segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A VISITAR! São Rafael Villas and Apartments (São Rafael- Algarve)

A Vi foi uma das pessoas mais bestiais que este blog me trouxe. Conheci-a no "Todos por um" e, desde então, nunca mais nos largámos. 
Quando a Vi me convidou para fazer um test drive ao seu novíssimo "São Rafael Villas and Apartments" não virei a cara à luta como não virarei a cara à luta a nada que a Vi me peça, à laia de retribuição da sua inefável generosidade. Claro que a Vi é uma corajosa em me convidar pois sabe que eu sou como os malucos e digo tudo o que me vem à cabeça, pelo que, é preciso ser muito segura do seu produto para me desafiar para o testar e opinar acerca dele.
Depois de anos na parte pelintra do Algarve (sim, sim, viva o parque de campismo de Monte Gordo! not!) ir para São Rafael é conhecer um Algarve chique-bem, boho-coiso, só mordomias e podia-me habituar a isto para sempre (Vi, adoptas-me? Adoptas-me?). 
O facto do grupo ser top,  Sandra, Sónia, Luna e respectivas famílias (ficou a faltar a Sofia que tinha o Martim doente: beijinhos!), contribuiu em muito para um fim-de-semana giro, giro. A ideia era testar o pequeno resort com diferentes tipologias de famílias. 
O pequeno resort tem 10 casas, 10 apartamentos e uma guest house a ser inaugurada em breve, charmosa que só ela. A "nossa" casa tinha três quartos, uma sala, uma kitchenette e duas casas de banho e partinhámo-la, confortavelmente, com um casal amigo com três filhos, pelo que, está auditada por oito intrépidos elementos. O facto da cozinha estar equipada permitiu-nos um maravilhoso feito: cozinhar um maravilhoso caril de frango para 15 pessoas pelo valor total obsceno de 42 euros. Com vinhos incluídos. As piscinas (três, uma delas para criança) foram a única dor de cabeça dos pais: as crianças queriam, porque queriam, estreá-las (menos a Ana que anda na sua fase Cascão). Resumindo, casais com um filho único bebé: por nós não só está aprovadíssimo como altamente recomendado! Ide! Ide!
E tivemos de tudo: um filho doente, o Teodósio dos frangos, uma princesa a passear, literalmente, as suas vestes, russos a tomarem banhos nocturnos nas piscinas, chuva à noite e banhos de praia à tarde, casinhas feitas com almofadas de sofás, comida mexicana ma-ra-vi-lho-sa feita pelo chef de serviço (avé Nuno!), passagens de modelos infantis em cima de mesas, ténis disco a piscarem, o melhor bolo algarvio que já comi (figo em cama de amêndoa e em estrado de alfarroba), um mámen que bate com o carro contra uma parede a tirá-lo do estacionamento, apanha de conchas na areia, vinho do bom, palavrões silenciados à custa da presença da criançada, chapéus de chuva coloridos, miúdos reais que parecem saídos de catálogos, análise projectiva de desenhos, pequenos almoços preguiçosos cheios de bagunça, (já referi o melhor caril de frangos dos últimos tempos?), oito crianças a cointribuirem como anti-concepcional para o casal sem filhos do grupo, um filho que acha que voa e fica de pé ao alto, treino de primeiros passos e andar à pinguim, muito Arnidol, gargalhadas, paixão, amor, relações a estrear, relações maduras, descoberta, cumplicidade, sim, família  e... paparazzi:


Ah e tal o Algarve com chuva é uma seca. Pois, pois...São Rafael Villas & Apartments




Obrigada Vi (eu amo você!) e long live São Rafael Villas & Apartments! (sim, sim, é publicidade e não é encapotada. Mas é do coração, foi tudo bestial, glamouroso, divertido e tudo o que nos aprouve: aguentem as alminhas com raivinha dos dentes!)





Marcar um programa de dias de chuva no Algarve


Quem? São Rafael Villas & Apartments
Onde?  http://g.co/humanthemovie 
Contactos? Pelo telefone (+351) 961 686 120
Saber mais: http://portugalbestholiday.com/

O meu marido é o melhor do Mundo! (post explicativo sob todos os ângulos)





Serviço público pós-eleitoral

Aqui.

(Pobres) Homens que não percebem nada de nada...

Ontem fui ao Algarveshopping. Entrei numa loja e experimentei umas calças que me ficavam pavorosíssimas. De salientar que me ficavam péssimas porque me estavam apertadas e eu, à laia da pirracenta, recusei-me a experimentar o número acima a assim admitir que estava mais gorda. Claro que não dei parte fraca e assim que saí do provador e mámen me perguntou "então, levas?" respondi com um ar economicamente consciente que não, que até me assentavam lindamente, mas que eram caras e não ia dar aquela dinheirama por umas calças. 
Hoje, à hora de almoço, mámen veio ter comigo. Na sua mão um saco com uma prenda: as putas das calças. "Ah e tal, também não eram assim tão caras e bem vi o ar de desgosto que fizeste ao saíres do provador sem quereres comprar as calças". E que número comprou ele? O que mal me serve, esgaçadas que ficam a porra das calças. 
Claro que fiz o meu sorriso amarelo e agradeci a generosidade, omitindo que o ar de desgosto se prendia com o perímetro das minhas coxas e a gordura acumulada no meu nalguedo. 
Agora é esperar que o rapaz leia este post e mas troque pelos botins pretos. Sem perguntas nem graçolas parvinhas, que ele é um homem muito querido e muito sensível. O melhor marido do Mundo.   (Ouviste? São os de fivela, com aquela biqueira gira que eu experimentei com as meias de plástico, ok?))

