quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

100 quadripolares que valle a pena conhecer# Ricardo (3)



"O que fazes na vida?"
"Sou livreiro, gerente da livraria mais antiga do mundo."
"Como é que alguém de uma profissão intelectual explica o amor pelo futebol?"
" Leio muito, é verdade, e lido com intelectuais mas não considero que tenha uma profissão intelectual. Pelo futebol não tenho amor, tenho muito gosto, é verdade. 
Amor tenho pelo Benfica e é uma coisa inexplicável."
"Se Fernando Pessoa e heterónimos fossem adeptos de um clube de qual seriam?"
"O Fernando Pessoa seria claramente do Benfica, um esquizofrénico literário que gosta de passear pela Baixa e se sentava na Brasileira, certamente a discutir os resultados do Glorioso. O Caeiro só tem a quarta classe. Portanto, Benfica. O Ricardo Reis, latinista monárquico, Benfica, temos um lema em latim e o Rei Eusébio é nosso."
"E o Álvaro de Campos?"
"O Álvaro de Campos seria do Sporting, queixa-se muito."



Ricardo

sábado, 25 de janeiro de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Como um algarvio engana uma lisboeta garganeira

Algarvio: "Ah e tal, sugiro que comas xerém, é típico daqui e é bem bom!"

Lisboeta com a mania que tem mente aberta em termos gastronómicos e nem pensa em perguntar do que se trata: "Venha o xerém!!"

30 minutos depois do prato estar na mesa, comida enrolada num bolo dentro da boca, cara de pescada enjoada e garfo a espalhar a mistela no prato. 

Algarvios: ide-vos foder!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Tailândia? Done!





"Para já, ficas com estas que foram tiradas no centro de Bangkok e no MBK (o Shopping mais visitado da Tailândia)."

Obrigada, Silent Man!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

Europa Central quadripolarizada!


"Olá PN
Quando disseste que te faltava a Polónia, fiz logo o meu namorado (o Rui) tratar do assunto, já que ele está a morar temporariamente lá. Enfim, é um país muito injusto para se ter o namorado, dado que as mulheres são todas naturalmente loiras, de olhos azuis e altas comó diabo, mas pronto, pelo menos mais um bocadinho do mundo está Quadripolarizado, haja alguma vantagem. :)

Beijinhos "

Obrigada, querida Eva Luna! Toda a gente sabe que os homens casam é com as morenas, pá! :P 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Porque hoje é O dia 13 (e eu gostava de um dia conseguir declarar-te todo o meu amor)

Quando te conheci gostei logo de ti e eu nem sou de gostar das pessoas à primeira. Contribuiu para isso o azul dos teus olhos, um azul Atlântico, um azul de oceano inteiro, uns olhos doces e suaves embalados pela dolência das ondas, de um azul de céu limpo a deixar passar os raios de luz. 
Fomos vivendo por perto e continuei a gostar de ti e eu até sou de me cansar um bocadinho das pessoas. A tua voz calma, o teu jeito de ser tão descontraído como se fosses dono do tempo, como se nunca tivesses pressa, essa segurança contemplativa de existir antes de ser. 
Depois, num dia 13- hoje- decidimos que iríamos ficar juntos para sempre e o sempre estava longe, tão longe, hoje, aqui. Tivemos muitas ideias, formulámos hipóteses, fizemos planos a dois. Não contámos com a imprevisibilidade da vida, cheios que estávamos de nós, crentes de que podíamos traçar o rumo das coisas, como se na vida tal como nos oceanos, as marés e as luas não tivessem mais poder que a vontade humana. 
Estivemos juntos de corpo e alma, juntos de corpo sem alma, separados de corpo e alma, separados de corpo sem alma e, de novo, para sempre, juntos, agora numa alma e num corpo que se materializou para nos lembrar a premissa que um mais um são três. Neste caso quatro. O "nós" enquanto quarto elemento.
Um dia chamaste-me Raínha das borboletas, devíamos ter ainda o Cartão Jovem em dia e eu olhei para ti e disse-te, de forma sentida, que eras o meu Rei dos Faróis. 
E hoje, nesta segunda vida, sempre que o crescimento nos tenta apartar um do outro, sempre que o Mundo nos tenta levar para caminhos distintos, sempre que as nossas velocidades não coincidem e um ou outro, à vez, tem que abrandar para esperar pelo outro, lembro-me que não quero chegar rápido, quero chegar longe e contigo. Hoje, nesta segunda vida, sempre que o quotidiano me dói, sempre que a vida me tenta moer fecho os olhos e lembro-me de tudo- o azul dos teus olhos, a tua (c)alma, a tua segurança, a tua posse do tempo, a tua ode à vida, a forma como rimos em coro, em eco, em sintonia, os doçura do mar que trazes nos teus braços quando me envolves num abraço-colo, o calor do teu beijo, as tuas mãos de pintor- pianista quando me afagas o cabelo- dizia eu, lembro-me de tudo o que me fez gostar de ti à primeira, à segunda, na continuação e no para sempre de um Janeiro longínquo em que tivemos Lisboa a nossos pés. 
E sei que por mais tempestades que venham, por mais carregado que esteja o céu de nuvens, por mais bravo e revolto que esteja o mar, tu serás sempre a luz que me mostra o caminho porque és, hoje como naquele dia 13, o meu Rei dos Faróis. 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O elevador do demo

