quinta-feira, 30 de julho de 2015

A quadripolarização que eu mais invejo

"Olá Polo Norte!

Estamos a meio da nossa viagem pelo Japão. Envio as quadripolarizações das cidades que visitámos até agora.

# Tóquio: (é o portão de entrada num dos templos de Tóquio... mas o mapa com o nome dele está no fundo da mala! envio o nome quando lá conseguir chegar)

# Nikko: fonte na zona sagrada de Nikko (zona considerada Património da Humanidade); estátua de Jizo em Kanmangafuchi Abyss (são 70 estátuas, mas esta pediu muito para segurar no papel!)




# Nagoya: Castelo de Nagoya. Este castelo foi quase completamente destruído pelos raides aéreos durante a II Guerra Mundial. A reconstrução ainda está a decorrer e está a ser baseada em plantas, desenhos e fotos do castelo original. A ideia é que fique o mais parecido possível com o original, incluindo os materiais utilizados. Nos jardins existe uma árvore que foi parcialmente destruída durante os bombardeamentos, mas que conseguiu recuperar e hoje é considerada Monumento Natural.


# Kanazawa: "Daruma" (talismã japonês). Este é um pouco diferente do habitual: foi pintado de dourado, numa alusão à folha de ouro, bastante utilizada no artesanato desta zona. Existem também algumas lendas que referem Kanazawa como tendo uma fonte de ouro. Este boneco é a mascote da zona.


# Quioto: Pavilhão Dourado, o mais conhecido símbolo da cidade.



A minha preferida é a da fonte... Foi lindo conseguir convencer o miúdo a tirar a foto! Claro que ajudou bastante o facto de ele não perceber nada do que eu estava a dizer e de os japoneses serem extremamente simpáticos e prestáveis por natureza :)

Em breve teremos mais algumas Quadripolarizações!
Beijinhos,
Mafalda"


Mafalda: 愛してます! <3



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Precisa-se de roupa e calçado de criança, brinquedos e material escolar

            

O Porto será a primeira cidade Portuguesa a acolher, pelas mãos do Bairro do Amor, o evento “The Street Store”, com o apoio e autorização da “The Street Store Organization”- o seu mentor internacional e eu lá estarei com uma série de voluntários fabulosos que já se encontram no terreno a mexer cordelinhos para um evento que se espera épico. 

A primeira “The Street Store” do país será inteiramente direccionada ao público infantil, nomeadamente, às crianças pertencentes a famílias sem-abrigo ou com comprovadas carências sócio-económicas. 

O projecto surgiu em Janeiro de 2014, na Cidade do Cabo (África do Sul), como uma loja de rua sem fins lucrativos, cujo objectivo é doar roupa a pessoas desfavorecidas (essencialmente sem-abrigo), oferecendo a este público-alvo a experiência de escolha de produtos. 

Em Portugal e dado o âmbito de intervenção desta IPSS para o ano de 2015, o Bairro do Amor avança com esta iniciativa direcionada estritamente a crianças. 

Quando? 26 de Setembro de 2015, das 11 horas às 17 horas. 

Onde? Rua do Porto (a definir) 

Destinatários: Crianças pertencentes a famílias sem-abrigo ou com comprovadas carências socio-económicas. 

Bens a doar: Roupa e calçado infantil, material escolar, brinquedos. 

Local de recepção de bens doados
Red Apple Porto - A/C: Marta Pereira 
Estrada da Circunvalação, Nº 13590, 
4460-286 Srª. da Hora / Matosinhos 
Tel: 229 374 729 | 914 747 905 
De 2ª a 6ª feira, das 10:30h às 19:30h. 

A publicitação do evento está disponível no Facebook, aqui. Também aqui poderão encontrar toda a informação relacionada com o evento, tal como: local de realização, tipo de bens a doar, locais de entrega dos bens, contactos, inscrição para voluntariado no projeto bem como outras atualizações pertinentes.

Neste momento queremos receber roupa e calçado para crianças assim como material escolar e brinquedos em bom estado de conservação e limpeza. Caberá aos voluntários fazer a triagem para que no próprio dia os destinatários desta acção possam fazer as suas compras de forma digna. 

Conto convosco?

terça-feira, 28 de julho de 2015

Receber um smartphone, 30 MINUTOS depois deixá-lo cair e estilhaçar o écran é mau. Muito mau.


Podia ser pior. 

(Mas aceitam-se dicas de onde se pode arranjar écrans estilhaçados sem que me peçam um valor superior ao do próprio telemóvel, sim?)