As amigas que arranjam namorados depois dos 30

Depois de anos a levar com namorados e maridos das minhas amigas que só aguento por simpatia e educação (se um dia se separarem, saravá, até jamais!), chego à conclusão que as amigas mais espertas e hábeis para escolher maridos são as que o fazem depois dos 30 anos. 

E não, esta opinião, não está condicionada pelo facto de ter passado o fim-de-semana com uma amiga e o seu novo namorado: chef de cozinha de sua profissão. 

E ele foi comida mexicana, vinho bem escolhido, caril de comer e chorar por mais, sempre com aquele ar prazenteiro de quem gosta de cozinhar. E ele foi mámen a abeirar-se do fogão e a pedir dicas e truques e afins. Ah, e diz que sabe fazer sushi! 

Amigas solteiras, a batuta está alta aqui para esta vossa amiga: para baterem isto só de massagista para cima! Ou dono de uma sex shop, vá!

domingo, 29 de setembro de 2013

Coisas que eu gostava de não ser:

Aquela pessoa cujos pés lhe doem, pára no shopping para comprar uns botins, calça aquelas meias tipo sacos de plástico para os pés escorregarem melhor nos ditos e vem embora feliz com a nova aquisição já calçada nos chispes.

Mas sem os botins.

sábado, 28 de setembro de 2013

Sónia e Luna já acordaram? (momento intercomunicador blogosférico)

Só naquela que não tenho rede de telemóvel e não vos quero ir bater à porta, ok?

(Sobrou alcóol de ontem, ok?)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A consagração de uma blogger


 Há quem lance livros, as póletes (quadripolares que só elas!) têm negócios giros e lojas de gelados de iogurte e tudo e lançam sabores quadripolares (verdadeiramente, han? Atentos à combinação caramelo salgado, han?) ! Estou que não posso!

A partir de hoje o gelado quadripolar estará disponível na loja Blueberry do Fórum Sintra. Tumbas!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Marafados e habitantes de Marrocos de cima chamados à recepção

A família ursenilda vai passar o fim-de-semana ao reinos dos Algarves.
Como a previsão de tempo não é famosa contem-me lá programas top para se fazer no Algarve com chuva, por favor!

(Enfiar-me no shopping não é opção!)

Titanic

[Quando um navio se afunda, por ser duro e pesado, permanece lá no fundo. Com o passar das marés. com o esvaziar dos minutos nas horas, vão-se soltando bocados da embarcação, as partes mais leves, ou menos densas, tanto faz. Quanto mais ínfimos os bocados, quanto mais insignificantes, mais depressa emergem. E no casco que segura toda a estrutura alojam-se rémoras e musgo e algas. E a função inicial adapta-se a uma outra, mais não seja a habitação de peixes e outros animais do fundo do mar.

O fundo do mar é escuro e ainda assim os navios, imponentes, permanecem.

Com os corpos, tal como com as pequenas peças dos navios, sucede o contrário: bate-se no fundo e não resta mais nada senão emergir. Muita vezes, inertes e sem vida, ainda assim se permitem arrastar pelas correntes e pelas marés, pelos animais de maior porte ou pela sorte. E a sua função inicial adapta-se a outra, mais não seja a alimento de peixes e outros animais do fundo do mar.

A ti minha amiga: a superfície do mar tem luz e só por isso os corpos, frágeis, insistem- sempre!- em boiar.]





O mundo divide-se entre.

... as pessoas que têm o umbigo para dentro e as pessoas que têm o umbigo para fora.

Tenha bom dia com Ana, com Ana com Ana, com Ana, com Annnna (ler com a música do Mocambo)


Hoje eu e mámen, serenamente deitados  no leito do amor, intercomunicador na mesinha de cabeceira, estores corridos, sono dos anjos tivemos o maior cagaço de sempre ao acordar. 

Um "oláááááá!" como se tivessemos um megafone em cima dos ouvidos.Pensei que me tinha deitado com mámen e acordado com o Jel dos Homens da Luta, caraças!

Aparentemente, não. Foi só a Ana que descobriu o intercomunicador do seu próprio quarto. 
E decidiu gritar a alvorada  com a boca encostada ao mesmo. 

...

...

...


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Everybody is changing and (yes!) I feel the same

Voltei a trabalhar num sítio onde já havia trabalhado há oito anos atrás, com três anos de curso. Tive acesso a relatórios, projectos e mails escritos por mim na altura. Voltei a pegar num projecto que desenvolvi e olhei-o com algum maternalismo, alguma condescendência e uns sorrisos.
Vi powerpoints escritos a comic sans (heresia!), diapositivos com tantas letras que a informação se perde toda, relatórios com um estilo presunçoso e com a mania de quem sabe tudo de quem tem a escola teórica e todas as certezas do Mundo e envergonhei-me do carapau de corrida que achava que era.
Mudei. Mudei muito, tanto. E são precisas evidências, provas factuais, papeis para o constatar com certeza.
Hoje voltei a arrumar a minha secretária de outrora, para a ocupar com uma moldura de um bebé que eu não aspirava sequer da última vez que aqui me sentei. Estou adulta.
No meio de uma pasta, encontro um post it, com uma letra mais cuidada e pós-adolescente.
"A vida não tem que ser óleo de fígado de bacalhau" escrevi um dia, quem sabe para me auto-motivar, para me animar.
Talvez, ainda assim, muito do que acredito seja constante na minha vida.

