sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Mãe és, filha foste...

Pólo Norte: quem nasceu para sopeira nunca chega a patroa...

Ana Morgado: a Amália Rodrigues hippie

Sofia: a mosca benfiquista

Ana Maria: "adooooro o Carnaval,olhem o meu ar de felicidade!"

Maria Esteves Pereira: a máscara clonada

Beatriz: Por Tutatis!

Vianense assaltada (cadê o oiro?)

Cláudia: princesa da mascarilha

Cláudia: dama antiga com Termoteb

Luisa e Carla: as máquinas fotográficas dos 80's tinham problemas de focagem


Cristina: Peter Bigodes Pan

Ana Rendas: Esmeralda top model

Mónica: mil-folhos

Sofia: nazarena pré McNamara

Mónica:  turista com sandália compradora de aventais portugueses

Ana Isabel e irmão: ruralidades de uma rapariga morena






(Enviem as vossas fotografias para a terapia de grupo via quadripolaridades@hotmail.com)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A PROVAR | FRUUT


Já vi começarem por menos, ai já, já!

Custa 85 centimos na bomba de gasolina da segunda circular. 
Não tarda nada ando metida com as sementes de chia, ó, ó...






Descobrir snacks saudáveis mas que não sabem a nheca

O quê? Fruta desidratada
Onde? Estações de serviço, supermercados e afins

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

100 Quadripolares que vale a pena conhecer # Rafaela (6)



"Nasci em Portimão. Vivi em Leiria, Rio de Janeiro, Milão, Lisboa e agora estou a fazer um périplo de um ano por Rio de Janeiro > Nápoles > Nova Iorque > Lobito."
"Nasceste nómada ou tornaste-te nómada?"
"Eu ainda não sei se me tornei nómada mesmo. Porque eu quero assentar arraiais. Mas quero assentar arraiais em muitos sítios diferentes."
"Se só pudesses levar um objecto na mala e fosses começar uma vida nova num qualquer sítio do Mundo: o que levarias?"
"Hmm, as lentes de contacto. Ajudam-me a ver ao longe."


Rafaela

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cascais, passado recente

As nossas mães compravam-nos a roupa na Cenoura, na Materna ou na Rabina. O Conde Barão só tinha coisas para a casa. Subíamos a rua Direita e iamos comer gelados ao Tchipepa só pelo prazer de escorregarmos na rampa gigante, onde hoje não cabe a altura de um pé. Aos fins-de-semana ia brincar ao parque, onde havia uma macaca que atirava cocó às pessoas e onde os adolescentes se beijavam lá no cimo do caracol. Perseguíamos pavões e dávamos comida aos patos e havia uma ponta de madeira, que hoje já não há. No Verão dávamos mergulhos no Mexilhoeiro e em noites encaloradas íamos à Feira do Artesanato, onde tirávamos fotografias a preto e branco que registavam o nosso crescimento todos os Verões. 
Quando voltávamos à escola as fotografias tipo passe eram tiradas no César e os livros eram comprados na papelaria da Rua da Polícia, cheia de comércio local vivo. Malas de pele eram em duas barracas ao pé da estacao. Roupa de desporto era na Faraó. Aos fins-de-semana íamos ao cinema ao Oxford ou às salas no primeiro piso do Pão de Açúcar, a que na altura ninguém chamava Jumbo. Aos domingos era dia de feira na Praça de Touros.
Roupa de cerimónia era na Pombra Branca e os bolinhos eram sempre da Sacolinha, onde havia um senhor sempre vestido de preto que fazia desenhos com borras de café. 
Depois, crescemos e queríamos ir ao Bauhaus ou ao News, mas só depois de uns copos no bar dos 300 ou no 24. Para o Bauhaus íamos a pé pela linha do comboio e quando regressávamos do News chamávamos o táxi a crédito ( 466 01 01) e pagávamos 500 escudos. Não sem antes irmos aos bolos. 
Namorávamos encostados ao muro ao pé da Palm Beach e achávamos romântico partilhar um hamburguer da Abracadabra. O Dramático era o sítio onde íamos ver os jogos de hóquei mas, mais importante, era onde os concertos mais fabulosos do país vinham até nós 
O Coconuts veio mais tarde e todas passámos pela maravilhosa experiência do strip-tease masculino em primeira mão. 
Casámos, tivemos filhos e Cascais está irreconhecível para muita gente mas ainda não para as memórias de quem cá viveu num passado recente. 

(Obrigada Rita, Carolina, Pau, Carolina e Paula Carvalho pela viagem: cascalenses ao poder!)

