quinta-feira, 7 de abril de 2011

Há sempre uma primeira vez para tudo

Acabei de preencher uma declaração amigável depois de ter embatido contra uma ucraniana sem carta que levava como pendura o marido, também ucraniano, com uma dentadura de ouro e que mal falavam português.

Está mais que visto: comigo as coisas não podem ser ortodoxas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Na Universidade de Aveiro as investigadoras, dentro dos gabinetes, assumem a sua quadripolaridade...

Obrigada, grande Patrícia!

Eu e os mantras

Disse baixinho umas 300 vezes:
"Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. Não vou comer ovos moles. "

Já estava tão enjoada de me ouvir a mim própria que calei a matraca enfiando uma porra de um peixinho de hóstia recheado com ovos moles pela goela abaixo. Bah!
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