Mantra de uma noite em claro

Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar. Não voltarás a misturar polvo e vinho branco ao jantar.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Disto do Joge Jasus

De cada vez que assisto ao vídeo da palmada apetece-me legendar com as deixas da bicha do demónio:


A filha mais gira da blogosfera

          
 Poncho reversível Mãegyver by Rita

         
 Poncho reversível Mãegyver by Rita

       
       


Poncho reversível Mãegyver by Rita


Poncho reversível Mãegyver by Rita

A Olga enerva-me bastante: é gira que dói, tem estilo, tem um marido cheio de pinta, um filho lindo, lindo e a filha com mais carisma da blogosfera. 
Para chatear ainda mais não tem a mania, não é peneirenta, é simples e acessível, simpática, querida e - heresia!- inteligente. E top: psicóloga! Há paciência? Uma pessoa quer ter inveja e raivinha dos dentes e depois, tumbas, ainda por cima é fácil, fácil gostar logo dela... e escreve bem e tem um blog giro! É oficial: adorava odiar a Olga!
E por isso é que a Nonô é uma das estrelas do catálogo da minha loja online, dando corpo, alma e sorriso às minhas duas peças fétiche: o poncho reversível e o turbante! Porque a mãe  é a mais fixe de todas! Obrigada Olga!

Agora confessem: dá para resistir?


Reitero o pedido da Sónia

"A PJ diz que está no encalço daquele pedaço de vómito e pede para que não se partilhe mais, porque ele pode escapulir-se-lhe entre os dedos. Parece que o verme é português, não brasileiro, e por isso peço-vos agora que não partilhem mais o que vos pedi para partilharem. Eu sei, pareço doidinha. Mas aquilo que foi benéfico, para despertar a atenção para isto, agora pode ser prejudicial. Vale?Obrigada!"

Dos dias tristes

"As árvores têm o nome de árvores
e a pedra é pedra. Mas a mulher é árvore
e no pátio um sopro: uma lagartixa sem nome.
A mão desliza nos caminhos minúsculos.
A caneta escreve com a saliva das lâmpadas.
Alegria do sono numa virilha obscura.
Alguém escreve na erva e a erva é a sua camisa.
Tudo se traduz: músculos, nervos, papeis.
Come-se a epiderme frágil de um fantasma.
Quem ouve agora a voz cheia de areia?
As palavras agitam-se entre silhuetas esguias.
Dedos acariciam pedras e folhas, ventres.
Fibras e tendões produzem suor e tinta.
O alento das árvores invade os pequenos vocábulos.
Sem língua e sem dedos o poema caminha
num verde corredor para um arbusto de água."

Assunto sério: pedófilos no facebook

Já aqui dei a minha opinião sobre o tema.  Mas hoje, ao dar de caras com um alerta sobre isto senti tanto nojo, tanta repulsa, tanto ódio, que tenho que reiterar aqui mais uma vez.
Vi no status da minha amiga Madalena a partilha do perfil de facebook de um pedófilo ou, na melhor das hipóteses, uma brincadeira de muito mau gosto com fotografias de gente conhecida e até me apeteceu vomitar, juro! E é importante que a vejam com o mesmo nojo com que eu vi e denunciem aqui http://linhaalerta.internetsegura.pt/ (site com ligação à PSP), no facebook não adianta. 
E tenham mais cuidado com as fotografias que publicam em modo PÚBLICO, caraças!

Socorro, sou uma (quase) fashion blogger!

Mãegyver by Rita

Mãegyver by Rita


Mãegyver by Rita


Mãegyver by Rita


Mãegyver by Tia Manelita


Mãegyver by Tia Manelita


Mãegyver by Tia Manelita


Mãegyver by Rita


Mãegyver by Rita


Mãegyver by Laura

Mãegyver by Rita

Mãegyver by Rita


Mãegyver by Rita


Mãegyver by Rita




Da loja cá de casa: Mãegyver by Friends.


Novos desafios (I)

