quinta-feira, 19 de maio de 2016

Por falar em Champix...

- "Então como te sentes?"

. "Tirado cada vez que tiro o cigarro do maço ter um pequeno choque na zona temporal direita, assim que meto o cigarro à boca sinto uma ligeira dormência, a meio do cigarro tenha a boca a saber, literalmente, a lareira de tal forma que nem consigo terminar o cigarro. Tirando isso tudo, sinto-me bem". 

...

A culpa deve ser do Champix

"Estive a pensar que a nossa forma de fazer planos é não os fazermos. Nós fazemos planos só para termos algo para boicotar e fazermos tudo diferente, não é?"

Olha questões metafísicas logo pela manhã, ahn?!




(Tenho que ler os efeitos secundários do cabrão do Champix.)

terça-feira, 17 de maio de 2016

Vamos fazer-lhes a cama!



Neste momento está a acontecer uma coisa maravilhosa no Bairro do Amor. Temos um objectivo semestral comum: conseguir humanizar o espaço de uma instituição de acolhimento do Porto. 

Para isso vamos precisar de tintas (que a querida CIN tão gentilmente nos ofereceu com a intervenção da nossa vizinha Rosa Santos), camas e colchões (que já comprámos com o contributo de muitos vizinhos particulares a preço de custo à Colchãonet), almofadas (que estão a ser costuradas por um grupo de costureiras amadoras voluntárias do Bairro do Amor), tapetes de trapilho (que estão a ser tricotados em workshops de trapilho em Lisboa e no Porto por um conjunto de "vizinhas" empenhadas e generosas), candeeiros (magistralmente angariados pela vizinha Ana Santos),  ilustrações (doadas por cerca de 40 talentosos ilustradores voluntários) dentro de molduras (cujo valor de compra angariámos com as receitas das vendas da primeira banca do Bairro do Amor na Feira Sem Regras de Coimbra). 

Será uma espécie de "O Bairro mudou a casa" com muito trabalho voluntário na acção de humanização em si (a querida Marta Tex comandará as tropas nas pinturas e irá uma trupe de Lisboa para trabalhos a Norte) e na angariação de matérias primas e materiais, no fabrico de artigos e, nesta fase, na organização de acções que permitam a angariação de receitas para a compra do principal artigo que está em falta: as camas. 

As camas são muito importantes para nós. Estas meninas dormem em camas dos anos 70, algumas em maus estado, outras sem estrados e nós gostaríamos de lhes dar a oportunidade de dormirem em camas novas. A estrear. 

Ora, o valor total das camas (35) com a qualidade que é necessária para uma instituição que não se pode dar ao luxo de trocar de camas de 5 em 5 anos é alto. E agora voltamos ao início: neste momento está a acontecer uma coisa maravilhosa no Bairro do Amor. Vizinhos, amigos e simpatizantes de Norte a Sul do país uniram-se nesta tarefa comum.

Olha o belo do "jérrriiican"!

- "Temos que pôr gasolina!"

- "Bora!"

- "Ah, ainda aguenta, mas temos mesmo que pôr gasolina!"

- "Vamos já a esta bomba!"

- "Ah, metemos na próxima..."


- "Temos MESMO que...

... foda-se!"

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Aos meus benfiquistas: parabéns!



"Estou intrigado!.. Porque raio é que comecei a ver posts no FB de que o Benfica é campeão europeu de hóquei em patins com notas do tipo "mais Rennie para os lagartos"... Mas afinal estamos a falar de desporto ou de uma guerra civil? Na verdade para alguém que seja do Sporting e não seja doente mental era absolutamente indiferente quem ganhava!.. Eu não sou do Benfica nem da Oliveirense... Ganhar um ou outro não beneficiaria o Sporting... Então para mim é um não assunto!.. Agora logo já gostava que ganhasse o Nacional, porque isso beneficia a minha equipa... Ser contra por ser contra é estupido.."- dizia, com muita razão, o meu amigo Luis Quaresma no seu facebook. 