Cascais para não cascalenses (ou não)

O que muita gente não sabe de Cascais é que o Santini não é, necessariamente, a gelataria preferida da vila e que todos nós brincámos na rampa da outra gelataria, lá no último andar e que cascalense que é cascalense contempla a baía mas nunca toma banho na Praia do Peixe. Que os melhores restaurantes para comer peixe não são os do paredão e que, na verdade, em Cascais se podem beber as melhores cervejas do Mundo ao som de salsa e merengue.
Que há um parque maravilhoso onde as famílias podem brincar, ler, deitar-se na relva, dar comida aos patos, subir ao cimo do Mundo, procurar penas de pavões perdidas como se estivesse a caçar um tesouro e dormir em dias de poesia com estrelas, ir o museu e até casar. Ou tirar fotografias depois da cerimónia na igreja ali ao lado e que pena que tenham fechado o Miese en Scéne. Resta-nos a mezzanine mais gira do Mundo para beber um gin tónico, ali a meia dúzia de metros. 
Que a rua Direita mudou e não foi para melhor mas que alberga o melhor restaurante Indiano de Lisboa e arredores. Que não temos cá padarias da moda mas metemos na sacolinha qualquer sítio que queira ter pão e bolinhos melhores do que os cascalenses. 
Que tomar um café no museu pode ter efeitos purificadores para alma e que ninguém conhece a praia das Moitas pelo nome verdadeiro. 
Que os melhores croissants do Mundo (com gila ou doce de ovos, tanto me faz) vendem-se no sítio mais improvável e que o restaurante desse sítio tem o terraço mais catita da vila. Que em dias de futebol há um boteco escuro que guarda os melhores hamburguers especiais da linha acompanhados por cervejas, tangos, chandys ou afins. Em Cascais ninguém diz panachê.
Um dia, juro, faço um post com muitos links para poder partilhar Cascais dos cascalenses. 
Até lá, deixo-vos achar que Cascais é Santini e o resto é conversa. 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A carta de Júlio Isidro

"NÃO, NÃO ESTOU VELHO!!!!!!

NÃO SOU É SUFICIENTEMENTE NOVO  PARA  JÁ SABER TUDO!

Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.

E lembro-me do texto de Jorge de Sena…. Não quero morrer sem ver a cor da liberdade.

Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.

Sou dos que acreditam na invenção desta crise.


Um “directório” algures  decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.

Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.

Parece que  alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.

Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.

Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado  que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho.Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.

Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro  entre os medicamentos e a comida.

E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.

A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o miagre da multiplicação dos pães.

 Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.

Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.

Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.

Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.
Há carros topo de gama para sortear e auto-estradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.

Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas  há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.

Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.

Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…

Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?

E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.

Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.

E aprendemos neologismos como “inconseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exactamente o contrário do que está escrito no dicionário.

Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.

E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…


Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.

E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.

É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade.

Júlio Isidro"

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

100 Quadripolares que vale a pena conhecer# Elsa (4)


"Tenho um blog de Livros- "o Efeito dos Livros""
"Qual o efeito dos livros em ti?"
"Deixei de ser uma pessoa que não lia nada para ser alguém que só este ano já leu mais de 20 livros.
Eu queria falar-vos de livros mas agora só me ocorre chamar a atenção para os recantos deliciosos que Lisboa possui para descontrairmos um pouco a ler.
Quantos são os Lisboetas nascidos e criados, no centro ou na periferia, que não gostam nem conhecem Lisboa?
Quantos são os que não se passeiam nem falam da nossa cidade com um brilho nos olhos?"



Elsa

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mongólia? Piece of cake!


Obrigada, Su! <3

(a actualização da quadrivangelização aqui)

A PROVAR | Queijo fresco com alfazema e queijo fresco fresco com tomate e manjericão

Como sou vossa amiga aviso-vos que na Feira de Queijos e Enchidos do Continente há queijo fresco com alfazema e queijo fresco com tomate e manjericão ma-ra-vi-lho-sos!

Acabei de comer ambos. De uma assentada só.






Post sem parceria nenhuma

O Mundo divide-se entre...

... quem dá beijinhos no pão antes de o deitar fora e os outros.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

I love Cocó e Cocómen!


"Quadripolarizei Delhi, Pólo Ruth Norte! (a folha era manhosa, tinha texto atrás, mas foi o possível!)"

प्रिय Cocó eu amo vocêses, pá!


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que aproveitam o pretexto do Dia de S. Valentim para (continuarem) a namorar e as que afirmam que não passam cartão nenhum à data.

(ninguém assume que gosta!)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O mundo divide-se entre...

... as pessoas que ao sairem da sala de recolha de bagagem do aeroporto da Portela vão pela rampa do lado direito e as que seguem pela rampa do lado esquerdo.

Porque hoje é dia 13...


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quadripolarizações em grande





"Cara Ursa!
já te leio há uns anos, e o meu namorado ouve-te :) (porque eu leio-te em voz alta de vez em quando...sim eu sei...podia dar-me para coisas piores).
Este ano quadripolarizámos para ti a costa do Vietname na totalidade (fizemos de mota Ho Chi Min/Hanói e passámos uns dias em Halong Bay, é daí a foto que te enviamos) e seguimos para Moscovo, por isso acabámos por quadripolarizar também a Rússia (com -23º)!!! Vê isto como uma retribuição às gargalhadas que nos fazes dar!!! :)"

Obrigada Marisa e ouvidos do namorado da Marisa!