Tive uma reunião de trabalho num edifício antigo ali no Saldanha. Eu não tenho claustrofobia nem vertigens nem qualquer tipo de fobia para além de fobia a gente parva, pelo que, assim que me deparei com um elevador daqueles antigos, com aquela cancela, nem intelectualizei. 
Acho que fui meiga na forma como fechei a cancela de fora (o elevador tinha duas) e logo de seguida carreguei no botão para o quinto piso. O elavador subiu um patamar e ... meio. Deu-lhe um tilt qualquer e ficou encravado entre o primeiro e o segundo piso e eu fiquei estarrecida. 
Primeiro pensei racionalmente: vou tocar aqui no botão de alarme e alguém vir-me-á acudir. O elevador vintage não tinha botão de alarme. Segundo pensamento: vou dar aqui uns saltinhos a ver se ele desce para o primeiro piso e eu consigo sair pela porta. Primeiro salto e entrei em pânico que elevadores vintage aos solavancos entre dois pisos não é uma cena nice. Depois pensei: vou pedir ajuda. Estive ali uns dois minutos a pensar como se pede ajuda sem se parecer histérico (e eu já estava). Veio-me logo à cabeça os filmes hollywoodescos e disse baixinho uma vez "esse ó esse" mas soou-me mal. Repeti mais duas vezes mais alto e senti-me ridícula. Tentei um educado "Alguém me ajuda? Helllloooo?" mas todas as portas do prédio estavam fechadas com as suas actividades a decorrerem lá dentro e ninguém me ouvia. 
Comecei a transpirar e a pensar na minha filha que ia ficar orfã se o elevador caísse no fosso e eu quinasse. Comecei MESMO a ficar aflita. Larguei um "Ajuuuuuuudem-me!" e um "Sooooooccccoooorrrroooo+" e, mais uma vez e outra, senti-me ridícula. Comecei a ficar com lágrimas nos olhos a pensar quanto tempo ia ali ficar até vir alguém e perceber que eu estava presa. E se, agora com a mania do exercício com que os portugueses andam, toda a gente subisse pelas escadas e não se lhes decorresse que o elevador estava encravado? Comecei a dizer asneiras baixinho mais para desabafar que para ser ouvida.
Ouvi finalmente, a porta da rua abrir-se e larguei numa gritaria sem fim a ganir tudo o que me vinha à cabeça: "Socorro, ajudem-me, acudam-me, estou presa, help, esse ó esse". Lá me deram instruções de como deveria mexer na cancela de forma a trancá-la convenientemente e só depois o elevador começou a descer. 
No meio minuto que demorou esta operação e a minha descida de patamar e meio para o rés-do-chão do prédio fui a rezar para que não fosse o meu cliente e que não me tivesse ouvido a praguejar já que do ar descabelado não me ia livrar. Era, claro, que Deus quando inventou a lei de Murphy dedicou-a a mim. 
Fiz um sorriso amarelo, dei um ar (mais ou menos) controlado, larguei uma piada e subi a pé uns 23252728 degraus até ao quinto piso. E ainda agora estou a a pensar na dificuldade em se encontrar uma interjeição de pedido de ajuda com o mínimo de dignidade. 
É que "ésse ó ésse" soa mesmo, mesmo mal. Para a próxima grito "Ó da guarda!". Alguma sugestão?

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que dizem "santinho" e as que dizem "saude" apos alguem por perto espirrar.

domingo, 5 de janeiro de 2014

O Mundo divide-se entre...

... as pessoas que ao desembrulharem um presente rasgam o papel de embrulho  e as que tiram a fita cola cuidadosamente como se o fossem voltar a usar. 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Monstro quadripolarizado? Checked.




"Olá Pólo Norte! 

Tall como tinha prometido há já algum tempo, cá vai a quadripolarização da Escócia :) Foi tirada no Loch Ness e em Edimburgo. 
 Beijinhos. Zozô "

Obrigada, Zozô! A Escócia foi o primeiro sítio quadripolarizado ever e é tão bom este regresso!
Beijinhos

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O mundo divide-se entre ... (é capaz de ser um post geracional mas que se lixe!)

... as pessoas para quem o Trainspotting foi um filme que as marcou e as outras.


À atenção do sr. Ramazotti que trabalha no Staples de Cascais

... sim eu sei que mal botei os olhos na plaquinha com o seu nome não me contive e trauteei a música do Eros mas também não era preciso ter ficado com aquela cara de poucos amigos por me ouvir a falar com um tom fanhoso e anasalado.



Estou MESMO constipada, sim?

O Mundo divide-se entre...

... quem não começou o ano com ideias peregrinas de fazer dieta e os outros.
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