Passou-se o mesmo comigo durante o jogo de ontem. O meu Porto já era. Zero hipóteses. Portanto, ganhar o Benfica ou o Sporting não me traria a vitória para o Porto, dava-me o mesmo. E, de repente, começo a receber mensagens após a vitória do Benfica com questões retóricas estúpidas como "Então, muito aziada?". Aziada, eu? Nada disso. 
Mais, até estava a torcer pelo Benfica. Porque o meu clube é o Futebol Clube do Porto e não sou adepta de qualquer anti-clube, a não ser que esteja a jogar contra a minha equipa.
O meu avô do meu coração era do Benfica, a minha mãe é do Benfica, os meus tios são do Benfica e, finalmente, a minha filha é do Benfica. Tendo em conta que o meu Porto estava fora da luta pelo Campeonato não percebo porque razão acham que eu deveria estar aziada. Não estou.
E até acho bem-feita, não para os Sportinguistas, mas para o treinador que andou o campeonato todo com raivinha dos dentes. É bem feita porque o cão tem a mania que é espertalhão!
Parabéns ao Benfica! Vamos ver a coisa pelo lado positivo: são milhões de portugueses felizes a uma segunda-feira. Em que nem sequer é feriado. E gente feliz não cansa a beleza dos outros. 

Parabéns aos (meus) benfiquistas!*

*Mas para o ano o Porto vai ganhar tudo. E isto não é uma previsão do bruxo fajuto de Fafe: é minha mesmo.
Tende miaúfa, carago!

Obelix Vs Anavicks

"Sabes o que o Paulo sugeriu ontem? Que a Ana, depois de se bezuntar toda no Vicks, ficaria tipo Obelix"

"E vai ficar com super força? Ou vai ter outro super poder?!"

"Hummm, isso ele não disse..."

(silêncio)

"Hálito mega ultra fresco forever, não?"

...

...

...

domingo, 15 de maio de 2016

sábado, 14 de maio de 2016

Sabes que o Mundo gira no sentido certo quando...



... duas artesãs, supostamente com bancas "concorrentes" à banca do Bairro do Amor na Feira de Artesanato de Benavente, se abeiram da madrinha do distrito de Santarém para oferecerem, cada uma delas, uma peça para a Banca do Bairro!

O Mundo (ainda) é um lugar bom. 


[O Bairro do Amor estará hoje com uma banca solidária na Feira de Artesanato de Benavente. Apareçam para nos dar um beijinho!]

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Abençoada foccacia!


"Olá querida Ursa!
Envio-te esta quadripolarização diretamente de Cinque Terre em Itália. 
Estou a fazer Erasmus em Bolonha e fui visitar esta belíssima terra. Passei os dias anteriores à viagem a pensar " Tenho que quadripolarizar Cinque Terre!". Acontece que me esqueci de levar um papel e uma caneta e só me lembrei desta quadripolarização uma hora antes de regressar. Sem recursos, quase sem tempo e prestes a desistir, tive que me desenrascar como boa portuguesa que sou! Lá tive que ir a um estaminé da zona comprar uma bela foccacia só para pedir um papel e uma caneta, com toda a gente a olhar para mim com cara de interrogação escrevi "I Love Polo Norte" neste belíssimo papel com cor de pastel! Foi uma quadripolarização feita com muita dedicação, espero que gostes! um beijinho :)
-- 
Liliana "

Baci mille, querida xará!

  • Conheça todos os países já quadripolarizados aqui.

Mámen ia quinando de susto

Há uns dias que se dá um fenómeno curioso nesta casa. A Ana adormece e a meio da noite começa numa tosse horrível, engasga-se imenso, uma aflição. Estamos a dar xarope, ela bebe água, pego-a ao colo para respirar melhor, dou-lhe pancadas secas nas costas, enfim, tem valido tudo. Durante o dia nada. Aliás, nada desde que acorda até à hora de se deitar. É só a meio da noite. 