Como muitos sabem o "Quadripolaridades" é o meu blog. No entanto, quando a Ana nasceu achei por bem não (des)virtuar o Quadri com posts atrás de posts sobre a descoberta da maternidade, private jokes sobre bebés, textos sobre choros e cocós e outros assuntos baby fofuchos que não cabiam neste blog. A verdade é que, um ou outro post, acabam por aqui vir parar e poderia ter incluído toda essa linha de posts aqui mas preferi criar um blog novo- sim, um mummy blog- porque os assuntos da minha maternidade eram tantos que cabiam, eles próprios, num blog exclusivo. 
Foi assim que nasceu o Mãegyver, o meu blog pequenino (e confesso que me sabe bem que seja pequenino, como um filho mais novo e mais discreto, mais reservado e tímido, mas muito aconchegado no meu colo). 
O Mãegyver tem 9 meses, já gatinha e tem uma linha blogo-editorial diferente da do Quadri que não tem linha nenhuma, é o meu blog anárquico e sem filtro, sem estratégia e louco. O Mãegyver conta as minhas descobertas, os meus pensamentos, as minhas teorias, tentativas e erros na arte de ser mãe, aliás, na arte conjunta de sermos pais. 
Foi mámen quem me desinquietou para tornar o "Mãegyver" uma marca. Mas, como é sobejamente conhecido por todos, eu sou uma imprestável e não tenho jeito para fazer nada e de comercial tenho muito pouco. Não sei nem vender rifas para ajudar os escoteiros.Só recomendo artigos em que acredito, tenho uma relação desconfiada e difícil com quase todas as marcas, recuso-me a dar espaço de antena neste blog a produtos com os quais não me identifico e sou uma mãos largas, apetece-me oferecer coisas a toda a gente. Sou má a fazer dinheiro, juro-vos!
Por outro lado, tenho a minha profissão, sou remunerada para fazer aquilo que sei fazer bem e não gosto de arriscar quando há uma possibilidade de não dominar o que estou a fazer e a probabilidade de falhar é elevada. Por isso, fui dizendo a mámen que ele era mazé maluco e que qual marca, qual carapuça. 
No entanto, talvez por ser verdadeira e transparente, a realidade é que na minha vida sempre que digo bem de um artigo ou sempre que no blog recomendo um produto, as pessoas têm vontade de o conhecer e confiam na minha opinião. Foi mámen quem, com alguns exemplos, me fez encarar isto como a aptidão comercial que nunca reconheci em mim. 
Ok, transformar "Mãegyver" numa marca. Adjudicado. Mas... uma marca de quê? Como já disse eu não tenho jeito para nada: não sei pintar, não sei esculpir, não sei costurar, bordar, desenhar, fazer malha, crochet, cozinhar, tenho uma motricidade fina de fazer chorar as pedras da calçada e habilidade zero para manualidades. A minha hipotética marca estava condenada ao vazio que é (a ausência de)  o meu talento. 
Depois, a Ana fez um ano e a minha amiga Laura costurou-nos umas almofadas lindas, lindas. Achei que havia mercado para as almofadas quando as pessoas que iam a minha casa me perguntavam se as tinha comprado na Zara Home e quanto me tinham custado. Já no Inverno, a Ana tinha usado umas fitas e uns turbantes feitos pela tia Manelita e toda a gente se metia comigo por causa deles, havendo diversas abordagens no shopping e na rua de desconhecidos a perguntarem-me onde tinha comprado as peças. Depois conheci a Rita e achei que ela tinha tanto talento que toda a gente deveria conhecer o seu jeito para a costura. E fez-se luz!
Eu estava rodeada de gente habilidosa e com talento que precisava de mostrar o seu trabalho ao Mundo! Ora, há tanta gente que lê o meu blog, porque não aproveitar essa projecção em prol destas pessoas em que acredito tanto, muito, imenso?
Foi assim que nasceu a marca "Mãegyver by Friends". 
Só vendemos artigos da autoria de amigos da ursa. Artigos que eu escolheria (ou já escolhi) para a minha própria filha. Pode haver um sem número de artigos giros mas se não forem passivos de ser usados por nós e fiéis ao nosso estilo, não têm espaço nesta loja. Todos os artigos têm uma história, uma ideia subjacente, pessoas envolvidas. Gente.
Propostas de parcerias serão analisadas mas cada espécie de artigo ficará vinculado apenas a um amigo. Por exemplo, teremos almofadas sempre feitas pela Laura. A Rita fará a próxima linha de artigos que se segue (é surpresa), portanto, estão fechadas as possibilidade de parceria no que diz respeito a almofadas, por exemplo. Esta é uma loja que pretende vender. Ter lucro. Ganhar dinheiro. Dar a ganhar dinheiro. Valorizar o talento dos meus amigos. Pôr esse talento ao serviço dos leitores mais fixes do Mundo. Mas antes de tudo, é uma parceria de amigos.
Espreitem a página de facebook aqui. E sejam bem-vindos!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Das notícias que emputecem uma manhã (e pedido de ajuda caso haja alguém que saiba alternativas)

A minha amiga está a tentar engravidar há algum tempo. Mais do que o normal, para dizer a verdade. Percebeu então que deveria fazer testes para perceber se havia algum problema com ela e com o marido. Identificado o problema, houve necessidade de fazer exames complementares.
A minha amiga, no dia 5 de Fevereiro deste ano, foi ao Hospital D. Estefânia a pedido da MAC (diz que a rapariga não pode comparticipar estes exames na saúde privada) e fez o exame do cariotipo. Na altura disseram-lhe para aguardar entre 4 a 6 meses pelos resultados do teste. A minha amiga, que não tem outra opção, aguardou.
No entanto, parece que houve cortes no pessoal e agora só há 1 pessoa no departamento a analisar e a despachar os resultados e há casos urgentes e de crianças que tem prioridade, pelo que, a previsão é que a minha amiga receba os seus resultados só no próximo ano. 
O problema acerca da infertilidade do casal é no homem da casa mas a minha amiga tem 38 anos e, com tanta espera, os óvulos delas já não estão fofos e frescos. A minha amiga quer ter um bebé e eu sei que vai ser a melhor mãe do Mundo. 
O estado a que este país chegou está a castrar o sonho da minha amiga ser mãe e eu, caramba, nem que acampe à porta da MAC tenho que lhe arranjar uma alternativa viável. 
Alguém tem ideias alternativas sem que eu tenha que montar a barraca?

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Questãozinha para os nascidos nos finais dos anos 70, início de 80

Cada vez que falo numa série chamada "Models" que passava na RTP2 a seguir ao "Saved by the bell" não há uma única alma que se lembre e - pior!- toda a gente diz que eu devo ter sonhado. 

Alguém me diga que eu não estou maluquinha de todo, por favor!

Sim, sim, sou uma ursa vintage

Para todos aqueles que no Instangram e neste post repararam no meu frasco para o café, rejubilem:




(Gentilmente roubados no sotão da minha sogra durante as últimas férias. Este é um teste para ver se ela lê este blog à sucapa e faz-se de morta. Se vir aqui os seus ex-frasquinhos, dá sinais de vida de certezinha!)