A VISITAR | Casa da Meia Lua (Vilamoura)

Sim, eu já passei (muitos anos da minha adolescência) férias no parque de campismo de Monte Gordo. Sim, que eu era feliz a dormir num colchão com 5 cm de espessura a dar-me conta das cruzes. Sim, que eu era feliz a tomar banho nos duches da rua a tentar lavar-me condignamente de bikini vestido para não ter que ir para as filas dos duches de água quente nas casas-de-banho. Sim, que eu era feliz a comer saladas de massa com atum. Sim, que eu era feliz a ter o Valentim como vizinho de tenda e o Leonardo, o rapaz que vendia revistas na praia, como curte de Verão (era tão giro, agora que me lembro!). Sim, que eu era feliz na praia apinhada de gente com alforrecas mas com temperaturas que ainda hoje me tentam. Sim, que era feliz à noite a ir beber um copo no Bar 42. E tudo e tudo e tudo que uma 'ssoa não pode cuspir no prato (de plástico) onde comeu. 

Mas o Algarve também tem um certo encanto em Vilamoura. Numa casa particular. Com um nome mágico: Casa da Meia Lua. Com mergulhos a seguir ao pequeno-almoço, depois de almoço, ao lanche, antes de jantar e antes de dormir, quando as noites são abafadas e quentes. Com espreguiçadeira em uso desde de manhã até a lua aparecer, com a minha filha sempre de tronco nu a saltar e a brincar com conchas que apanhámos na praia, com o homem que amo a brindar com o seu rosé fresquinho preferido e acordar feliz e adormecer a cria ao colo, embrulhada num pareo colorido, enquanto contamos as estrelas. 

O céu é o mesmo, o Algarve é o mesmo. Seríamos felizes na mesma num parque de campismo, colchão fininho e tenda a abrigar-nos, duches ao relento e praia apinhada de gente. O que importa são eles, somos nós, enquanto um todo. 

Mas ser feliz sem culpas, sem medo que um dia não possamos ter acesso a estes prazeres que custam dinheiro, sem medo do que o futuro nos reserva é bom. É libertador. A Casa da Meia Lua tem uma energia de lua cheia. 

Porque mesmo que não consigamos voltar a ter férias com piscina à porta, numa casa onde só conseguiríamos morar nos nossos sonhos mais longínquos, com condições a que não temos acesso durante o resto do ano, porque mesmo que nunca mais voltemos aqui, estas memórias já ninguém nos roubará. São nossas para sempre. 

Somos felizes sem culpa. E é bom.  



Há mais fotos para espreitar no Instagram do blog: @polonorte

sexta-feira, 17 de julho de 2015

35 anos e 40 cêntimos

Almoçámos numa esplanada a melhor açorda de marisco do Mundo: eu e as pessoas de quem mais gosto no Mundo. 
A seguir decidimos ir beber um café rápido, só os dois. Ele parou na papelaria para comprar tabaco. Acompanhei-o. Lá dentro encontrámos a avó: remexia na mala, no fundo, apalpava o forro. Quando nos viu cumprimentou-nos "Olá, professor. Olá, senhora!" e suspirou. Ele não é professor mas para ela toda a gente que trabalha na escola do neto é professora. Estava cabisbaixa e arrumou o envelope amachucado de novo na mala. 
Ele perguntou-lhe o que se passava. "Nada, professor, nada." Insistimos. A custo, confidenciou-nos que lhe faltavam 40 cêntimos para conseguir pagar a conta da electricidade, cujo prazo de pagamento terminava hoje. Que como trabalha a dias, recebe à semana e só hoje ao final do dia a patroa lhe ia dar o salário da semana: "Mas não faz mal, segunda eu resolvo. Segunda pago a multa e resolvo." E sorria com ar triste, enquanto se afastava, cumprimentando-nos de forma envergonhada. 
Quarenta cêntimos, era o que faltava à avó e tinha medo que segunda de manhã lhe cortassem a luz. E teria que pagar uma multa mesmo que não lha cortassem. 
Ficámos gelados. Ele abriu, de imediato, a carteira e tirou as duas moedas de 20 cêntimos: "Pague já, estão aqui os 40 cêntimos". Sentia-se ridículo a discutir por menos de 50 cêntimos. Ela dizia que não "Deixe, professor, eu logo resolvo. Não quero, professor. Obrigada, professor". Ele abriu-lhe a mão, depositou-lhe as duas moedas lá dentro, ela olhou-o nos olhos com os olhos marejados, ele fechou-lhe a mão: "Precisa de mais dinheiro? Depois paga-me!"- perguntou-lhe. "Não, professor, logo recebo, mas só depois das seis. Já não ia a tempo de pagar a luz. Só preciso de 40 cêntimos. Logo quando for buscar o rapaz dou-lhe o dinheiro". Ele insistiu "Não é preciso!" e ela respondeu "Mas eu quero pagar, professor. Obrigada. Muito obrigada".
Despedimo-nos. Com menos 40 cêntimos na carteira. Mais ricos milhares de euros na alma pela gratidão de não sabermos o que é, de facto, precisar de duas moedas de vinte para não deixar desligar o frigorífico e estragar-se o leite, para aquecer o mesmo leite a uma criança, no microondas, antes de adormecer. Tínhamos acabado de comer uma açorda de marisco. Ele tinha comprado tabaco.
Hoje faço anos: 35.
35 anos e quarenta cêntimos: é a minha idade de hoje. 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Depressão pré-aniversário ou that's what husbands are for