Ontem, ao comentar isto com a minha amiga Marta, ela instruiu-me que cortasse uma cebola ao meio e que pusesse no quarto que a tosse passava. Pensei que ia ficar com o quarto a cheirar a refogado mas não intelectualizei que eu queria era que a tosse passasse nem que tivesse que fazer o pino de cabeça. 

Hoje de manhã ele levanta-se e grita: "Mas tu estás boa da cabeça? Agora deu-te para a bruxaria?!"

A verdade é que a tosse passou. Tenho uma filha fresca, o homem é que não ganhou para o susto, ainda está ali meio combalido. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Post-it mental

Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia. Não voltarás a comer couve lombarda ao almoço quando vais falar para uma plateia ao final do dia.

O Mundo divide-se...

... entre as pessoas que gostam de comer caracóis e as outras.

Pensamento de longo alcance ou optimista até morrer

"Já viste? Voltou a chover, que chatice, pá!"

"Foca-te: é assim que os caracóis ficam no pon-to!"

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Só se estraga uma casa

Os dois a regressarmos a casa no carro e eu comento com ele a polémica do dia acerca do homem que queria tirar uma selfie e destruiu a estátua.

"A estátua era de quem?- perguntou-me ele.

"De D. Sebastião"- respondo.

Fica calado e conduz uns bons 10 Km na A5,  em silêncio, até que desabafa muito sério:

"Porra pá, tinha que ser o D. Sebastião. É que o raio do senhor não tem mesmo sorte nenhuma..."

...

...

...

Chamada aos proprietários de carros de marca Volkswagen!

A sério, eu preciso de tirar esta dúvida: sou eu que tenho muito azar muita pouca sorte ou os elevadores dos vidros dos Volkswagen são o maior autoflop de que há memória?




(Sétimo: é o sétimo elevador que me avaria e eu tenho que viajar 30 km de vidro aberto que é muita bom para arejar as ideias.)

PROGRAMA QUADRIPOLAR| O evento mais giro do ano faz-se a Norte


O Café Inovador tem a melhor francesinha do Porto e uniu-se ao Bairro do Amor para organizar a noite da francesinha solidária. O ambiente será de festa e as mesas corridas garantirão o convívio entre todos que quando há festa no Bairro somos todos vizinhos!
Vai ser é-pi-co! 
Encontramo-nos lá?

Reservas (são essenciais porque esperamos casa cheia) para porto@bairrodoamor.com ou pelo telefone 229 012 051. 

Começaram a chegar!

Lembram-se do desafio semestral do Bairro do Amor?
Começaram a chegar as ilustrações para decorar os quartos da meninas. E à minha secretária começam a aterrar maravilhas assim:


(Obrigada Tânia Catclaw, a única tatuadora que me fez, alguma vez na vida ponderar querer uma tatuagem). Amámos!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Toda a verdade sobre o nascimento do BA*

Daqui a dois dias estarei perante uma plateia de jovens universitários a falar sobre o nascimento do Bairro e o papel que o blog teve (tem) na mobilização de pessoas em redor de causas sociais.
Ando aqui, numa angústia que só visto. Não sou boa oradora, falo muito depressa, atropelo-me a contar histórias, abro tabs na conversação umas atrás das outras, deixo algumas em aberto, sou meio caótica.
Pensei começar com este vídeo, uma coisa inspiracional e tal e falar de sonhos e de como este sonho num movimento comunitário organizado me escolheu a mim.

             

Mas dizia-me o Paulo, principal culpado responsável da existência do Bairro, pai do bicho, que se é para contar, é para contar tudo mesmo, Só a verdade e nada mais que a verdade. 

Quando fomos aos Açores entregar a cadeira à Mariana, dois desconhecidos num blind-date, numa blind-trip, estivemos dois dias em Ponta Delgada. No primeiro dia entregámos a cadeira à Mariana numa cerimónia bonita, bonita e ainda demos uma volta à ilha, pois fiz questão de mostrar ao Paulo os pontos mais bonitos de S. Miguel. 

