terça-feira, 29 de dezembro de 2015

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pólo Norte, a cortar o barato de status profundos desde 2009


Que caras de quadripolarização vêm a ser estas, garotas?





"Pólo, tu quadripolarizaste a nossa alma, nós retribuímos ao quadripolarizar o melhor de nós: a nossa terra, Cinfães!
Faz-nos uma visita e acrescenta momentos e memorias felizes à tua vida. 
Beijinhos,
Sonia Miranda e Liliana Vasconcelos"


Eu irei a Cinfães. A medo, à custa das vossas expressões, ah, mas irei! Me aguarrrdem!

domingo, 27 de dezembro de 2015

sábado, 26 de dezembro de 2015

Diálogos quadripolar-natalícios # 4

Depois de comer entrada de morcela com ananás, perú com alecrim e laranja, vinho, aletria, mexidos, azevias de grão, coscorões, duas Donas Amélias e uma espécie a acompanhar o café:

- Credo, que dor de estômago. O café anda-me a cair mesmo mal...


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Diálogos quadripolar-natalícios #3

"Tenho uma palavra que resolve a tua crise amorosa"
"Qual?"


"Tinder"

Diálogos quadripolar-natalícios #2

"Então, primo, e a namorada?"
"Acabámos!"
"A sério e olha que já estávamos juntos há 4 meses..."
"Então mas o que é que se passou?"
"Não sei, parecia que estava tudo bem, eu já lhe tinha dito o nome que eu gostava para quando tivessemos uma filha e tudo..."
"Quantos meses?"
"Quatro"
"Ah, já percebi!"

Diálogos quadripolar-natalícios #1

"Dói-me a vesícula"
"Como, se já não tens vesícula?"
"Dói-me a vesícula e não me contraries..."

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Mundo divide-se... especial Natal #2

... entre as pessoas que comem bolo-rei e as que comem bolo de Natal*.





(* sim, açorianos, vocês estão do outro lado do Mundo!)

Nem a terra do Pai Natal escapa. E pela segunda vez!








"Missão: (mandar) quadripolarizar o Pólo Norte 

Passo 1: Emília, amiga finlandesa, vai à Lapónia

Passo 2: verificar que o Pólo Norte ainda não foi quadripolarizado

Passo 3: esclarecer a amiga sobre "ser quadripolar" e "quadripolarizar"

Passo 4: missão aceite. aguardar quadripolarização


De qualquer forma, o Pólo Norte está duplamente quadripolarizado! No nosso caso, por uma finlandesa de gema!!

Beijinhos da Casa Azul,

Carla"

Obrigada, manas da Casa Azul!

O mundo divide-se... especial Natal #1

... entre as pessoas que, na ceia de Natal, têm como tradição comer bacalhau e as que têm como tradição comer polvo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O molho de tomate da minha avó