Ana a pilhas

Parecia uma cena saída de um filme. Fui à casa de banho e deixei a Ana a brincar na sala. Ainda não tinha acabado de fazer xixi e ouvi um objecto a ser atirado contra o chão e respectivo estrondo: puuuummm! Ana sem choro e fiquei aflita. 
No chão jazia a telefone portátil, tampa da bateria de um lado, uma pilha dentro do telefone e a outra em parte incerta. Ana, muito descontraída, a ruminar qualquer coisa (juro que a vi mastigar!). Comecei a procurar a pilha que faltava e nada de dar com ela. Nem debaixo do sofá, nem por debaixo do tapete, nem no chão perto dos móveis: a pilha não dava sinais de vida! Comecei a entrar em pânico: e se a Ana tivesse engolido a pilha? As imagens do workshop de primeiros socorros vinham-me à cabeça e entrei em paranóia. 
Abri a boca à miúda, deitei-a de barriga e dei-lhe uns bacalhaus nas costas, tentei fazer pinça com os dedos e meti-lhe as manápulas pelas goelas abaixo, enfim, provoquei-lhe uma birra descomunal. Liguei para a Saúde 24 e perguntaram-me o tamanho da pilha, perguntaram-me se, efectivamente, cabia no estreito da miúda e eu, naquela de descargo de consciência, enfiei a pilha que restava na minha própria boca e engasguei-me. Perguntaram-se de tinha ouvido tosse, engasgamento ou outro barulho vindo da boca da Ana enquanto estava na casa-de-banho. Não ouvira nada. (Acharam-me histérica) e mandaram-me procurar melhor a puta da pilha. Desliguei e não a encontrei, juro!
Liguei a mámen a choramingar. O homem voou até casa, ligou à pediatra e fomos para o hospital. A Ana chorava desalmadamente: eu achava que era porque estava a levar com os químicos da pilha no sangue e estava a agonizar. Mámen dizia que era porque eu tinha-lhe enfiado as manápulas na garganta e dado bacalhaus à bruta nas costas e ela era sensível. 
Raio x feito e nada. O estômago da Ana estava limpinho, limpinho. Ficámos com ar embaraçado e viemos para casa. Como bónus ficámos a saber que a Ana tem uns pulmões igualmente limpinhos: o que ela gritou de frustração por a termos levado para aquelas andanças.... Nunca mais se calava! 
Mámen corrobora a teoria da mãe histérica. E orgulha-se da filha ser uma arrumadinha e ter enfiado a puta da pilha no bolso do vestido. O único sítio onde não procurei...
E só assim me calou a mim, Sim, porque eu continuava a acreditar que tanto choro ininterrupto se devia ao facto da miúda- voilá- ter a bateria carregada.

Do que me livrei...

O meu ex-namorado, viu no meu facebook que estive no Algarve, e comentou a fotografia que o atesta perguntando-me se fui para o sul em trabalho ou em laser.

Fui em laser.

Mámen ameaçou-me...

... e acusou-me de só contar a parte das histórias que me convém e beca beca.

Antes que ele se chibe, sim: eu fodi  dei cabo da portinhola da torradeira!


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O rei vai nu!

Ontem fui tomar café ao Clube Ferroviário com a Mónica e a filha, a maravilhosa Beatriz. Deliciada com a raça da miúda, uma das mais giras e espertas com que me cruzei, confidenciei-lhe que mámen e Ana viriam ter connosco daqui a pouco e ela poderia ver a minha bebé. 
Depois de uma longa espera, já cá em baixo, avistamos o carro do mámen. Agarro na Bia ao colo e abeiro-me da janela para ela ir espreitar a Ana e qual a surpresa quando oercebo que mámen não havia ido buscar a miúda à tia e não a trouxera. 
Perante o desânimo da Bia expliquei-lhe que eu era mãe do bebé invisível, "estás a vê-la, é a bebé transparente, que gira!"
Claro que- entusiasmada- jurou que a viu!




Pólo Norte, a quadripolarizar crianças desde 2012...

Senhoras licenciadas em Linguística chamadas à recepção!

Afinal pronuncia-se mestrado ou méstrado?

Porque é que as pessoas que dizem mestrado (com "E" fechado) também dizem "ubrigado" em vez de "obrigado"?

Agradecia esclarecimento.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Apresento-vos: el matadora

 
A sério que há quem não saiba o que é uma torradeira com portinholas?
 
(Antes que me perguntem: comprei na Worten há uns 7 anos atrás.)

Matei o Batman!

