terça-feira, 6 de maio de 2014

Mulher que é mulher tem um guilty-crush

E, por falar no meu*, chibem-se aí: quem é o vosso?

*

(a quadripolarização mais erótica de sempre foi cortesia da minha amiga Pipoca)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

o Mundo divide-se...

... entre quem numa cama de casal ocupa o lugar mais proximo da porta e o outro.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

S-Day

Ontem foi o "S-Day", dia da minha amiga Sónia, que eu adoro de uma forma tão descontraída quanto espantada como só descontraídas e feitas de espanto conseguem ser as amizades tardias.
A Sónia lá estava, linda e radiosa, com aqueles olhos amendoados e sorriso menino, e de repente, eu estava cheia de orgulho e vaidade porque as vitórias dos nossos amigos trazem-nos alegria por osmose, gratidão no facto daquela pessoa nos pertencer um bocadinho, uma célula de alma.
E foi bonito o lançamento do livro, ponto de encontro entre pessoas de quem gosto muito, troca de galhardetes com amigos recém desvesiculizados, piscar de olhos aos putos que correm, espaço de entrega de encomendas, motivo para conhecer novos abraços, sorrir para a irmã mais gira da sala (beijinhos, Adriana!) e gritar um "Ohhh Elsa!".
E cá canta o livro da minha Sonyte, motivo para uma noite em branco e razão pela qual tive o dia todo a cabecear de sono.
Já está: lido, sublinhado e com ensinamentos em reflexão. Com desmesurado orgulho e sem culpas. Doce com as amêndoas que adoçam os olhos da Sónia.


Tia Sónia ali, taco a taco, com o Ruca: estás lá dentro, Sonyte!

SMS quadripolarizada!


Descobrimos (eu e a minha amiga Rosa) o truque para ser-se magra sem esforço

A nossa amiga Cláudia- magérrima e elegantérrima- enerva-nos muito. É daquelas que quando está de frente parece que está de lado, fica cheia quando come um queijo fresco, não come entradas das refeições senão já não tem apetite para o prato principal e isto transtorna-nos muito, a mim e à Rosa, que engordamos só de respirar. 
A Cláudia, no outro dia, confidenciou-nos que a sua avó materna durante toda a infância lhe deu pastilhas elásticas para comer, não as distinguindo de rebuçados, pelo que a Cláudia engoliu chicletes desde os 2 anos até perceber o que eram pastilhas elásticas... 
Posto isto- eureka!- descobrimos a poção secreta: dá-se pastilhas elásticas às crianças, elas colam-se-lhes nos respectivos estômagos, tipo banda gástrica preventiva e dá-se o caso de se criarem crianças elegantérrimas. 
Eu e a Rosa- que é madrinha da minha filha- estamos numa lufa-lufa à procura de onde se vendem super-gorilas para começarmos a oferecer à Ana...

terça-feira, 22 de abril de 2014

Poso ter o cabelo pintado de qualquer cor que serei sempre loira

Fui loira toda a infância e adolescência. Não tão loira como a minha filha, que tem um loiro açoriano, tinha um cabelo mais para o dourado mas, não sendo nórdica, sempre me lembro de mim loira. 
A primeira vez que pintei o cabelo começou por ser com uns rímeis capilares para fazer madeixas de cores pavorosas mas os anos 90 assim o ditavam. Depois usei henna, mais tarde descolorei, ainda mais, à frente do cabelo e, logo a seguir, para disfarçar a catástrofe capilar fiz as minhas primeiras madeixas. 
Entre nuances, madeixas, tintas permanentes e afins o meu cabelo nunca deixou de ter o pantone loiro. Fui loira até ser mãe.
Com a gravidez decidi deixar de pintar o cabelo e descobri a cor natural com que ele está agora: castanho claro. Não desgostei de me ver e, depois da Ana nascer, comecei a pintá-lo de castanho. Um ano e meio depois estou com uma depressão capilar. 
Ok, há imensas vantagens em ter o cabelo castanho: não tenho que estar sempre a retocar as raízes, o cabelo não fica com um ar queimado no Verão tingindo-se para o tom "loiro-barracas" e está, efectivamente mais forte (não sei se são, ainda, efeitos colaterais da gravidez ou se, efectivamente, o facto de não usar tintas agressivas poupa mesmo o cabelo). 
Mas eu tenho uma personalidade loira. Tenho uma personalidade de sol e sal. Não tenho uma personalidade morena. E sinto-me mais "apagada". Mais discreta. Mais recatada. Só porque tenho o cabelo castanho. 
Posto isto, tomei a decisão de voltar a ser loira. Ainda não sei se pinto, se faço madeixas, se coloco camomila intea no cabelo ou, me passo, e ataco a garrafinha de água oxigenada... :P
Mas que tenho que pôr o cabelo a condizer com a minha personaliadade, ah, disso não há como escapar...
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