segunda-feira, 24 de novembro de 2014

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Uh lá lá!


"Minha querida Polo, mais um pontinho para a Cruzada Quadripolar. É o Castelo de Villandry no Vale do Loire em França Gosto bues de ti beijokas. Teresa"

Bisous, querida Teresa!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Por falar em legionellas

O mundo divide-se entre as pessoas que dizem bactéria e as que dizem báctéria.

Tem cuidado com o que desejas, Pólo Norte

Amanhã estou de prelectora num colóquio em Vila Franca de Xira.
Tive o dia todo consumida porque ainda não preparei nada para não fazer má figura (nada mesmo).
Pensei: epá, poda acontecer uma coisa qualquer, uma ameaça de bomba daquelas de gozo, uma dor de barriga aos organizadores que fizesse com que o evento tivesse que ser adiado, qualquer coisa, enfim...
Diz que há uma bactéria na água do concelho.

Está legal.
Se fosse a algumas pessoas começava a ter medo de mim...

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Não ter medo do ridículo é...

... estar no trabalho, chover lá fora, não trazer chapéu-de-chuva e estar prestes a sair com o que a Ana da "Tell me a store" trouxe-me há pouco de presente para a minha Ana.
Meus amigos, se virem uma loira com um chapéus com bonecas lindo, lindo, igual ao da imagem: sou eu!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Uma aventura no aeroporto (nas partidas)

Os senhores da loja não tinham a cadeira imediatamente disponível. Depois tinham que adaptar o joystick para o lado esquerdo que a Mariana é canhota. Depois estávamos em cima da hora e quando estava tudo arranjado só havia tempo para me entregarem a cadeira... directamente no aeroporto.
Os multibancos ainda não permitem que se levantem quantias avultadas, pelo que, assim que o Paulo chegou foi ver-nos a sacar de um maço de notas, assim à antiga, e entrega-los aos empregados da loja, ali, no terminal das partidas.
A cadeira não estava embalada e estava toda montada e empurra-la até ao check-in manualmente era uma tarefa árdua. Que fez, Pólo Norte?
Sacou da sua experiência prévia em condução de cadeiras de rodas e foi de fazer um test-drive. À antiga: com velocidade ("ahhhh, coitada, deve ter sido um acidente!"), a andar na passadeira rolante ("também deve ser avariadinha da cabeça para além de andar na cadeira, pobrezinha, já viste que ela parece uma maluquinha a conduzir aquilo?"), a galgar na rampa, tudo, tudo, tudo.
Pelo que, sim senhora, a cadeira é top, tem duas velocidades, atinge 7,5 Km/hora, faz curvas que é um primor e teria sido uma experiência muito positiva este test-drive pelo aeroporto todo até ao balcão de check-in da SATA não fosse aquele pequeno incidente de quase ter morto do coração as hospedeiras de terra que correram até mim para me prestar apoio assim que me viram chegar e eu ter-me levantado da cadeira, ligeirinha e a andar, proclamando: "Milaaaaaaagre!".


domingo, 2 de novembro de 2014

O Mundo divide-se entre...

... quem gosta de canja feita com arroz e quem a prefere confecionada com massa de pevide.
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