No regresso, o meu amigo Valter, proprietário da famosa Salsicharia Rosa, decidiu oferecer-me um cabaz de produtos discretos para eu não ter saudades da carne dos Açores já aqui em Lisboa: morcelas, carne de vaca, linguiças e... língua de vaca. Foi assim, já na gare que o "corisco" me deu o farnel todo embrulhadinho para trazer para casa com uma advertência: "Isso passa tudo no controlo sanitário do aeroporto. O pior é a língua de vaca..."

Ora, eu e o Paulo trazíamos uma mala comprada nos chineses carregadinha de produtos açorianos: queijo, pimenta da terra, queijadas várias, licores, chás gorreana, tabaco e tudo e tudo. Encafuámos a carne lá para dentro e rezámos para que a língua de vaca não levantasse granel na alfândega do aeroporto. 

Já dentro do avião, cansados, adormecemos nas respectivas cadeiras. Quer dizer, adormeceu o Paulo e mais ninguém dentro do avião pois, passados uns 10 minutos, começou a ressonar tipo rebarbadora, serradora eléctrica, picareta... numa sinfonia conjunta. Coisa grave mesmo. 

Toda a gente a olhar-me de lado tipo "Hey, acorda o teu marido que está a ressonar que nem um porco" e a fazerem-me olhos de reprovação. E eu muito envergonhadinha, muito constrangida. Só que o Paulo não era o meu marido, eu conhecera o Paulo na véspera e não tinha a menor confiança para lhe dar um safanão e mandá-lo calar-se. Me-do. 

A esta altura já eu estava com vontade de ser língua de vaca e de viajar encafuada no porão. De repente ouve-se um "PLOC" e silêncio: o Paulo acordou de súbito.

Pergunto-lhe "Tudo bem?" e o tipo acena-me com a cabeça. "Mas estás mesmo bem?"- insisto. Acena-me novamente, enquanto olha, insistentemente para o chão. Tento fazer conversa e ele não me dá troco, grunhe uns "huns"  e continua de olhos pregados no chão. Começo a pensar "queres lá ver que já disse algum disparate e ofendi o homem?" e a ficar nervosa. Ele desaperta o cinto e começa a procurar qualquer coisa aos nossos pés. Desvia a minha carteira e continua de olhos pregados no chão a mirar tudo. "Precisas de ajuda?"- insisto. Outro "hum" de resposta. Começo a  ficar nervosa e decido ajudá-lo. "Estamos à procura do quê?"- volto à carga, mas já amainada, que já começara a pensar que o homem era doido de todo. Nada. Não me responde e continua à procura. E eu também, à procura de não sei o quê, mas à procura. 

Às páginas tantas vem a hospedeira muito prestável: "Precisam de ajuda?". E o Paulo acena com a cabeça, que não e continua em silêncio. Vinte minutos naquilo e eu continuo sem perceber nada. Às tantas faz-se luz e pergunto, a medo: "Paulo, perdeste a placa, perdão, a prótese dentária?". Finalmente, ele acena que sim.

A hospedeira que ainda não tinha desgrudado percebe o que se passa e começa desde as primeiras cadeiras na 1º classe a perguntar, fila a fila, "Peço desculpa, consegue verificar se por acaso, com a trepidação, tem alguma prótese dentária no chão à frente da sua cadeira?". Sublinho; desde as primeiras cadeiras e nós estávamos cá atrás. 

Às tantas, com o stress, o Paulo lá me explica que estava na Clínica Maló a colocar implantes e que aquela placa era provisória. E foi, de gatas, que encontrámos os ditos, quase a morderem-nos os pés. Literalmente. 

Passámos o resto da viagem a rir, entre a diversão da aventura da placa e o medo da língua de vaca nos denunciar. E foi aí, nessa cumplicidade maluca, nessa quadripolaridade partilhada, que ele me perguntou, enquanto voávamos sobre o Oceano Atlântico, se eu queria criar uma associação. E eu disse que sim, na hora. 
Porque quando reconheces alguém com uma pancada semelhante à tua sabes que só pode dar certo. 