ilustração: João Vaz de Carvalho


A minha avó não era uma avó muito prendada. Não tinha pachorra para fazer croché e quando fazia não saia nada assim por aí além. A minha avó não usava xailes, lenços nem vestia luto por ninguém. A minha avó não era o estereótipo da avó mas foi ela que moldou no meu entendimento o modelo do que se é ser avó. Também não era uma avó exímia na arte de cozinhar, uma excelente fazedora de bolos nem tinha nenhuma especialidade daquelas que passa de geração em geração, com truques e receitas cheias de segredos. Para além dos mexidos e da aletria anuais em época natalícia, a minha avó fazia muito bem três coisas muito pouco requintadas: pão com manteiga aquecida nos bicos do fogão, batatas aquecidas (aproveitamento de batatas cozidas que depois eram fritas em azeite com muuuuuita cebola) e um esplêndido molho de tomate. 
Faz hoje quatro anos que o meu tio me bateu à porta de casa, com muita força, de manhã, eram umas sete horas, talvez menos, a gritar "a avó está morta, a avó morreu!". Eu sou uma autómata nestas situações (aconteceu-me duas vezes, esta e a da morte do meu avô): fico com um ar muito sério, visto-me e vou ao encontro da cena, volto a casa com um pretexto qualquer, tomo banho e choro (choro muito) enquanto a água corre, seco-me, visto-me, limpo as lágrimas e vou fazer o que tem que ser feito, rituais públicos que abomino mas que desempenho com a maior das dignidades para honrar quem se importa com lutos, velórios e funerais. 
Foi a dois dias do Natal, há quatro anos, que a minha avó adormeceu para a morte e nunca mais acordou. No meu ventre estava já a Ana, esta Ana que, numa espécie de isostasia veio equilibrar as contas do meu amor. 
Pensei que não conseguiria viver sem a minha avó (e antes sem o meu avô) mas, na verdade, o ser humano adapta-se a tudo, até ao vazio que deixam as pessoas que eram as nossas raízes e tronco, os alicerces da nossa alma, a estrutura do nosso ser. Escrevi, há quatro anos, que "A morte é uma puta" e tive medo de nunca mais ver luz no Natal, de ter um Natal feliz. 
Hoje, quatro anos depois, com esta nova Ana, matrioska da que partiu, fazem-me, finalmente, sentido as palavras do meu amigo Prezado naquela caixa de comentários "Só mudou o molde, a felicidade é sempre possível. Mas diferente. É uma merda, é.".
A felicidade é possível, não é plena porque não consigo que coexistam no mesmo tempo e espaço o meu passado, o meu presente e o meu futuro, as mãos enrugadas da minha avó, as mãos quentes da minha mãe e as mãos novinhas em folha da minha filha mas, sim, a felicidade é possível.
Hoje não quero relembrar a data da sua morte, quero celebrar o facto de a ter tido, para mim, 31 anos inteirinhos, com pronúncia do Minho, pés aquecidos em noites frias de Inverno no meio das suas próprias pernas, embalo no corpo e palmadinhas ritmadas nas costas nos dias em que as dores dos aparelhos me arrancavam lágrimas, sorrisos sempre que trazia as notas da escola e corridas até aos portões das vizinhas para as exibir, orgulhosa, dinheiro sacado do porta moedas guardado junto ao peito para o meu lanche da escola, despertar bem disposto e fresco. A minha avó era mesmo, mesmo, a melhor avó que me podia ter calhado na sorte. 
Hoje para jantar fiz molho de tomate. E pela primeira vez, em mil anos, soube-me à minha avó. 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