Arrumámos a cozinha, lavámos o chão e abrimos uma janela pequenina, para o chão poder secar, arejar do cheiro do cozinhado e fui-me deitar.
Há 15 minutos levantei-me com um barulho estranho na cozinha. Ainda adormecida fui meia cegueta até à cozinha onde se ouvia um tumulto. Acendi a luz e ali estava o cabrão: um nojento, irritante e esvoaçante morcego. Ainda sem tempo de fazer marcha atrás e ir chamar mámen e no espaço de um abrir e fechar de olhos o nojento eriçou-se no meu cabelo. Comecei a gritar tanto que acordei mámen e Ana que depressa me "socorreram" na cozinha.
Como trazia a Ana ao colo, assustada com os meus gritos, mámen, esse grande filho da mãe querido não teve de meias medidas e fechou a porta da cozinha.  A desculpa era de que o bicho podia vir em direcção à bebé e fechou a porta da cozinha... ... comigo lá dentro.
Em pânico e a hiperventilar ouvia as indicações do super escoteiro cagalhão cá de casa, muito sábio a ordenar-me:" respira fundo, mantém a calma, fica quieta que ele está mais assustado que tu (!), não o mates!" e eu só gritava "pára de te armares em Power Baden a assistir ao parto da mãe natureza e vem-me mazé ajudaaaarrr!" e ele, todo preciosista a intelectualizar: "mas olha lá, quem é o Power Baden? É o filho do Power Ranger com o Baden Powell?" e eu a passar-me com o estupor do bicho.
Às tantas, a Ana chorava cada vez mais com os meus gritos e tive que me calar. Pensei que se ficasse quieta o bicho acabaria por se desembaraçar do meu cabelo e voava dali para fora. Assim aconteceu. O bicho soltou-se dos meus cabelos mas em vez de voar dali para fora começou a andar às turras na parede da cozinha.
Neste momento o Renato Seabra encarnou-se em mim e só tinha um objectivo na vida: matar o morcego. Mas sem fazer chinfrim e sem correr o risco de dar outra vez a minha melena ao manifesto. Então, agarrei na torradeira (tenho ainda daquelas antigas), abri uma portanhola e liguei-a, tentando fazer uma armadilha electrocutadora doméstica, como aquelas que se viam nos cafés dos anos 80 para matar as moscas. E funcionou: passado uns minutos o parvo do morcego, atraído pela luz ou pelo calor, pespegou-se na torradeira. E não sei se foi queimado, se dos safanões que levou, mas morreu.
Neste momento sinto-me o Renato Seabra dos morcegos a olhar para o pequenino Batman Carlos Castro que jaz no chão da minha cozinha, à espera que o Baden Ranger cá de casa se digne a parar de rir e esconda as provas do crime no caixote de lixo mais próximo. Caso contrário, de manhã come torradas com proteína.
Afinal, torradeiras é que é porque saca-rolhas são coisas de meninas...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Os meus amigos podem não ser melhores que os vossos, mas terão certamente um sentido de humor mais peculiar # 18

 
(Cortesia da minha amiga Sandra, via mensagem de facebook, a propósito do post anterior)

Por este andar, um dia destes uma mala da gata cujo nome (ainda) não se pronuncia neste blog...

Eu era uma miúda cool. Achava eu- na minha inocência- que era diferente de todas, a mais cool ever na minha unicidade, a mais diferente de todas as cool, a mais única de todas as fixes.
Eu era feliz na minha inocência de me achar diferente. Uma trabalhadora diferente, uma filha diferente, uma mulher diferente, uma neta diferente. Sempre para melhor que as outras, claro, pobres coitadas "eu era muito mais eu", até me chegarem aos calcanhares- coitadinhas!- muita sopinha teriam que comer.
Durante a gravidez continuei a achar que era uma grávida cool, fixe, com poucos salamaleiques, que não falava 353536 vezes ao dia de conversas de bebé, pouco grávido-centrada, até que fiquei de baixa com uma gravidez de alto risco fechada em casa. Durante meses. Ou semanas, coisa que eu jurava que não ia contar durante a gravidez (porque raios não falam em meses as parvas das grávidas, uma pessoa não-mãe baralha-se toda e tem que fazer conversões, uma estucha!) mas que contava, secretamente, sete dias após sete dias, sempre com vista na meta do dia P. P de parir.
Depois nasceu a Ana e eu continuei a achar-me uma mãe muito fixe, muito descontraída, muito desempoeirada, sem mariquices, emancipada e materno-sufragista. Ai que não amamento por opção, ai que dou o leite à temperatura ambiente ao bebé, ao que já toma banho no duche connosco, ai que... tumbas, co-sleeping com ela e bico calado. Não se cospe para o ar, Pólo Norte Maria!
Passo a passo vou ficando igual a toda a gente. Uma mãe normal e pouco cool. Hoje, por exemplo, com o pai numa reunião, e contra todas as teorias pedopsicoisas caguei na cadeira de comer e entreguei o corpo às balas: uma hora com a Ana a correr pela sala toda enquanto eu a alimentava: brinca com as maracas, pumba uma colherada de sopa, empurra o comboio da tia Inês, toma lá uma garfada de arroz, senta-se no chão a contemplar  a coelha Glorinha, um bocadinho de perú.
Entrego o corpo às balas e assumo-me uma mãe tão normal, normal como a mais comum das mortais. E sim, bati fundo: o objecto que encabeça a lista de desejos de prendas de Natal depois de um ano ter sido uma viagem a Nova Iorque e no ano passado uma jóia sentimental não é mais nem menos que uma máquina de lavar roupa nova. Com um tambor gigante. Tipo para 10 Kg de roupa.
Passem-me o x-acto.
 

À Ana: não existes porque existe o 3 de Setembro mas que ajudou, ajudou... (repost)

" Era 3 de Setembro, estava calor e acordei para casar, filha.
Foi um dia importante, cheio de emoções fortes e tudo correu como eu tinha planeado o que é um grande feito, Ana, já deves ter percebido que não sou muito boa a seguir direitinho os planos. 
O teu pai estava lindo de morrer, embora desconfortável naquele fraque que eu insisti que queria que ele levasse. Acho que o desconforto que senti nos pés foi a vingança secreta dele. Quando casares, Ana, vai descalça. 
Um dia destes recasamos-nos, só para nos podermos casar contigo por perto, sabes que somos doidos para o fazer, não sabes?
Dizia-te eu que era 3 de Setembro e a data foi escolhida ao acaso, sem qualquer simbologia, data para honrar ou razão especial. E o número 3 passou a ser um número especial como agora é o 9, só porque tu nasceste nesse dia. Achamos que não é à toa que um é o múltiplo do outro tal como tu és o múltiplo do nosso amor, selado nesse 3 triangular, piramidal e perfeito. 
Era 3 de Setembro e havia sorrisos de gente que já morreu, gente que entretanto cresceu, gente que engordou, gente que envelheceu, gente que não existia e, entretanto, nasceu. Era 3 de Setembro e casámos e não sabíamos que eras tu que um dia ia ser nossa filha mas desejámos-te sem desejo especial de rosto ou cor de olhos, de tom de voz ou expressão do olhar e nesse desejo ia carregadinha a incógnita de como serias tu, sabendo que és exactamente o que o nosso desejo não conseguiria jamais materializar. 
Era 3 de Setembro, estava calor, e acordei para casar. E embora não existas porque houve esse 3 de Setembro, Ana, a verdade é que lá que ajudou, ajudou...

