Trinta" (ahahahah!) e o meu preferido, o senhor "Pina Valente".
Por aqui em casa, quer eu quer mámen temos sobrenomes de terras, o que faz do nome da Ana um nome mega internacional. E divertido e caricato, sim.
Contem-me agora vocês, que estou precisada de soltar umas gargalhadas.
A estrelinha partilhada
Várias marcas se quiseram associar, oferecendo prendinhas às mulheres vítimas de cancro: o Boticário, a Nicepharma, a Accessorize, a Luaranas Moda, Box-Lx, o Hotel Penha Longa Resort, a Muipiti, a Associação Recriar, a NicePharma, os Lenços Christine, e a Head-Ji mas tenho que confessar que este presente (a par com as pulseira feitas pela Bárbara Lourenço), que pudemos partilhar com todos os participantes e voluntários da festa, como prova de uma tarde inesquecível partilhada, encheu-me o coração de luz. Como uma estrela que brilha.
Obrigada, Fio a Pavio!
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Causas quadripolares
A sonhar, há dias, com o maravilhoso lanche de sábado passado
Chá verde Gorreana anti-oxidante do Espaço Açores (sim, há uma mercearia açoriana em Lisboa e é imperdível!)
A jornalista Clara de Sousa enviou um bolo de alfarroba de comer e chorar por mais
Estes bolinhos da Cakelicious eram di-vi-nais!
As mini-quiches de legumes da Flôr de Sal
Bolo de beterraba? Torci o nariz mas foi o meu preferido da tarde. (Marta preciso desta receita!)
Brigadeiros? Também marcharam!
Obrigada Isabel!
Sempre muito discretos mas sempre presentes na hora de ajudar: Pastéis de Belém serão sempre Pastéis de Belém! (obrigada tia Dulce, gosto mesmo de si, pá! Beijinhos Penny!)
Aqui do lado esquerdo está a tarte de aveia, côco e manga da Casinha das Manas.
Sim, provei aveia e gostei!
A Delta nunca falha na hora de ajudar e eu tenho como sonho agradecer um dia pessoalmente ao Comendador Rui Nabeiro
De todos os doces e compotas que já provei na vida (e não foram poucos) nenhum bate esta compota de pêra, chocolate e baunilha da Party's & Cookies. Atentos: nenhum!
Já aqui falei do bolo mas não não me canso de olhar para as fotografias lindas, lindas: era de cenoura e é obra da Sweet Cakes.
Infelizmente não há registo fotográfico dos pães de canela e de noz da Paula (de irem às lágrimas de tão bons!), das espetadinhas de tomate cherry e mozzarela com manjericão, do bolo húmido de chocolate, dos pães com chouriço e afins. Mas confiam em mim quando vos digo que estava tudo top, certo? (sim, provei tudo!)
The last but not the least um obrigada aos meus dois anjos da guarda que marcam sempre presença ao meu lado em eventos de cariz solidário: Ana e Patrícia, muito, muito obrigada!
Pólo Norte <3 you both!
(créditos das fotografias "Little People, Big Smiles")
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Causas quadripolares
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