sexta-feira, 30 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

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Amigo mai-lindo: Afinal gostaste do anel de diamantes que te dei? Nem agradeceste...
Pólo Norte: A-mei! E não eram diamantes. eram rubis!
Amigo mai-lindo: Sou um Rui Veloso, pah! Ainda bem que gostaste, miúda! Investi horas e horas da minha vida para comprar aquilo! Mas eu sabia que aquilo estava no topo da tua wish list...
No carro:
Esquimó de estimação: Olha lá, que conversa foi aquela do anel de diamantes?
Pólo Norte: Não eram diamantes, já disse! Eram rubis!
Esquimó de estimação: Mas tua achas normal ele dar-te um anel de rubis? E tu aceitaste? Achas normal? E não me contaste nada???
Pólo Norte: Hummm, talvez porque tenha sido no Mafia Wars no Facebook...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Neighbours, everybody need good neighbours...



A minha vizinha de baixo é uma energúmena. Assim, "poucochinha", tipo mesmo mete-nojo, cabelinho risco ao meio, ar de ressabiada.
Reclama a toda a hora, assim que o relógio aponta a meia-noite e um minuto, por barulhinhos vários, estalidos, latidos do cão -já vos disse que tenho um cão?-, passos arrastados, guinchinhos orgásmicos, etc.
Ultimamente temos andado em negociações: eu e a minha vizinha de baixo. Ela não me toca à campaínha à meia noite e trinta segundos cada vez que eu faço uma jantarada cá em casa e eu não limpo o cocó do cão da varanda à mangueirada, escoando cocotas várias para o terraço da dita cuja.
Parece-me, à partida, um bom trato.
Mas, pelos vistos, não parece à vizinha: essa grande mula. Cada vez que o vento sopra mais forte aqui na aldeia e as molas da roupa se libertam do estendal, a roupa dos moradores do prédio acaba por cair no terraço da dita cuja que, invariavelmente, a coloca no hall do prédio, pendurada no corrimão do primeiro lanço das escadas.
Hoje, vou dar laxante ao meu cão. E vou trancá-lo na varanda. Não é que a p**a da vizinha espetou, o corpete e as cuecas hard-core que estavam estendidos no estendal da varanda e que voaram, no dito corrimão e, como se ainda não chegasse, prespegou-lhes um post-it amarelo a dizer "Vizinha do 1º Dto."?!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O jantar da toalha de vinil

Andava a declinar subtilmente o convite.: há quatro semanas a inventar desculpas esfarrapadas na tentativa da colega perceber que a vontade de me deslocar a Vialonga era nenhuma. Mas nada! A moça insistia. O pretexto era que cravar-me opinião clínica acerca do seu fedelho problemático.

É o problema de se ser psicóloga , mais dia menos dia uma alminha acaba sempre por pedir ajuda. Imaginem, se fosse médica ou enfermeira: "Olhe lá, dê-me uma injecção aqui no nalguedo!" ou ainda "Estou cheia de psuríase, importa-se de me inspeccionar o corpo?" Mas não, invariavelmente a conversa começa com: "O meu filho está com um problema de comportamento, estou tão preocupada... Será que podia espreitá-lo?" Espreitá-lo o c******!!! Espreitar demora dois ou três segundos, não horas do meu rico sábado...

Enfim, Vialonga com eles, ou melhor Longway para parecer mais fino. A conversa começou logo mal com 1,25 € de portagem na A5 mais quase 2,5 € de portagem na CREL- ajudar por ajudar, antes comprar um pirilampo mágico.

Depois passados não sei quantos Km dei razão à minha amiga Xana: tudo o que não é Lisboa, Cascais ou Sintra é... campo. E Vialonga é campo!

E chegámos. A ementa era... dobrada no forno com batata frita.

Agora digam-me: quem raio faz dobrada para um jantar relativamente formal? A acompanhar a bela cervejola e, claro, o famoso Ice-Tea do Lidl, que o cor-de-laranja não engana. Pratos floridos e mesa posta... na cozinha, pois.

Depois o marido... Bem, o marido era um verdadeiro cromo que usava expressões tipo "Ah, pois é bomboca!" e respirava pelos ouvidos, pois falava tanto que entre as palavras a sairem e o fumo dos cigarros atrás de cigarros que fumava, não havia tempo para inspirar nem expirar: um must! Já para não falar quando se saiu com "Quando viviamos na nossa casa de Chelas, os miúdos andavam bem mais agitados!" Pudera...

A seguir ao jantar, o frete de ver albúns de fotografias dos miúdos! E um bocadinho da história do nascimento dos ditos cujos, do crescimento e toda a contextualização para que a psicóloga de serviço confirmasse que havia no pequeno um verdadeiro problema previamente diagnosticado pelos progenitores: hiperactividade.

Depois, o fedelho. Mal criado, reguila, insubordinado à antiga. Nada de hiperactividade, só má educação. Sabem que mais?


sábado, 3 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A EXPERIMENTAR | Peter's Cafe Sport de Oeiras


Ontem jantámos aqui, na versão Marina de Oeiras.
E embora reconheçamos que falta a magia do nosso tão conhecido Peter's da Horta (e o som dos cagarros no céu do Faial), inspirámos um bocadinho do Atlântico e regozijámo-nos com uma morcela com ananás, um bife grelhado com molho de Queijo de São Jorge e, claro, não podia faltar a maravilhosa Kima de Maracujá!
Somos felizes com tão pouco. E é tão bom.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Neologismos

Pergunta-se ao Vicente, afilhado mai lindo, como está a correr a experiência da escola primária.

No alto dos seus 6 anos sai-se com um " Espantacular!".
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