terça-feira, 22 de abril de 2014

Poso ter o cabelo pintado de qualquer cor que serei sempre loira

Fui loira toda a infância e adolescência. Não tão loira como a minha filha, que tem um loiro açoriano, tinha um cabelo mais para o dourado mas, não sendo nórdica, sempre me lembro de mim loira. 
A primeira vez que pintei o cabelo começou por ser com uns rímeis capilares para fazer madeixas de cores pavorosas mas os anos 90 assim o ditavam. Depois usei henna, mais tarde descolorei, ainda mais, à frente do cabelo e, logo a seguir, para disfarçar a catástrofe capilar fiz as minhas primeiras madeixas. 
Entre nuances, madeixas, tintas permanentes e afins o meu cabelo nunca deixou de ter o pantone loiro. Fui loira até ser mãe.
Com a gravidez decidi deixar de pintar o cabelo e descobri a cor natural com que ele está agora: castanho claro. Não desgostei de me ver e, depois da Ana nascer, comecei a pintá-lo de castanho. Um ano e meio depois estou com uma depressão capilar. 
Ok, há imensas vantagens em ter o cabelo castanho: não tenho que estar sempre a retocar as raízes, o cabelo não fica com um ar queimado no Verão tingindo-se para o tom "loiro-barracas" e está, efectivamente mais forte (não sei se são, ainda, efeitos colaterais da gravidez ou se, efectivamente, o facto de não usar tintas agressivas poupa mesmo o cabelo). 
Mas eu tenho uma personalidade loira. Tenho uma personalidade de sol e sal. Não tenho uma personalidade morena. E sinto-me mais "apagada". Mais discreta. Mais recatada. Só porque tenho o cabelo castanho. 
Posto isto, tomei a decisão de voltar a ser loira. Ainda não sei se pinto, se faço madeixas, se coloco camomila intea no cabelo ou, me passo, e ataco a garrafinha de água oxigenada... :P
Mas que tenho que pôr o cabelo a condizer com a minha personaliadade, ah, disso não há como escapar...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

La foto


"Olá Pólo!

 Tentei tirar uma selfie (achei que o acontecimento merecia), mas com o sol nao se via bem o papel, por isso vai só assim.

 Guadalajara, México quadripolarizado :)

 Sofia"

Gracias, guapíssima!

Lêndeas? Piolhos? Quitoso!

Ultimamente atraio parasitas. Não são piolhos, lêndeas nem carrapatos atrás das orelhas mas antes "amigos" que se alapam a mim para conseguirem alguma coisa em troca (favores, contactos, borlas, dinheiro) sem terem a hombridade de me pedirem directamente a pretensa coisa, mas preferindo sempre usarem-me, descaradamente, fazendo de mim parva, fazendo-se de sonsos, tentando manipular-me. 
Eu, que até sou uma pessoa simpática, a que não custa nada facilitar a vida das pessoas e que, de forma directa e ética, faria favores, pontes, networking com todo o gosto, vejo-me assim obrigada a ser velhaca também. Gosto pouco de "chico-espertos".
Mas tenho paciência e cá espero a oportunidade certa para mostrar aos parasitas que não há nada que os lixe mais do que esperar pela oportunidade certa para os exterminar. Tenho tanta paciência que era capaz de passar um dia inteiro a catar cabeças com aqueles pentes fininhos do Quitoso. Aliás, parasitas por parasitas, era menos aborrecido. 
Sendo, assim aguardo. De Quitoso emocional em riste.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

O Mundo divide-se...

... entre as pessoas que gostam de se deitar tarde e as que gostam de se levantar cedo.

quinta-feira, 27 de março de 2014

O reconhecimento público da blogger


Sim, público: no paredão de Cascais.

(Obrigada ao graffiter: Carlinhos és o maior!)
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