quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Mámen ameaçou-me...

... e acusou-me de só contar a parte das histórias que me convém e beca beca.

Antes que ele se chibe, sim: eu fodi  dei cabo da portinhola da torradeira!


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Apresento-vos: el matadora

 
A sério que há quem não saiba o que é uma torradeira com portinholas?
 
(Antes que me perguntem: comprei na Worten há uns 7 anos atrás.)

Matei o Batman!

Arrumámos a cozinha, lavámos o chão e abrimos uma janela pequenina, para o chão poder secar, arejar do cheiro do cozinhado e fui-me deitar.
Há 15 minutos levantei-me com um barulho estranho na cozinha. Ainda adormecida fui meia cegueta até à cozinha onde se ouvia um tumulto. Acendi a luz e ali estava o cabrão: um nojento, irritante e esvoaçante morcego. Ainda sem tempo de fazer marcha atrás e ir chamar mámen e no espaço de um abrir e fechar de olhos o nojento eriçou-se no meu cabelo. Comecei a gritar tanto que acordei mámen e Ana que depressa me "socorreram" na cozinha.
Como trazia a Ana ao colo, assustada com os meus gritos, mámen, esse grande filho da mãe querido não teve de meias medidas e fechou a porta da cozinha.  A desculpa era de que o bicho podia vir em direcção à bebé e fechou a porta da cozinha... ... comigo lá dentro.
Em pânico e a hiperventilar ouvia as indicações do super escoteiro cagalhão cá de casa, muito sábio a ordenar-me:" respira fundo, mantém a calma, fica quieta que ele está mais assustado que tu (!), não o mates!" e eu só gritava "pára de te armares em Power Baden a assistir ao parto da mãe natureza e vem-me mazé ajudaaaarrr!" e ele, todo preciosista a intelectualizar: "mas olha lá, quem é o Power Baden? É o filho do Power Ranger com o Baden Powell?" e eu a passar-me com o estupor do bicho.
Às tantas, a Ana chorava cada vez mais com os meus gritos e tive que me calar. Pensei que se ficasse quieta o bicho acabaria por se desembaraçar do meu cabelo e voava dali para fora. Assim aconteceu. O bicho soltou-se dos meus cabelos mas em vez de voar dali para fora começou a andar às turras na parede da cozinha.
Neste momento o Renato Seabra encarnou-se em mim e só tinha um objectivo na vida: matar o morcego. Mas sem fazer chinfrim e sem correr o risco de dar outra vez a minha melena ao manifesto. Então, agarrei na torradeira (tenho ainda daquelas antigas), abri uma portanhola e liguei-a, tentando fazer uma armadilha electrocutadora doméstica, como aquelas que se viam nos cafés dos anos 80 para matar as moscas. E funcionou: passado uns minutos o parvo do morcego, atraído pela luz ou pelo calor, pespegou-se na torradeira. E não sei se foi queimado, se dos safanões que levou, mas morreu.
Neste momento sinto-me o Renato Seabra dos morcegos a olhar para o pequenino Batman Carlos Castro que jaz no chão da minha cozinha, à espera que o Baden Ranger cá de casa se digne a parar de rir e esconda as provas do crime no caixote de lixo mais próximo. Caso contrário, de manhã come torradas com proteína.
Afinal, torradeiras é que é porque saca-rolhas são coisas de fraquinhos...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

Eu avisei que a fase fofi estava a acabar...

 
Diz a Margarida: "com tanta coisa, esqueci-me de quadripolarizar os vários sítios em que estive na Grécia, por isso aqui fica algo representativo, no metro de Atenas xD"
 
Et voilá, um "pedacinh'ásssssssim" da Grécia quadripolarizado!

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