100 Quadripolares que vale a pena conhecer # Sandra (do Clube VII) (31)

Dois anos depois e a Ana passou para a piscina dos crescidos. Bateu uma nostalgia da última vez que ela nadou na piscina dos pequeninos, onde aprendeu a esbracejar, a dispensar a chucha enquanto brincava na água, a chapinhar, a bater os pés, a mergulhar sem dedo no nariz. A Ana foi muito feliz na piscina dos pequeninos, ela e a sua professora Tânia, cúmplices semana após semana, uma das pessoas de quem a Ana sente saudades (e a educadora, com quem está todos os dias, ainda não alcançou tamanho feito).
Gostamos, todas as semanas mais, do Clube VII. Porque há um cuidado com os nosso filhos para além do mero ensino de uma modalidade desportiva: o porteiro esboça sempre um sorriso quando constata que todas as semanas deixamos o cartão de acesso em casa e já sabe o nome da Ana de cor, a Tânia recebe sempre a Ana na piscina como uma mãe que abre a porta de casa a um filho e quando acaba a aula e corremos para o balneário para dar banho à Ana lá está sempre a Sandra (e antes a D. Fernanda, de quem não nos chegámos a despedir e de quem guardamos a melhor das impressões e a mais profunda estima). 
A Sandra pertence à empresa de limpezas que dá apoio ao Clube VII mas isso não faz da Sandra a empregada de limpezas do Clube VII. A Sandra, todas as semanas, à mesma hora que nós saímos da aula, vai arrumar toalhas para o nosso balneário. E dá um beijo à Ana, e conta-lhe histórias e deita-lhe um olhinho se eu tenho que me afastar da banheira para ir buscar qualquer coisa e às vezes (não contem a ninguém!) seca o cabelo à Ana, não porque eu peça mas para me ajudar a despachar. 
A Sandra não é apenas uma das empregadas de limpeza do sítio onde a Ana pratica natação, tal como a Tânia não é apenas a professora. São as pessoas que fazem do lugar aquilo que ele é: um ponto de encontro de gente com boa onda, gente com alma e boa vontade, alegria e, especialmente, amor. 
Dá-se a situação que a Sandra vai deixar de trabalhar no Clube VII e eu vou deixar de ter, semana após semana, alguém à nossa espera com o pretexto de que o balneário precisa de uma "geral". A Ana vai deixar de ter quem lhe dê um beijinho repenicado e a ajude a tirar a touca, quem lhe ensine novas canções e a ajude a secar o cabelo. E eu vou deixar de ter em quem confiar para me deitar um olho à miúda se for preciso naqueles instantes, sempre em correria, sempre a despachar, entre a aula de natação e o tempo de chegar a casa e fazer o jantar a um dia de semana. 
Por isso, aqui vai um beijinho público de agradecimento à Sandra, por ela ter sido em dias de chuva e de preguiça o motivo que me fez não cancelar aulas, sabendo-a lá, às vezes a entrar um bocadinho mais cedo só para nos apanhar, mas sempre à nossa espera, semana após semana, com um sorriso sempre franco, sempre amigo, sempre verdadeiro.
Obrigada à Sandra por não se ter limitado, apenas, a cumprir a sua tarefa, a desempenhar a sua função, a fornecer-nos apenas um serviço: obrigada pela amizade discreta e pelo amor com que brindou, semana após semana, a minha filha. 
Sandrinha, já estamos com saudades.  Um beijinho meu e outro, lambuzado, da Ana.

(E, sim, o Clube VII tem a melhor equipa do Mundo para o ensino de natação aos mais pequenos. Conheçam-nos aqui.)