Parabéns a nós (que também fazes parte disto, afinal)!"
 

La Mort de Marat- por Jacques-Louis David (1793)*

Há, na minha vida, uma espécie de mortos que me morreram e que o Mundo atesta que continuam vivos.
O meu pai é, talvez, o cabeça de cartaz dessa lista, uma figura meramente conceptual. Também talvez porque o meu pai foi a primeira pessoa que me morreu, sem de facto ter morrido, aprendi a deixar morrer pessoas com a mesma tranquilidade de quem assiste a uma vela apagar-se finda a cera, por mais comprido que seja o pavio.
Perder pessoas é uma parcela da equação da minha vida, como é ganhar, e vistas as coisas a conta emocional acaba sempre por bater certa. Seguindo a filosofia ancestral do cinema português do "mortos não bebem" faz-me sempre muita espécie quando os mortos e enterrados decidem dar um ar da sua graça, invariavelmente querendo contactar-me do além para ressuscitarem na minha vida, e eu não sei se ria ou se chore porque os meus mortos- oh karma!- mais dia menos dia armam-se todos em fantasmas.
Depois quando eu não reajo- paz às suas almas, saravá, chega para lá, morreu está "morrido"!- indignam-se, zangam-se, dão-se mais importância do que o que têm, dão-me mais importância do o que eu tenho, fingem-se arrependidos, tentam a estratégia emocional, ficam zangados com o meu silêncio, com raiva, querem-me reentrar na vida à força, não percebem que a lotação está esgotada, isto não é o estádio do Benfica com lugares cativos, depois vem a raivinha dos dentes, insistem, e, regra geral, acabam nestes momentos por mostrarem o pior de si, o que exactamente são- ervas daninhas- corroborando com a razão pela qual me morreram, enfim.
Há uma, apenas uma única excepção* de um morto que me quis morrer mas que vive em mim e que só é a excepção porque precisamente tudo o que não quer é ser a excepção.
Que se deixem ficar mortos, estes mortos que morreram em mim.
 
(*Não é que tenha saudades tuas mas tenho muitas saudades de ti. Jogo da mala. )


* "Uma homenagem de David a uma das primeiras figuras da Revolução Francesa, aqui tombado moribundo na banheira, com a sua maior arma na mão: a pena."

Moçambique quadripolarizado ao mais alto nível...



Um grande beijo à Vi e à Carlota! Gosto buereré de vocês, pá!

domingo, 15 de setembro de 2013

Coisas que me apoquentam..

As pessoas que dizem "esposo(a)" são as mesmas que a despedir-se dizem "Então, continuação..."?


Continuação de quê?

Mr. Freud: are we alone?

As raparigas quando tomam duche e querem colocar o shampoo na cabeça, colocam o chuveiro no entre-pernas para libertar as mãos ou é só mesmo um hábito meu e das minhas amigas e estamos todas a precisar de uma interpretação Freudiana do fenómeno?

A VISITAR | Grande Hotel e Termas das Caldas da Felgueira (Caldas da Felgueira)

Um ano depois, a gravidez deixou sequelas. Para além das estrias, do pneuzinho na barriga, as minhas costas ficaram uma miséria. Para ser honesta, o facto de este ano ter dado muito, imenso, incontável colo também para isso terá contribuído. Tinha a coluna num frangalho.Há dois anos fui para as termas de Monchique e adorei. Não sei porque raio tinha a ideia franciscana que as termas era coisa de excursões do Inatel e velhotes entrevados. Quão errada estavas tu, Pólo Norte Maria!
Na altura recusei-me a sair da vila termal e tive um dos melhores fins-de-semana românticos da minha vida. Jurei voltar.
Entretanto, o ano passado foi o ano A e não fomos às termas mas este ano não ia quebrar a promessa.
As termas escolhidas aliaram o que eu mais precisava neste momento: terapêutica músculo-esquelética para as minhas dores nas costas, prevenção de doenças respiratórias para a Ana (o Inverno está aí à porta), beleza envolvente, um hotel BBB (bom, bonito e barato) e programa alternativo nas vilas circundantes. E foi assim que chegámos ao Grande Hotel das Caldas da Felgueira e termas adjacentes.
O Grande Hotel é, provavelmente, o melhor três estrelas em que já fiquei hospedada. No meio da serra, um edifício imponente e uma decoração suave deu-nos logo as boas vindas. Ficámos num regime de pensão completa e foi uma excelente opção pois com a Ana só nos apeteceu espreguiçar e jiboiar e não pensar muito onde é que haveríamos de almoçar ou jantar. Assim, pudemo-nos regalar com marmelada caseira e croissants maravilhosos ao pequeno almoço, a mais saborosa sobremesa de tijelada ao jantar e um bouffet de domingo de comer e chorar por mais.



As manhã eram passadas nos tratamentos termais. Os banhos de hidromassagem, os duches de massagem Vichy e os banhos na piscina termal fizeram as delícias dos crescidos e também da Ana que nos acompanhou em (quase) tudo e foi uma delícia vê-la na banheira de hidromassagem a tentar apanhar as bolhinhas!



Em termos de tratamentos as técnicas de imersão e de vapor húmido e seco na coluna bem como nas pernas, coxas e pés são autênticos milagres para as articulações, músculos e ossos. Juro-vos que saí de lá como nova!