Viver a vida como quem espera para estacionar

Encontrar uma estratégia: ir directa a uma fila e colocar o carro ( a vida) em segunda fila, desligar o motor, chaves na ignição, tempo incalculável numa espera que se sabe eficaz: alguém há-de-chegar e desestacionar o seu carro, oferecendo ao destino que eu controlo um lugar vago, o meu lugar de estacionamento. 

Ou, talvez não, serpentear entre uma e outra fila, gastar combustível, perder lugares para outros condutores mais ágeis ou que, simplesmente, chegaram primeiro. Barafustar, buzinar, voltar a tentar por outra fila, maldizer os sinais verdes que supostamente deveriam indicar os lugares vagos, arrancar com o carro, tentar o piso superior, uma questão de fé, rezar para que haja um lugar à porta, estacionar num acto de sorte, enfim. 

O tempo gasto (o tempo da vida) pode ser o mesmo, o lugar pode ter exactamente o mesmo tamanho mas o Mundo divide-se entre quem vive com calma e sem pressas mas com a certeza que o seu lugar, naquela fila, irá vagar e ser ocupado por si e entre quem quer enganar o tempo e agir com fé, fezada ou mera sorte na pontaria de um lugar de estacionamento mais à porta e, por isso, um bocadinho melhor. 

E tu?

sábado, 8 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

T(r)inta anos. Mais 4 a vulso.




Soma de dias, de noites, viagens de terra e de mar, de ar, cabeça nas nuvens, nas ondas, pés na terra, na areia, na rocha-calhau, olhares no céu, nas estrelas, na cidade acabada de estrear, o mesmo oceano, cagarros na caldeira, gaivotas, pombas sujas e pardais em cima de fios de electricidade, caminhos de terra batida, canadas de cima, canadas de baixo, ruas alcatroadas, avenidas esburacadas, coretos e estátuas, tascas e cafés gourmet, lapas grelhadas, iscas com elas, "áquela!", "como está?", tu e você (agora, às vezes "o senhor"), cabelos loiros, fios esbranquiçados, o fumo da mesma marca de cigarros além-mar, espaços a fio, lugares comuns, cafés e bicas, "Desculpe? Senhóra?", idas, regressos, lençóis esticados, corpos em conchinha, ouriços do mar em travessas e caracóis num pires, enfim o amor pleno, mitose celular, olhos em eco, tu e eu no singular que é o nosso plural, Ana, Ana em ti, colo de milhafre, filho, pai, meu amor. 
T(r)inta anos: agarra no pincel e usa a tinta do tempo e faz dela a pintura que te apetecer, obra prima de uma vida cheia (de luas, de graça), tua, nossa. 
T(R)inta anos. E como o tempo dá-nos a confiança para nos equilibramos, desta feita, faz mais um quatro também.

Feliz Ano Novo, meu amor maior. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Cambodja? Done.


"A pedido das monissimas, a Sof quadripolarizou o Cambodja. Ao fundo estão os templos de Angkor, a paisagem mais famosa lá do sítio...

Beijinhos para a ursa maior e menor.


10 anos de Facebook: obrigada querido Mark, bates forte cá dentro!










A EXPERIMENTAR | Bella Lisa

Íamos almoçar ao Mercado de Campo de Ourique uma comidinha saudável e apresentar ao rapaz o conceito, as bancas, o frisson.

Acabámos aqui: eu a comer risotto de salmão e ele uma pizza com um aspecto divinal.




Nobody said it was easy... :P

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que ao preencherem o boletim do Euromilhões escolhem números que coincidem com datas de aniversário dos ente queridos e as quem escolhem números ao calhas.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Como usares a tua profissão para dares cabo da cabeça dos colegas: lição número 1

Na mesa da cozinha do escritório, todos a tirarem as marmitas e a aquecerem a comida. 

Pólo Norte sentada, a beber um copo de água, em silêncio. 

Senta-se a primeira com um prato de lentilhas com peixe. 

-"Nota-se pela escolha da tua comida que és uma pessoa que se preocupa consigo, que gosta de um certo equilíbrio, regrada e disciplinada". 

A moça arregala os olhos e olha, assustada, para a colega do lado que come um bacalhau à Brás. 

- "Já tu gostas das coisas boas da vida, sem culpas, nem grandes intelectualizações. És pelo prazer, pelo carpe diem". 

Arregalam as duas os olhos e eu aceno para a colega da frente a comer massa com atum. 

- "Tu geres mal o teu tempo, andas numa correria a gerir a vida doméstica com o trabalho, precisas de mais calma, mais tempo". 

A esta altura estão as três assustadas a olhar para mim, com ar "wow!" (e eu, divertida, a curtir a cena). 

Nisto entra a minha colega preferida com a marmita na mão e as outra prontificam-se a elucidá-la sobre o episódio anterior. Resposta da bicha:

- "Então, boa tarde, que assim me retiro"

Perguntam-lhe as outras, enquanto a vêem virar as costas, o que trouxe hoje para almoçar. Ouve-se uma voz a afastar-se pelo corredor:

- "Salsichas frescas".

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