Mámen acorda-me com um beijinho. Abro um olho. Abro outro olho e ouço:

"Fónix, estás toda enquerquilhada da almofada mas, pronto, assim com'assim amanhã já são 35 anos, não há milagres!"

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Na maternidade, como na vida, eu decido

Na maternidade como na vida sermos o que queremos, podemos ou conseguimos ser. Sermos fiéis às nossas circunstâncias, às nossas vivências, aos nossos valores, ideais e escolhas. 
Escolhermos ser, fazer ou estar da forma como melhor nos sintamos. Vestir a pela que melhor nos assenta. Sentirmo-nos confortáveis com quem somos, como somos e quem queremos ser. 
Celebrarmos as diferenças ao invés de apenas as mascararmos sob a batuta da tolerância. Aceitarmos e celebrarmos de coração e mente aberta, sem preconceitos, sem juízos de valor e mesquinhices. 
Sou uma mãe única como todas as mães são, consequência de um adn único e singular compostos por uma combinação de aspectos biológicos, de personalidade, valores, ideologias, crenças, vivências, circunstâncias e decisões. Ninguém é um mãe igual a mim, ninguém vive uma maternidade da mesma forma que eu vivo a minha, ninguém tem a minha dinâmica familiar, as minhaas preferências, as minhas emoções, os meus medos e angústias. as minhas forças e as minhas vulnerabilidades. Isso faz de mim, como de qualquer outra mãe, um ser maternal único. 
Porque- sim!- a maternidade é uma questão muito pessoal e intransmissível! Como diz o meu amigo Raúl 
"Crescer é aceitar a vulnerabilidade. Se quisermos explanar a ideia, é a capacidade de nos conhecermos e a coragem de sermos honestos connosco próprios. É ainda a maturidade para abandonarmos a arrogância moral da tolerância, construída pelos nossos dogmas, em prol da genuína aceitação em relação aos outros. Mas no final resume-se só a isto: crescer é aceitar a vulnerabilidade. E nada tem a ver com a idade."




Conheçam a campanha "A mãe decide", pelo respeito pelas diferentes formas de ser mãe, viver a maternidade, estar na maternidade  e escolher na maternidade.
E partilhem-na.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Em breve no Porto através do Bairro do Amor...




E não conseguimos deixar de nos emocionar com a oportunidade que a Street Store Organization nos está a dar para organizarmos a primeira Street Store do Porto.

Em breve estaremos na Invicta! Nos aguarrrdem!

Vamos à PJ

Os projectos do Bairro do Amor (felizmente) não páram. 
Fomos desafiados para, em conjunto com o Instituto de Apoio à Criança procedermos à humanização de um espaço muito importante: a sala onde crianças vítimas de crimes sexuais aguardam antes de serem ouvidas pelos queridos inspectores da Polícia Judiciária.
 A sala é uma sala meio "chocha" e, não obstante não querermos fólclore, a ideia é humanizar o espaço. 

Como? 

 1- Teremos que pintar as paredes da sala todas primeiro num verde clarinho. Precisamos de tinta (já temos voluntários mobilizados) 

2- A nossa Marta Tex irá construir uns stencils com as suas ilustrações maravilhosas. Mais uma vez precisamos de esponjas e tintas. 

3- Gostaríamos de deixar alguns elementos de decoração na sala. Para isso contamos com a ajuda da Ana Araújo da fantástica loja Móvel Vivo e da sua network. Mas precisamos de alguns elementos extra, mesmo que usados, desde que estejam em bom estado. 

Basicamente, estamos numa (primeira) missão de "Crianças, vamos mudar a sala". Não que o espaço sirva para minimizar a dor. Mas pode ajudar a dar (algum) conforto. 

Quem pode ajudar?

Lhindo, lhindo, este casaco que te dou...

A minha mãe andou a fazer limpezas no roupeiro. 
No fim dia dia a jantarmos no quintal passava uma aragem e ela achou por bem ir-me buscar um casaco. 
Meteu-mo sobre os ombros e quando olhei para baixo ia tendo um piripaque. 
Mámen olhou para mim e verbalizou: "Oláá Armando Gama!!!"