Eu podia falar de sonhos e de como este sonho de uma associação que assenta na participação comunitária, nas premissas básicas da Psicologia Social, me escolheu a mim. Só que era mentiria.

O Bairro nasceu porque duas pessoas partilharam uma história que metia dentes postiços e língua de vaca. E porque, mesmo assim, acreditaram que conseguiam mudar, um bocadinho que fosse, o Mundo. 

Até que a morte a alfândega os separasse. 


[Vai assim com as iniciais para os motores de busca não detectarem este post :P]

Já era altura das Tartarugas Ninja terem um reforço... feminino

Eu e mámen a discutirmos o que fazer à Clara (estava mesmo falecida: paz à sua alma).

Ele sugere que a enterremos no quintal.

Eu acho que a deveríamos mandar pela pia abaixo.

Ele olha para mim, escandalizado: "Mas tu és insensível ou quê? Pela pia abaixo?"

Respondo, de imediato: "Mas se ela for para o esgoto pode ressuscitar numa tartaruga ninja, pá!"

...

...

...

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que após ouvirem alguém espirrar dizem "santinho" e as pessoas que dizem"saúde". 

Não não-spoilarás o Game of Thrones do próximo

Uma pessoa está a resolver tartarugo-dramas e não consegue ver o episódio em tempo real. 

Uma pessoa e o seu cônjuge decidem sentar-se, finalmente, já bem à noitinha, a assistir ao episódio não sem antes munirem-se do respectivo balde de pipocas. 

Uma pessoa, que é meio hiperactiva, pensa: "Ah, vou estar no computador ao mesmo tempo que assisto ao GoT que assim despacho trabalho."

O cônjuge de uma pessoa avisa: "Não abras o facebook que vais levar com um rancho de posts com spoilers".

Uma pessoa, que tem duas contas de facebook, responde: "Ah não, na minha conta de facebook pessoal é tudo gente certinha, não vai haver spoilers. Tranquilo."




Pois...

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A PROVAR| A Trança

Conheci a Mafalda no festival de balonismo em Novembro do ano passado. Empática e despachada é difícil não gostar logo dela.
A Mafalda é daquela estirpe de gente que se faz à vida. Que pensa macro, que procura alternativas, que não quer sair da sua área de conforto mas sim achar áreas em que se sinta confortável. A Mafalda trabalhou em marketing a vida toda  mas, de repente, a paixão pela cozinha falou mais alto. E pesquisou, testou, batalhou até nos brindar com esta magnífica...a Trança!



A Trança é um produto de pastelaria feito totalmente de forma artesanal, desde a criação da massa até à confecção dos recheios.  Neste momento, estão disponíveis as seguintes variedades:  chocolate & noz, maçã & canela,  doce de ovos,  lemon curd  e doce de morango.  

As encomendas podem ser feitas através de e-mail: geral@atranca.com. Eu, que me chafurdei em tranças na festa de aniversário da pequena Sofia, só vos digo que vale a pena deixarem entrançar-se. É de comer e chorar por mais.

AQUI

domingo, 1 de maio de 2016

Muro das laMÃEtações # 10


Muro das laMÃEtações # 9



"Aí está o rebuçado gigante da minha rica Maria Gabriela . Estou a olhar para isto desde de manhã. Não sei para o que serve. Tadinha, 4 aninhos e põem-na  a pintar uma caixa de ovos. Se calhar amanhã compro uma corrente e vou transformá-la numa pochette só porque sim. Sem fecho mas isso agora não interessa nada"

Silvia Domingues por email

Muro das laMÃEtações # 8


[Choro a rir]


Muro das laMÃEtações # 7


Muro das laMÃEtações # 6


Muro das laMÃEtações # 5


O meu retrato no jornal

"Ah, tendo em conta que não estás na secção dos classificados eróticos nem no obituário olha que não é uma prenda nada má de dia da mãe, han?"- disse-me ele. 

...

...

...

Muro das laMÃEtações # 4


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