domingo, 13 de dezembro de 2015

100 Quadripolares que vale a pena conhecer # Marta (30)

A Marta não é uma mulher do Norte. Aliás, a Marta é uma mulher do Norte com tudo aquilo que amo e admito nas mulheres do Norte mas uma espécie endémica que só se encontra no Porto com uma pronúncia própria e um jeito mais delicó-doce de dizer palavrões.
A Marta sou eu se tivesse nascido no Porto, crescido com aquele bafo húmido no ar, Douro no horizonte, outros lugares, outras circuntâncias. A Marta sou eu numa versão melhorada, uma espécie de versão 1000.0, tão parecida comigo nas coisas boas, tão melhor que eu nas outras todas. 
A Marta abraçou o Bairro do Amor e agarrou-lhe o leme, chamou marinheiros de água doce e mostrou que os rios, por vezes, podem correr mais depressa que os mares. A Marta amadrinhou e aperfilhou o Bairro do Amor, agarrou numa ideia e moldou-a a seu jeito, aos jeito das gentes que são as suas, da vizinhança que conhece tão bem e tornou-a uma realidade palpável, factos realizados, acções concretizadas, objectivos cumpridos. A Marta é uma fazedora e é isso que mais admiro nela, eu que sou apenas uma idealizadora, uma sonhadora, por isso, um dia quero ser como a Marta. 
A Marta ligou dias seguidos para orgãos municipais, ouviu nãos, ouviu telefones desligados na cara, pessoas que nunca lhe atendiam e lhe davam de volta desculpas esfarrapadas via secretárias, ouviu argumentos trôpegos e tentativas de dissuasão, tropeçou em todos os obstáculos e teria mil razões para desistir mas nunca, sequer, pensou nisso. A Marta recrutou para a ajudar o marido, as vizinhas e as empregadas do café do bairro, as pessoas que gostam dela, convidou as filhas pequenas para meterem mãos à obra e não se desfocalizou nunca com as pessoas que prometeram aparecer e nunca o fizeram, à sombra de desculpas e de imprevistos, de intenções e de falta de sentido de compromisso. A Marta não se importou com quem não estava em sintonia com o ritmo do trabalho, com as necessidades imediatas, com a premência de tarefas. A Marta concentrou-se num fim, numa meta e seguiu em frente, como um pescador que segue a luz de um farol e nunca a perde de vista. Alguns voltaram para trás, tiveram medo do nevoeiro, perderam a  energia de galgar as ondas agitadas mas a Marta, timoneira, deu a voz de comando para que todos remassem ao mesmo tempo, os que fizeram (e que bem aventurados sejam!) questão de levar o barco a bom porto quase todos - estou certa!- inspirados pela formiguinha trabalhadora, de mangas arregaçadas,  olhar curioso, coração D'ouro, mãos calejadas de também ela- principalmente ela- tanto remar. 
A Marta concretizou a primeira Children Street Store do Bairro do Amor e também por causa dela- especialmente por causa dela!-  o Natal chegou mais cedo a 120 crianças desta cidade Invicta e convicta que tem um lugar de destaque neste Bairro cheio, carregadinho, a transbordar de amor. 
A luz mantém-se lá. Estou certa que a Marta nunca a perderá de vista, faroleira de rio, coração de (a)mar. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A EXPERIMENTAR | ORA TOMA LÁ

Todos nós já passamos pelo drama de organizar o Amigo Secreto. 

Papelinhos e mais papelinhos. Chamadas para aqui e para ali. Mensagens e no fim parece que fica sempre alguém de fora. Ufa! Tanto stress e ainda nem chegou a altura de comprar o presente. 

http://oratoma.la vem ajudar na organização para que o prazer de oferecer volte a ser um prazer. 
E como é que o melhor amigo do amigo secreto, torna tudo mais simples e prático?

É fácil. Basta criar um evento, inserir os emails dos amigos e pronto. 
O sorteio é organizado automaticamente e cada um fica a saber quem lhe calhou este ano. 

Pode-se ainda receber dicas de presentes até ao valor previamente estipulado. Top! Top!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O Pai Natal da Decathlon acabou de nos bater à porta


Pergunta ele com ar muito sério: "Achas que a prenda de cima é um presunto?"

...

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A CONHECER | Reserva de Burros

Quando me convidaram para a apresentação do projecto “Reserva de Burros – Passeios e Sensibilização Ambiental”, na Tapada de D. Fernando II (junto ao Convento dos Capuchos, em Sintra) pensei de imediato no Francisco. 

Implementado pela Parques de Sintra, em parceria com a Reserva de Burros - Associação para a Valorização e Preservação do Burro, este projecto tem como objectivo contribuir para a manutenção e valorização do burro. 

E não havia melhor maneira de celebrar a marcha autónoma do Francisco do que o convidar para ser "Repórter Quadripolar" neste dia. 

O Francisco já não precisa do andarilho para nada. Precisa só de recuperar o tempo perdido.
E neste dia foi... mágico.

(Um granda abraço Francisco: és o maior!)



Universal Studios? Foi canja!


"
"Caríssima Polo :)

Cá vai mais uma contribuição para a cruzada, nos Universal Studios, Orlando.
Ainda há mais :)
Ate logo! MissFramboesa"

Obrigada. minha querida Alda,

A VISITAR | Segredo d'Alecrim (Fronteira)

Nunca tinha estado em Fronteira nem em Alter do Chão. Mas o pretexto do Festival de Balões Rubis Gás levou-me até este Alentejo distante e sem auto-estradas a ajudar. Um Alentejo mais fresco e menos plano, mais desconhecido e igualmente encantador.
E depois de dois fins-de-semana inesquecíveis a cereja ameixa no topo da sericaia foi ficar instalada no Segredo D'Alecrim, em Fronteira, onde cada quarto é um segredo por descobrir e onde acabámos por pernoitar num cenário de pura inspiração. 