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domingo, 5 de julho de 2015

Meio ano de Bairro do Amor


A VISITAR | Casa da Meia Lua (Vilamoura)

Há sítios em que mal botamos os olhos queremos habitar. Nem que seja um dia, um fim-de-semana, nas férias, numa ocasião especial. É o caso da "Casa da Meia Lua". Só o nome já apetece, assim num misto entre poesia e sal, noite e cheiro a bronzeador na pele. 
As nossas férias começarão aqui, para nos contaminarmos pelo bom astral, pela boa energia, pelo ambiente cool e zen. 
Que cheguem as férias! Que cheguem a correr. 












Passar o fim-de-semana na casa mais lunática do Algarve

Quem? Casa da Meia Lua
Onde? Rua da Venezuela, 19, Vilamoura
Contacto: Pelo telefone 967 006 156
Saber mais? https://www.facebook.com/CasaDaMeiaLua

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Bairro do Amor vai batendo, devagarinho, a algumas portas


 
O Bairro do Amor apoiou durante o mês de Junho, e ao abrigo do seu Movimento 12:12 o início de uma família a estrear. ~
Uma família que se tornou família porque à mãe se juntaram os pequeninos gémeos. Esta mãe é empregada doméstica e tem muitas limitações não só a nível financeiro mas também ao nível das suas competências de parentalidade acrescidas ao facto de não ter uma rede social de suporte familiar consistente.
Ora, o Bairro já tratou do mais importante: a Cristina, uma vizinha enfermeira está a acompanhar esta família em termos de apoio domiciliário e será a "madrinha do Bairro" destes bebés. E estará sempre disponível, num regime de tutoria, para ajudar esta mãe.
Posto isto- que é o mais importante- o Bairro usou todo o seu orçamento do 12:12 referente ao mês de Junho mais os donativos dos dois últimos meses da marca Mirtilo for babies​ (obrigada Raquel!) e ainda mais donativos que chegaram, propositadamente, para este efeito para comprar um carrinho de gémeos.
Como sabem o Bairro do Amor não foi criado numa perspectiva assistencialista. Não iremos sustentar esta ou outra família ad eternum. O Bairro do Amor foi criado para ensinar a pescar, para dar um empurrão na vida de pessoas e de ajudá-las a estruturarem-se com os recursos que têm. Foi isto que fizemos em Junho: ajudar esta mãe no seu novo papel, ajudar esta mãe nas despesas iniciais de forma a levar já um balanço para os tempos que se avizinham e ajudar estes bebés a terem um início de vida mais leve, para que todas as preocupações desta mãe, nesta fase, se resumam a descobrir em si o que é o amor de mãe.
Neste caso, para melhorar tudo ainda, a dobrar. Obrigada a todos os vizinhos sócios que se juntaram (em especial à Ana Póvoas e à Teresa Neves que me ajudaram na recolha do carrinho no Porto e, claro, ao Dr. Fernando Póvoas que fez o favor de o transportar até Lisboa)! ~
Obrigada do coração!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A LER | Acabar com as fraldas e com o chichi na cama

Primeiro a Olga era apenas a mãe da Nonô. depois um dia conhecia-a e achei-a linda e doce, daquela estirpe de quem temos uma inveja pirracenta, uma espécie de raivinha dos dentes. Depois comecei a acompanhar mais de perto o blog e aí a coisa agravou-se: a linda e doce Olga tem o desplante de, ainda por cima, ser inteligente, humilde, esforçada, empreendedora e trabalhadora. Há como não gostar e admirar uma pessoa assim? Claro que não.
Recebi hoje o seu novinho "Acabar com as fraldas e com o chichi na cama" e, apesar da Ana ter desfraldado há uns largos meses (mérito toooodinho para a minha mãe que conseguiu a proeza de, numa semana, a Ana ter largado as fraldas de noite e de dia em simultâneo e para mámen com as suas estratégias de psicólog infantil) não posso deixar de recomendar este livro tão útil e criativo (tem uma tabela destacável para a rotina e uns autocolantes que são uma tara!) garantindo que é um investimento com um ROI rapidíssimo. É que desde que a Ana desfraldou o que poupo por mês quase que dá para comprar um bacio de ouro. 
Bravo, querida Olga! Muito sucesso. Porque o mereces.

Aqui vai um quadripolar "Uaaaaauuuuu!"

Panamá quadripolarizado!


"Olá Pólo linda!

Segue mais uma quadripolarização... e tenho muitas mais, muito giras, para te enviar... aguarda! :)
(Não quero perder o meu estatuto de melhor "quadripolarizadora de todos os tempos")!

Esta é no Canal do Panamá.

Beijinhos muitos!
Anabela"

O "títalo" continua teu, minha querida! Beijinhos

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