quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Legolândia? Quadripolarichecked!


"Olá Ursa,
Como leitora habitual achei que devia dar o meu contributo para a Cruzada Quadripolar.
Confesso que a foto ja deve ter um pouco de po (ja tem alguns meses) mas a organizacao nao e o meu forte.
Desculpa la a ma qualidade do "escrito" (foi o que se pode arranjar) mas acho que ficaste linda na foto.
Bejios,
Sonia"

Beijinhos gelados, Sonyte!

Ahahahahahah (not)

Taxista da manhã: "Já viu o que vem aqui no Correio da Manhã de hoje?"

Eu (revirando os olhos e esboçando um sorriso amarelo): Não, não compro o Correio da Manhã. 

Taxista: Que o Paulo Portas engravidou a Diana Chaves. Mas olhe, ao contrário da história do irrevogável e dos submarinos desta vez foi um homenzinho e vai assumir a criança... O César Peixoto é que está fininho...

Eu (com ar confuso): Ahn?

Taxista: Ah, nada! Já escolheram nome para o puto e tudo. Vai ser o .... Porta Chaves! Ahahahahahahahahahahahahahahhaha!



(mas os taxistas espirituosos estão todos reservados para mim?)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O mundo divide-se entre...

... as pessoas que preferem massa de pizza fininha e estaladiça e o os que preferem massa alta e fofa.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O mundo divide-se entre...

... as pessoas que dizem "obrigado/obrigada" de acordo com o seu sexo e os outros.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Repost: "Eu também tive as minhas confusões fonéticas"

A propósito de um post antigo do Tolan dei por mim a pensar nas minhas próprias "confusões fonéticas".
Acho que os lapsos começaram bem cedo, quando a minha avó, católica convicta, me ensinou a rezar o "Pai Nosso" e, quando chegava a altura do "rogai por nós, pecadores", eu percebia sempre "rogai por nós, pescadores". Foi aí que começou, inequivocamente, o meu primeiro desentendimento com a religião católica. Ora, rogai pelos pescadores? Mas porquê? E os agricultores? E os comerciantes? E o meu pai que era jornalista? Por ele ninguém rogava? Não estava certo.
Depois, na pré-adolescência vieram os slows e o que eu adorava a música "lechurrremondére". Cantarolava-a no meu melhor francês, aprendido em Agosto com os vizinhos que viviam em Paris de França e vinham passar as férias de Verão à pátria-mãe. Pois...
Por fim, vieram muitas outras bandas e um dia dei por mim a ouvir os Men at Work e a jurar, pela minha saúdinha, que os gajos até cantavam um bocadinho de uma música em português. Pá, que orgulho patriótico! É ouvirem, meus amigos, é ouvirem! E continuo na minha, eu seja surdinha se no princípio desta música, logo na estrofe inicial, o tipo não diz "Cavalinho na Feira a comer", caramba!

Prezado nunca (me) falha!


Obrigada, manjerico! Florença quadripolarizada!

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