Já no que diz respeito à Ana, e depois de um Agosto com uma laringite, finalmente percebemos porque é que as termas estavam cheias de crianças e respectivas famílias. Afinal, estas termas não se dedicam apenas a terapêuticas músculo-esqueléticas mas também no que diz respeito a tratamentos de pneumologia e otorrinolaringologia, havendo resultados garantidos na melhoria de doenças como asma, bronquite e outras  doenças inflamatórias crónicas do aparelho respiratório, nomeadamente rinite, sinusite, bronquite, laringite e traqueíte bem como  amigdalites, gengivites e otites serosas. Et voilá, a Ana fez nebulização colectiva e ficou tão desentupida do nariz e largou tanta expectoração que estou muito confiante quanto ao Inverno que aí vem. Com as vias respiratórias limpíssimas: que venha ele!
As tardes eram passadas no sossego da piscina do exterior do hotel, no meio da serra e com uma paisagem wow!





E só saímos uma vez da estância termal e foi para irmos espreitar a Feira do vinho de Nelas que acontecia ali a 4 quilómetros. No caminho percebemos, rapidamente, que estávamos perto do paraíso...



Por tudo isto, às vezes apetece-me continuar a acenar com a cabeça quando oiço que ir às termas é programa para velhos. É que para o ano volto de certeza e gosto que as coisas continuem calmas e tranquilas como só os programas pouco fashion continuam a ser...
Estamos, cada vez, mais fãs!





Pernoitar num hotel mítico e evitar complicações respiratórias com ajuda das termas

Quem? Grande Hotel das Caldas da Felgueira
Onde? Av. António Marques- Caldas da Felgueira
Reservas: Pelo telefone 232 941 740
Saber mais? http://www.termasdafelgueira.pt/

Sabes que tens uma TPM de monstro quando...

... ao almoço queres cozinhar uma quiche, vais ao congelador, tiras o saquinho dos espinafres congelados, metes para dentro da massa e quando a  provas no prato percebes que usaste o saco da salsa congelada em vez do dos espinafres...
+
... ao jantar lembras-te que viste uma vez uma receita em que se punha na água da cozedura na panela folhas de chá verde para dar um sabor diferente à comida e avanças. Já no fim, ao servires a refeição dás uma palmada na testa e lembras-te que era na água da cozedura do arroz e não da massa...
=
das duas refeições quer tu quer o teu cônjuge comem tudo sem piar. Tu porque não queres dar parte fraca. Ele porque não quer levar com o teu feitio soviético.

sábado, 14 de setembro de 2013

Eu avisei que a fase fofi estava a acabar...

 
Diz a Margarida: "com tanta coisa, esqueci-me de quadripolarizar os vários sítios em que estive na Grécia, por isso aqui fica algo representativo, no metro de Atenas xD"
 
Et voilá, um "pedacinh'ásssssssim" da Grécia quadripolarizado!

Dor de alma

Ir ouvir uma música de Sérgio Godinho ao youtube e aparecerem no lado direito como sugestões de músicas semelhantes coisas do Tony Carreira e do André Sardet provoca em mim o mesmo efeito que quando a minha amiga likou num status do facebook do "Quadripolaridades" e me enviou um printscreen com as sugestões de páginas semelhantes dadas pelo bicho: fashion blogs e o blog do Cláudio Ramos... 
 
PQP!

Querida Catarina. Querida Mariana.

A tia ama-vos de paixão. A tia não ligou a tempo no aniversário da Catarina e a tia esqueceu-se que ontem foi dia 13 (esqueceu-se a todos os níveis, ok?), pelo que, vamos fazer de conta que a tia vos ligou a dar os parabéns, ok?
A tia liga hoje e canta os parabéns e vocês ficam contentes porque ontem toda a gente cantou, não tem graça e hoje estão em ressaca de acordes e a tia canta para vocês da forma mais desafinada e ternurenta que conseguir, pode ser?
A tia já disse que vos ama de paixão?

 

Foi há um mês atrás (II)

O Clube VII encheu-se de gente e cedeu-nos tanto espaço (dois courts de ténis e ainda dois estúdios para as brigadas de recolha) que nunca tivemos a sensação de aperto ou claustrofobia.

 
As sombras IKEA para além da cobertura dos próprios courts foram espectaculares e estava tudo lindo.
 
 
 
A decoração ficou a cargo da Valorfuschia e da Wonderland Parties e as bandeirolas (uma centena de metros de bandeirolas( foi obra conjunta de dez costureiras voluntárias (a todas elas um granda beijinho!)





Nota: as gotinhas de arco-íris que estavam suspensas nos chapéus IKEA foram responsabilidade da D'Arte Ideias.
 
A decoração das mesas compôs-se com a cor das bolachas feitas pelas melhores bolacheiras do Mundo, são elas:

Miau Cookies









Mo Sweeties









Carlota Cookie's


 

 
 


Os doces estavam apetitosos e coloridos sobre as toalhas meticulosamente costuradas pela Rosália com tecidos oferecidos pela Multitecidos e com objectos emocionais trazidos de casa para assistirem a este momento da nossa história...

 
O bom gosto dos maravilhosos stands da Red Elephant deram um toque de elegância à festa
 
 
 
 
 
E os apontamentos para festas de aniversário como palhinhas, marcadores de comida e bandeirolas da My Party Design e mais palhinhas e sacos de papel da Bonheur Bazaar deram o toque final no que diz respeito à decoração.
 
 
 
 
 
Obrigada a todos estes queridos amigos! Do coração!

(continua)
 
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