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Em 2016 o casal Norte-Mámen vai renovar votos

E depois de muita hesitação, decidimo-nos:


E o jornal Público esteve lá

Obrigada Joana Guimarães!

E, de repente, já foi Natal!

A Children Street Store foi um dia muito importante (talvez o mais importante) na vida do Bairro do Amor, que acabou de completar 1 ano de vida.


Foi importante por cento e vinte razões, todas elas com pés pequeninos que calçaram os sapatos prateados e dourados oferecidos pela empresa Monteiro Ribas. Na verdade há poucas coisas que podem alimentar mais a fantasia de meninas pequeninas do que sapatos prateados e dourados.


Mas naquele sábado houve mais, Oh, se houve!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência




No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência vem-me à memória uma das lições mais poderosas que aprendi com uma mãe de um menino com Spina Bífida. 

 Depois de uma conversa aberta, de temas em cima da mesa como "necessidades educativas especiais", "contingente especial" e outros termos "especiais" ela olhou-me nos olhos, daquele jeito perscrutador que só ela sabe olhar, e disse-me com aquele sotaque com açúcar:

 "Sabe, Liliana, eu só quero que meu filho não seja especial. Que não cresça com o peso da especialidade, o estigma do (engrossando a voz) "eu sou especial", tenho que me portar exemplarmente "porque sou especial", "não posso fazer besteira porque sou especial", "tenho que corresponder às expectativas de todos porque sou especial". Eu só quero que o meu filho seja tratado de forma não especial, de forma corriqueira e banal. Esperando dele a normalidade de comportamento, atitudes e reacções que são expectáveis em todos os meninos da idade dele. O que quero mais na vida é que o meu filho não seja especial, que diga disparates, que voe na sua cadeira de rodas e possa experimentar a solidez do chão, que tenha bons resultados em algumas disciplinas e que não goste de outras, que tenha desgostos de amor, que seja pleno de direitos e deveres, quero tudo isso, só não quero nem vou deixar que ele cresça à sombra do desígnio de que "é especial", tenha necessidades "especiais", direitos "especiais" ou deveres "especiais". Quero que ele tenha uma vida justa, não especial". E eu, que lido com a deficiência há 35 anos, aprendi a maior lição de sempre. Que a pessoa com deficiência deve reclamar pela justiça e não pela especialidade."

E nunca mais irei esquecer esta mãe, essa sim, uma mãe especial. 

 Um beijinho querida, grande e enorme Jaqueline Genz de Carvalho!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Mámen e Pólo Norte: um estudo sociológico de diferenças face à parentalidade

Recebemos um recado da educadora a dizer que mudaram o personagem da Ana no teatro do Jardim de Infância e ao invés de ser a primeira proposta, a Virgem Maria (por falta de compostura, adivinho eu), a segunda proposta, o menino Jesus (por problemas de foro hipercapilar pois teria que ser um recém-nascido troll loiro para ter alguma consistência com o mega cabelo da Ana), finalmente a Ana terá um papel definitivo: o anjo. 
Ora, dizia a educadora que temos que levar um fato branco e umas asas de anjo. Assim que recebemos o recado e nos enfiámos no  carro eu fiquei em silêncio a magicar a fatiota. Os meus pensamentos vaguearam por coisas deste género:



Mámen, entretanto calado, interrompe-me os pensamentos: 

- "Temos um lençol branco novinho lá em casa, não temos? Também já pensei e podemos fazer-lhe as asas com dois cabides de arame..."

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